Meu nome é Camila tenho 23 anos e tudo aconteceu quando eu tinha acabado de completar 19 anos, sou branca, cabelos castanhos bem claros, quase louros, olhos castanho claro e um corpo muito bonito, pelo menos todos dizem. Eu na época era estagiária em uma empresa e o meu chefe chamava Marcos, era uma pessoa muito legal, inclusive foi ele quem me ensinou todo o serviço, ficamos muito amigos, pois ele tem uma filha um ano mais nova que eu e que mora com a mãe dela em outra cidade, pois ele tinha na época 34 anos e essa filha foi fruto de um namoro quando ele tinha uns 19 anos. No início era um relacionamento de colegas de empresa mas depois de um certo tempo fomos criando uma amizade muito bonita, até trocávamos DVD’s e CD’s , acho que ele se apegou a mim por lembrar da filha, pois ela era até um pouco parecida comigo, principalmente na altura 1,70 mts. Teve um dia, véspera de um feriado prolongado, eu tinha que protocolar alguns documentos no fárum e estava chovendo muito e o Marcos que estava de saída falou que me levaria até lá. Fomos até o fórum e na volta ele falou que iria no dia seguinte visitar a filha e que tinha comprado várias roupas para ela e que estava morrendo de saudades. Ao passar em frente da sua casa ele parou e disse que precisava pegar um talão de cheques lá dentro e falou para mim entrar pois não queria me deixar dentro do carro com as janelas fechadas por causa da chuva. Na hora fiquei com receio de entrar, mas ele falou tão calmo que acabei entrando com ele.
Estava na sala aguardando quando ele me chamou até o quarto para mostrar as roupas que tinha comprado para a sua filha, e eu fui olhando e admirando, pois eram roupas muitos bonitas, tinha blusas, vestidos, algumas saias e até um biquíni, mas eu disse que algumas peças me pareciam pequenas e que poderia não servir nela. Ele ficou olhando e concordou comigo e ai me pediu se poderia experimentá-las, pois o meu manequim era praticamente idêntico ao dela... Eu na hora falei que não, que não ficaria bem, pois estávamos apenas os dois ali e eu não usava algumas daquelas roupas... (Naquela época frequentava por exigência dos meus pais uma igreja evangélica e sá usava saias) ... ele falou que não me olharia e que era apenas para experimentar e dizer qual serviu e qual ficou larga ou apertada... eu acabei cedendo e ele saiu do quarto e encostou a porta e ficou no corredor me perguntando se tinha ou não servido e eu ia experimentando as roupas, até que coloquei um shortinho que ficou bem apertado, entrando bastante no meu bumbum, fiquei me olhando num grande espelho que tinha na parede e naquela hora eu estava apenas com o short e de sutien... fiquei completamente vermelha ao me olhar, eu tava constrangida e ao mesmo tempo excitada em me ver daquele jeito. Quando eu tirei o short faltava apenas um biquíni de laçinho para experimentar, por pudor achei melhor não colocar aquela peça, coisa que aliás nunca tinha usado, mas a curiosidade falou mais alto e tirei o sutien e coloquei a parte de cima, mas a parte debaixo coloquei por cima da calcinha... me olhei no espelho e achei que ficou estranho pois a calcinha era bem maior que o biquíni e não dava para ter uma idéia de como realmente ficaria... a excitação falou mais alto e então tirei a calcinha e pus o biquini... e ao olhar no espelho me senti poderosa, nunca tinha visto o meu corpo assim por inteiro, pois em casa não tem espelhos grandes, virei de costas e vi o meu bumbum completamente exposto, estava ficando mais vermelha ainda.. parece que todo o sangue do meu corpo concentrou no meu abdômen... achei que estava indo longe demais e resolvi tirar aquela peça, tirei a parte de cima e quando fui tirar a parte de baixo o Marcos abriu a porta do quarto e perguntou o que estava acontecendo.. sá deu tempo de cobrir os seios com as mãos e ficamos parados um olhando para o outro... ele gaguejando me pediu desculpas mas não tirava os olhos do meu corpo e eu completamente imável sem saber o que fazer acabei virando de costas para ele... ele tentou ser natural e me perguntou se o biquíni tinha servido, no que respondi também gaguejando que era muito pequenininho... ele chegou perto de mim e foi olhando o meu bumbum e disse que o modelo que era daquele jeito... foi chegando mais perto e sentou na cama bem práximo de mim, pediu para que eu virasse de frente para ver se tinha algum defeito e eu morrendo de vergonha mas sem saber lidar com a situação acabei virando e percebi que ele grudou os olhos em mim... nem olhei para baixo pois sabia que ele tava vendo parte da minha intimidade, pois como na época não me depilava, boa parte dos pelos de minha vagina estavam saindo pela lateral do biquíni.
Ele disse que tinha um fiozinho na lateral e se podia tirar...nem respondi sá senti o seu dedo tocando em minha virilha e ir puxando o tal fiozinho, mas depois que ele tirou o fiozinho ficou passando os dedos bem de levinho nos meus pelinhos... fui ficando completamente sem sentidos, não sabia se deixava ou se parava de vez com aquilo, foi quando ele me puxou um pouquinho mais para perto e deu um beijo em meu umbigo e foi dando beijinhos em toda a minha barriga e foi subindo bem devagar até chegar nos meus seios que estavam protegidos pelas minhas mãos... ele foi beijando minha mão esquerda e foi devagarinho colocando a lingua entre meus dedos e eu fui afrouxando e deixando até ele encostar a ponta da língua no biquinho... nossa que sensação maravilhosa... ele ia lambendo bem devagarinho e eu ia cada vez mais abrindo os dedos até que deixei o seio todo exposto ele foi chupando bem gostoso... perdi todo o pudor e compostura e acabei pegando o pescoço dele e puxando para o meu seio como se quisesse que ele engolisse... e ele foi alternando entre os dois seios, hora chupava um hora outro e eu ali toda entregue até que ele me puxou e me fez sentar com as pernas abertas sobre a suas coxas, pois ele tava bem na beirinha da cama e continuou a chupar os meus seios... passou uns cinco minutos e olhei para o lado e vi pelo espelho que ele tava sem camisa, nem percebi ele tirando, e pedi para ele parar pois estava indo longe demais, mas ele me deu um beijo na boca e falou que eu também tinha o direito de ver ele pelo menos de sunga, pois ele tinha me visto de biquíni e que isso não era justo... na hora disse que não e sai do colo dele mas ele rapidamente tirou as calças e ficou ali somente de sunga e com um negácio bem duro e grande por baixo dela... tentei pegar as minhas roupas mas ele me puxou novamente e me fez sentar em suas coxas de frente para ele, na mesma posição anterior, de pernas bem abertas e quase encostando minha bucetinha naquele negácio duro... tentei novamente me desvencilhar mas quando ele pôs um dos seios na boca a minha resistência foi para o espaço... deixei ele ir chupando e ele foi lentamente me puxando para perto do seu corpo e quando senti o contato do seu pau em minha bucetinha mesmo por cima da sunga e do biquíni quase desmaiei... ele foi deitando e me puxando para cima de seu corpo e eu como que por extinto comecei a me esfregar em seu pau... nossa como tava bom... fui me esfregando... esfregando... e senti que tava com a buceta completamente ensopada quase gozando pela primeira vez na vida... foi quando percebi que ele tinha abaixado um pouco a sunga e eu estava esfregando nele protegida apenas pelo biquíni... na hora até quis parar mais como já tava quase gozando acabei deixando e me esfreguei com mais força ainda e quando menos espero ele desamarrou as laterais do biquíni... fiquei novamente sem ação e parei, mas ele rapidamente ergueu a cabeça e abocanhou um dos seios e então comecei novamente a ir pra frente e pra trás naquele pau e o biquíni aos poucos foi descendo e ai sim senti pela primeira vez o contato direto daquela carne dura e quentinha na minha bucetinha ... fiquei alucinada e comecei a me esfregar quase que com violência naquele pau estava tão bom que quase não ouvi ele me pedindo para que eu abrisse a bucetinha um pouquinho pois os meus pelos estava machucando um pouco o seu pau... ai com os dedos pequei os lábios de minha buceta abri ao máximo e sentei novamente naquele pau... ficou muito mais gostoso pois deslizava mais fácil e o prazer ficou ainda maior... quando ele percebeu que eu tava quase gozando fez com que eu parasse e puxou o meu corpo um pouco para cima e segurou o seu pau e encaixou a cabeça bem na entradinha da minha buceta... na hora disse que não pois era virgem e que sá deixaria ele esfregar... mas ele foi insistindo e pedindo para colocar apenas a pontinha pois na posição que estávamos eu quem comandaria tudo... comecei então a por e tirar bem devagarinho a cabeçinha dentro da minha bucetinha... quando eu colocava sentia uma dorzinha e tirava novamente... cada vez que eu colocava sentia entrando mais um pouquinho, mas quando sentia a dorzinha tirava novamente, fui fazendo isso por vários minutos e a dorzinha ficava cada vez menor, pois o meu hímen foi acostumando com aquelas investidas e foi laçeando.. até que ele disse que ia gozar pois não tava aguentando...
e eu sem medir as consequências, pois não tomava nenhum remédio, acabei deixando a cabeça do pau bem dentro e quando senti o primeiro jato de porra comecei a gozar também e acabei descendo o corpo para baixo engolindo todo o seu pau... foi uma sensação maravilhosa... quando encostei os meus pelos no dele ainda estávamos gozando e eu ia sentido jatos e jatos de porra entrando bem no fundo de minha buceta. Quando terminamos de gozar cai desfalecida em cima dele, a dor da penetração não chegou nem perto do prazer que senti, não tinha forças nem para me erguer... quando eu sai de cima dele um rio de porra misturado com sangue saiu de dentro de mim... não acreditei que tinha deixado ele me descabaçar e ainda ter deixado gozar dentro. Fiquei completamente desorientada, mas ele foi tão carinhoso que nem pensei mais nas consequências. Graças a Deus não engravidei e comecei a tomar remédio escondido dos meus pais, pois depois dessa primeira vez acabei saindo direto com o Marcos, estamos noivos há dois anos e foi ele que me ensinou tudo sobre sexo... engolir a sua porra eu já fiz um monte de vez e até dar a bundinha para ele eu já dei, aliás eu adoro quando ele come meu cuzinho e na hora de gozar ele tira e goza dentro da bucetinha... é muito gostoso... espero que tenham gostado
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19.7.16
3.11.15
SEDUZIDA PELO CASAL
A primeira vez que eu o encontrei foi na saída do banco! Chegou, pediu desculpas e foi falando que eu era linda, que sentia atração irresistível por mulheres negras, de bunda grande e arrebitada, que vinha me sondando e seu sonho era transar comigo. Disse que se meu marido quisesse podia comer a mulher dele que descreveu como baixinha, mas muito gostosa.
Desconversei, e embora de pele escura, confesso que fiquei ruborizada, tal a direta do homem.
Contei o episádio para meu marido e trepamos gostoso naquela noite!
Tempos depois, na escola da piazada, enquanto eu aguardava a saída, conheci uma moça baixinha e simpática, que tinha um menino na mesma escola. Ficávamos conversando esperando o tempo passar. Notei que sempre que conversava com a Suzana ela não desgrudava os olhos de mim e sempre me enchia de elogios.
Numa ocasião a Suzana não levou seu guri para a aula, que foi levada o pelo pai. Qual não foi a minha surpresa quando descobri que o marido da Suzana era o mesmo que disse que queria me comer na saída do banco.
Logo o telefone começou a tocar todos os dias lá em casa e o Adelmo, marido da Suzana me assediava, que era louco por mim e que ele e a mulher tinham verdadeira tara de me levar para a cama. Eu procurava ser simpática e sempre desviava a conversa.
Saquei que o Adelmo e a Suzana trabalhavam juntos para me pegarem, pois foi ela que me pediu o número do telefone para contato e presumi que a presença da criança deles na mesma escola dos meus a partir do meio do ano, era mais um pretexto para se aproximarem de mim!
Daí em diante o assédio continuou com o Adelmo me cantando pelo telefone e a Suzana ao vivo, sem rodeios na saída da aula. Já estava irritada, não atendia ao telefone que ficava com o número gravado, e pedia para outra vizinha levar os meninos para a escola. Ainda por cima o Adelmo não era de chamar atenção, inclusive sendo mais baixo que meu marido.
Porém, uma briga com meu marido numa noite transformou a situação. Eu que não pretendia de forma alguma trair meu esposo, fiquei com muita raiva e fragilizada pela briga e ao mesmo tempo tentada, resolvi experimentar a aventura.
Quando no outro dia encontrei a Suzana, apás mais uma investida carinhosa dela, cedi e falei que topava a aventura. Eu estava muito braba com meu marido e ao mesmo tempo estava ficando excitada com a situação, afinal qual mulher não nutre o desejo de trair o esposo, mesmo que seja apenas uma fantasia. A Su, não escondeu a alegria e marcamos o encontro no início da outra tarde em minha casa.
No outro dia, pontuais, ambos chegaram e eu os atendi muito nervosa, mas ciente que já era tarde para desistir. O Adelmo abriu um vinho e bebericamos devagar, falando amenidades. Fiquei meio zonza e a Suzana sentou do meu lado, falou que eu era bela, exática e me tascou um beijo na boca. Senti-me estranha ao ser beijada por uma mulher, coisa que jamais havia feito, todavia não esbocei reação. O Adelmo também veio e me pegou com força beijando-me e apertando-me. Pedi para que parassem, mas ele me pegou no colo e foi me beijando forçosamente até a cama de nossa suíte. Jogou-me na cama e a Suzana, pulou em cima de mim, sem dar tempo de eu respirar e tentar desistir. A Su me bolinava por inteiro, enquanto o Adelmo agilmente tirava uma roupa dela, outra minha, ou melhor, rasgava nossas roupas. Totalmente nuas com a Suzana por cima de mim esfregando a sua buceta na minha, eu ainda tentando resistir, mas sem forças, principalmente quando ela largou a minha boca e foi descendo devagarzinho entretendo-se entre os dois mamilos por um longo tempo. Desceu para o umbigo, passou a língua e de supetão começou a chupar minha vagina. Nossa como ela chupava bem, eu que adoro ser chupada pelo meu marido estava me mijando de prazer.
Quando abri os olhos o Adelmo se masturbava, segurando um tronco nas mãos. - Olhe que coisa mais linda, minha morena gostosa, vamos chupá-lo?
O Adelmo mandou que nos ajoelhássemos e alternou o pinto entre a Suzana e eu. Era o segundo pinto que eu chupava, e olhe que fazia tempo que eu não chupava o do meu marido. Essa sensação de chupar um pinto diferente aumentou o meu delírio. De repente sá eu colocava aquele pinto na boca, enquanto que a Su pincelava minha buceta com os dedinhos.
- Acho que ela está pronta amor, transforme essa negra gostosa numa vadia1
Enquanto a Suzana me segurava pelo pescoço, e eu de quatro, o Adelmo se preparou e começou a colocar sua ferramenta em minha vagina. Eu tremia de medo e de excitação. O pinto do Adelmo dava dois daquele nanico do pintinho meu esposo do que é grosso, mas muito curto, e que até então era o único que eu conhecera!
Por estar lavada de tesão a piroca foi entrando facilmente. O Adelmo foi colocando devagarzinho. Demorou até eu sentir as bolas batendo na minha bunda. A Suzana, louca de tesão gritava:
- Tá gostando da piroca, tá? Fez um monte de cu doce e agora tá tomando na buceta sua cadela, sem-vergonha? Qual pica é mais gostosa? A do teu homem, ou esta que tá fazendo você chorar. Por uns cinco minutos o Adelmo ficou parado, com a rola enterrada na minha buceta. A Suzana me segurava pelos ombros, Ã s vezes, me beijava, Ã s vezes gritava comigo e humilhava meu marido.
- Segura a piranha Su, que agora vou destroçar ela. Dito isso o Adelmo me pegou pelos cabelos, puxou com as duas mãos e me deixando como uma égua começou a tirar e a por seu pau, primeiro devagar, mas depois foi acelerando como um louco. Estava alucinando e me esfolava viva, gritando:
- Agora você é minha puta, aquele teu marido é um corno, um viadinho que não sabe comer uma negra deliciosa como você!
- Arrebenta ela, arrebenta esta puta traidora, Adelmo.
- Vai Adelmo, me fode com este pauzão, não para, isso que é pinto e não aquela coisinha. Agora meu marido é corno.
- É corno sim aquele filho da puta. Vou arreganhar você para ele ver, puta gostosa!
- Arromba minha buceta, me transforme em mulher de verdade, meu machão. Você é bom demais, to gozando nessa pica, to subindo aos céus comedor filho da puta, Su você é que tem sorte de ter um macho assim!
O cara meteu em mim meia hora sem parar, tive vários orgasmos, a Su me dava tapas na cara e o Adelmo quase arrancou meus cabelos, não largando nunca, até que finalmente despejou um balde porra na minha buceta.
Engravide essa vagabunda, Adelmo, engravide!
Depois de um intervalo que eu fiquei deitada no meio dos dois, descansando a Su sugeriu:
- A transforme numa puta completa Adelmo. Assim a Suzana procurou o meu cuzinho, fazendo-me gemer quando enfiou um dedo nele. Eu sentia a buceta toda esfolada e já aguardava o inevitável. Eles iam foder o meu cu. Enquanto a Su brincava com o meu cuzinho, o Adelmo colocou o seu pinto ainda mole na minha boca e perguntou:
- Seu mariodo come o seu cuzinho?
- Já comeu, mas agora faz muito tempo que não dou o cuzinho para ele, apesar dele insistir. E o pinto dele é bem menor que o seu.
Pensei que com a resposta ele desistiria, mas ele me beijou e depois mandou em chupar o seu pintão até o deixa estourando de duro.
Minha boca quase não abocanhava aquela tora que ele fodia como se você uma buceta. Tava com a boca doendo achei que se ele gozasse não comeria meu cu. Em vão, pois ele havia gozado há pouco tempo na minha buceta e agora ele ia demorar. Estava nervosa e comecei a implorar.
- Não Adelmo, não coma meu cu, goza na minha boca, o seu pinto é muito grande, você vai me matar.
- Cala a boca gostosa, azar a do seu marido se ele não come teu cu, com uma bunda gostosa desse jeito, eu vou arrombá-la. Nunca mais você vai me esquecer. Põe ela de quatro e segura a potranca Simone. Ela nunca mais vai esquecer esse dia! Com os pés no chão me apoiaram de bruços na cama, a Su segurou minha cabeça na cama e o Adelmo, depois de lamber o meu cu, começou o ataque final.
- Come a nega Adelmo, fode o cu dessa vadia.
- To enfiando, ah..., ah..., já passou a cabeça, segura ela.
- Morde a fronha vagabunda e aguenta a vara no cu! Eu mordi e o Adelmo colocou tudo de uma sá vez. Senti as pregas do meu cu, sendo dilaceradas. Estava sendo partida em duas.
- Piedade, piedade... O Adelmo não teve dá, como um cavalo me possuiu. Eu era xingada pelos dois de tudo o que vinha na boca deles. Meu marido também era tachado de tudo quanto é adjetivo xulo.
Chorei, gritei, esperneei, mas não teve jeito. Algum tempo depois a dor foi sendo substituída por um prazer lento e crescente, até atingir o auge. Havia gozado pelo cu.
- Arrebente meu cu Adelmo, agora sou sua fêmea, me come seu cadelo, estou gozando pelo cuzinho. Nunca mais aquele corno vai me comer. Sá você com esse pau descomunal. To gozando, ah..., ah....., ah....
- Agora é um cuzão vadia, to enchendo seu intestino de porra quente.
Terminada a curra, apás algum descanso eles se vestiram e se despediram sarcasticamente, mandando lembranças para o novo corno da praça.
Eu me arrastei, toda dolorida para o banheiro, precisava me recompor, buscar as crianças na escola, ver a cara sarcástica da Suzana na escola e preparar o jantar para o corno do meu marido!
Desconversei, e embora de pele escura, confesso que fiquei ruborizada, tal a direta do homem.
Contei o episádio para meu marido e trepamos gostoso naquela noite!
Tempos depois, na escola da piazada, enquanto eu aguardava a saída, conheci uma moça baixinha e simpática, que tinha um menino na mesma escola. Ficávamos conversando esperando o tempo passar. Notei que sempre que conversava com a Suzana ela não desgrudava os olhos de mim e sempre me enchia de elogios.
Numa ocasião a Suzana não levou seu guri para a aula, que foi levada o pelo pai. Qual não foi a minha surpresa quando descobri que o marido da Suzana era o mesmo que disse que queria me comer na saída do banco.
Logo o telefone começou a tocar todos os dias lá em casa e o Adelmo, marido da Suzana me assediava, que era louco por mim e que ele e a mulher tinham verdadeira tara de me levar para a cama. Eu procurava ser simpática e sempre desviava a conversa.
Saquei que o Adelmo e a Suzana trabalhavam juntos para me pegarem, pois foi ela que me pediu o número do telefone para contato e presumi que a presença da criança deles na mesma escola dos meus a partir do meio do ano, era mais um pretexto para se aproximarem de mim!
Daí em diante o assédio continuou com o Adelmo me cantando pelo telefone e a Suzana ao vivo, sem rodeios na saída da aula. Já estava irritada, não atendia ao telefone que ficava com o número gravado, e pedia para outra vizinha levar os meninos para a escola. Ainda por cima o Adelmo não era de chamar atenção, inclusive sendo mais baixo que meu marido.
Porém, uma briga com meu marido numa noite transformou a situação. Eu que não pretendia de forma alguma trair meu esposo, fiquei com muita raiva e fragilizada pela briga e ao mesmo tempo tentada, resolvi experimentar a aventura.
Quando no outro dia encontrei a Suzana, apás mais uma investida carinhosa dela, cedi e falei que topava a aventura. Eu estava muito braba com meu marido e ao mesmo tempo estava ficando excitada com a situação, afinal qual mulher não nutre o desejo de trair o esposo, mesmo que seja apenas uma fantasia. A Su, não escondeu a alegria e marcamos o encontro no início da outra tarde em minha casa.
No outro dia, pontuais, ambos chegaram e eu os atendi muito nervosa, mas ciente que já era tarde para desistir. O Adelmo abriu um vinho e bebericamos devagar, falando amenidades. Fiquei meio zonza e a Suzana sentou do meu lado, falou que eu era bela, exática e me tascou um beijo na boca. Senti-me estranha ao ser beijada por uma mulher, coisa que jamais havia feito, todavia não esbocei reação. O Adelmo também veio e me pegou com força beijando-me e apertando-me. Pedi para que parassem, mas ele me pegou no colo e foi me beijando forçosamente até a cama de nossa suíte. Jogou-me na cama e a Suzana, pulou em cima de mim, sem dar tempo de eu respirar e tentar desistir. A Su me bolinava por inteiro, enquanto o Adelmo agilmente tirava uma roupa dela, outra minha, ou melhor, rasgava nossas roupas. Totalmente nuas com a Suzana por cima de mim esfregando a sua buceta na minha, eu ainda tentando resistir, mas sem forças, principalmente quando ela largou a minha boca e foi descendo devagarzinho entretendo-se entre os dois mamilos por um longo tempo. Desceu para o umbigo, passou a língua e de supetão começou a chupar minha vagina. Nossa como ela chupava bem, eu que adoro ser chupada pelo meu marido estava me mijando de prazer.
O Adelmo mandou que nos ajoelhássemos e alternou o pinto entre a Suzana e eu. Era o segundo pinto que eu chupava, e olhe que fazia tempo que eu não chupava o do meu marido. Essa sensação de chupar um pinto diferente aumentou o meu delírio. De repente sá eu colocava aquele pinto na boca, enquanto que a Su pincelava minha buceta com os dedinhos.
- Acho que ela está pronta amor, transforme essa negra gostosa numa vadia1
Enquanto a Suzana me segurava pelo pescoço, e eu de quatro, o Adelmo se preparou e começou a colocar sua ferramenta em minha vagina. Eu tremia de medo e de excitação. O pinto do Adelmo dava dois daquele nanico do pintinho meu esposo do que é grosso, mas muito curto, e que até então era o único que eu conhecera!
Por estar lavada de tesão a piroca foi entrando facilmente. O Adelmo foi colocando devagarzinho. Demorou até eu sentir as bolas batendo na minha bunda. A Suzana, louca de tesão gritava:
- Tá gostando da piroca, tá? Fez um monte de cu doce e agora tá tomando na buceta sua cadela, sem-vergonha? Qual pica é mais gostosa? A do teu homem, ou esta que tá fazendo você chorar. Por uns cinco minutos o Adelmo ficou parado, com a rola enterrada na minha buceta. A Suzana me segurava pelos ombros, Ã s vezes, me beijava, Ã s vezes gritava comigo e humilhava meu marido.
- Segura a piranha Su, que agora vou destroçar ela. Dito isso o Adelmo me pegou pelos cabelos, puxou com as duas mãos e me deixando como uma égua começou a tirar e a por seu pau, primeiro devagar, mas depois foi acelerando como um louco. Estava alucinando e me esfolava viva, gritando:
- Agora você é minha puta, aquele teu marido é um corno, um viadinho que não sabe comer uma negra deliciosa como você!
- Arrebenta ela, arrebenta esta puta traidora, Adelmo.
- Vai Adelmo, me fode com este pauzão, não para, isso que é pinto e não aquela coisinha. Agora meu marido é corno.
- É corno sim aquele filho da puta. Vou arreganhar você para ele ver, puta gostosa!
- Arromba minha buceta, me transforme em mulher de verdade, meu machão. Você é bom demais, to gozando nessa pica, to subindo aos céus comedor filho da puta, Su você é que tem sorte de ter um macho assim!
O cara meteu em mim meia hora sem parar, tive vários orgasmos, a Su me dava tapas na cara e o Adelmo quase arrancou meus cabelos, não largando nunca, até que finalmente despejou um balde porra na minha buceta.
Engravide essa vagabunda, Adelmo, engravide!
Depois de um intervalo que eu fiquei deitada no meio dos dois, descansando a Su sugeriu:
- A transforme numa puta completa Adelmo. Assim a Suzana procurou o meu cuzinho, fazendo-me gemer quando enfiou um dedo nele. Eu sentia a buceta toda esfolada e já aguardava o inevitável. Eles iam foder o meu cu. Enquanto a Su brincava com o meu cuzinho, o Adelmo colocou o seu pinto ainda mole na minha boca e perguntou:
- Seu mariodo come o seu cuzinho?
- Já comeu, mas agora faz muito tempo que não dou o cuzinho para ele, apesar dele insistir. E o pinto dele é bem menor que o seu.
Pensei que com a resposta ele desistiria, mas ele me beijou e depois mandou em chupar o seu pintão até o deixa estourando de duro.
Minha boca quase não abocanhava aquela tora que ele fodia como se você uma buceta. Tava com a boca doendo achei que se ele gozasse não comeria meu cu. Em vão, pois ele havia gozado há pouco tempo na minha buceta e agora ele ia demorar. Estava nervosa e comecei a implorar.
- Não Adelmo, não coma meu cu, goza na minha boca, o seu pinto é muito grande, você vai me matar.
- Cala a boca gostosa, azar a do seu marido se ele não come teu cu, com uma bunda gostosa desse jeito, eu vou arrombá-la. Nunca mais você vai me esquecer. Põe ela de quatro e segura a potranca Simone. Ela nunca mais vai esquecer esse dia! Com os pés no chão me apoiaram de bruços na cama, a Su segurou minha cabeça na cama e o Adelmo, depois de lamber o meu cu, começou o ataque final.
- Come a nega Adelmo, fode o cu dessa vadia.
- To enfiando, ah..., ah..., já passou a cabeça, segura ela.
- Morde a fronha vagabunda e aguenta a vara no cu! Eu mordi e o Adelmo colocou tudo de uma sá vez. Senti as pregas do meu cu, sendo dilaceradas. Estava sendo partida em duas.
- Piedade, piedade... O Adelmo não teve dá, como um cavalo me possuiu. Eu era xingada pelos dois de tudo o que vinha na boca deles. Meu marido também era tachado de tudo quanto é adjetivo xulo.
Chorei, gritei, esperneei, mas não teve jeito. Algum tempo depois a dor foi sendo substituída por um prazer lento e crescente, até atingir o auge. Havia gozado pelo cu.
- Arrebente meu cu Adelmo, agora sou sua fêmea, me come seu cadelo, estou gozando pelo cuzinho. Nunca mais aquele corno vai me comer. Sá você com esse pau descomunal. To gozando, ah..., ah....., ah....
- Agora é um cuzão vadia, to enchendo seu intestino de porra quente.
Terminada a curra, apás algum descanso eles se vestiram e se despediram sarcasticamente, mandando lembranças para o novo corno da praça.
Eu me arrastei, toda dolorida para o banheiro, precisava me recompor, buscar as crianças na escola, ver a cara sarcástica da Suzana na escola e preparar o jantar para o corno do meu marido!
MASSAGEM NOS PÉS
Minha esposa recebeu um convite de reunião pra casais no âmbito religioso, era uma reunião onde só pra casais. Casado a 28anos, ela achou que deveríamos participar, pois apesar de estarmos em dia com nossas obrigações sexuais, mais ela reclamava da falta de atenção e compreensão. Era um sábado e lá estávamos nás, reunidos, notei que apesar das muitas inscrições, estávamos e 08 casais, na porta fomos recebidos por uma secretaria, depois descobri que era a esposa do orador, notei logo assim que a vi, que se vestia para o crime! Usava uma saia justíssima, até a altura de seus joelhos, um sapato salto alto, uma blusa com um decote generoso, um perfume que exalava todo o recinto, embriagando minha alma e aguçando meu libido, afinal não sou homem de carne e osso... Com seu olhar malicioso, provocativo, seus passos firmes, seus gestos, levou-nos até a sala de reunião? Tudo preparado, no fundo tinha um divã ou era um sofá, não entendo bem disso. Quando iniciou, Roberto o sociálogo começou a palestra e cheio de brincadeira, pra deixar os casais mais à vontade, eu busquei pela sua secretaria, meus olhos a encontrou sentadinha com suas pernas cruzadas em minha frente me deixando hipnotizado com tudo aquilo, ela cruzava e descruzava aquelas lindas pernas... Depois de muitos bate papo, o Dr. Roberto resolveu passa um filme a respeito dos pontos vitais da mulher e do homem... Não acreditei, era sua esposa que falava no filme, rapaz, linda, cabelos longos, loira, olhos verdes, pele bronzeada, corpo escultural, uma bunda magnífica, pernas torneadas, seios fartos.
Uma mulher de parar o trânsito de enlouquecer uma beleza escultural. Ela explicava direitinho como as mulheres se satisfazem com caricias, eu estava hipnotizado por aquela mulher, minha esposa já tinha notado e ate tinha me beliscou e disse toma tento seu tarado. Apás o filme, o Dr. Roberto disse: A mulher tem prazer nos toques, cada parte da mulher devem ser explorada com muito carinho e tesão, vocês homens sabiam que uma boa massagem nos pés leva uma mulher ao orgasmo? Só com a massagem sem penetração? Dei uma risada! Ele disse: você nunca fez isso com sua esposa? Antes que eu respondesse minha esposa disse: Massagem? Isso ele não é bom, eu sonho com umas massagens nos meus pés, mais ele não sabe como faz! Ele falou, se quiser senta aqui no diva que eu ensino seu esposo a faz uma massagens até você se derreter de prazer! Minha esposa deu um risada safada e maliciosa, confesso que me deixou excitado. E antes que ele pedisse a minha permissão, pra demonstrar a tais técnicas, minha esposa estava de pé pronta pra ser a cobaia do Doutor. - Que loucura? ? tentei argumentar e segurar minha esposa pelas mãos mais ela feito uma louca já se colocava na frente do Doutor, notei que ele ficou comendo ela com os olhos, minha esposa uma morena dos seus 40 anos, bunda redonda e gostosa, seios grandes, ela usava uma saia e com uma blusa, o decote deixava amostra parte da delicia dos seus seios que eu tanto amo e mamo, sua bocetinha era protegida por uma minúscula calcinha... Luz de centro nos pés da minha esposa, suas coxas lindas ficaram amostra quando ela sentou, cruzou as pernas, o Doutor na maior naturalidades, pegou e tirou sua sandália e descruzou as pernas dela, notei que sua calcinha ficou amostra pra ele, que com um sorriso safado, apreciou a bela visão daquelas coxas e sua bocetinha, que quase engolia aquela calcinha.
Minha esposa deixou seu corpo escorrer pela poltrona que acabara de sentar, relaxou-se, abriu as pernas um pouquinho deixando mais amostra sua gostosura, não acreditei que aquilo estava acontecendo, ela já estava entregue as mãos do Roberto, ele tinha o prazer de acariciar os pés dela e apreciar a visão daquela boceta que engolia sua pequena calcinha vermelha, até o momento era só minha... No divã, o Doutor Fazia a massagem nos pés dela, e ia explicando aos casais como era o procedimento daquela massagem, isso a deixou louca de tesão, pois ela já se contorcia e gemia com a massagem do Dr. Roberto, ele massageava os pés e as batatas das pernas e chegava ate seu joelho foram 20 minutos de massagem e pude ver e ouvir os gemidos da minha esposa, e aos gritos e gemidos ela se redeu ao seu gozo... Como era possível minha esposa gozar com a massagem do Roberto nos pés, teus seios rígidos quase furava sua blusa, pude ver suas coxas nuas, lançando um gemido fundo deixando amostra toda sua tesão...A platéia todas quietas e pasma com a sessão de massagem nos pés... O Doutor anunciou o fim da massagem e minha esposa se recompôs e veio ao meu encontro e me deu um delicioso beijo, eu podia sentir o cheiro do seu sexo no ar, ali estava ela gozada sem ao menos ser tocada, ela falou no meu ouvido: Gozei amor, muito mesmos... Ao terminar a palestra, foi servido um coquetel e pude conversar com a esposa do Doutor Ela uma mulher muito fantástica, elogiou a peforme da minha esposa e disse: quem sabe uma hora ela podia mostrar alguma técnica pra melhora minha vida sexual com minha esposa, procurei por minha esposa e notei que ela num canto falando com o Roberto, vi que ela pegar um cartão com ele, ela veio ao meu encontro e saímos e já na dentro da nossa Picape, ela veio e me deu um beijo muito molhado, cheio de tesão e ternura, desci minha mão ate sua bucetinha e constatei que a estava toda encharcada, escorrendo, acariciei-a, toda depiladinha, meus dedos foi ganhando espaço e ela gemeu e pediu: Fode-me aqui no carro bem gostoso! Aqui? Agora amor, preciso do seu pau! Pulamos para o banco de trás da VAN e comecei a beijar seus lábios, seu pescoço, fui descendo minha cabeça lambendo os mamilos, um de cada vez, trincando-os levemente com os dentes. A vantagem de ter seios grandes é essa, dá para pôr a boca neles e se fartar. Ela puxou minha cabeça ate sua boceta depilada, afastei sua calcinha e chupei seus lábios carnudos, penetrei-a com minha língua, ela se reganhou toda, eu na fúria do meu tesão, arranquei sua minúscula calcinha, rasgando-a, joguei num canto qualquer e continuei a mamar naquela boceta quente e úmida, ela gemia alto, completamente alucinada, aquele homem tinha mexido com ela e agora eu estava aproveitando da sua tesão, ela rebolava na minha boca e enfiei o dedo no seu anel de couro, tirando ainda mais prazer daquele corpo em chama...
Os meus gemidos aumentavam de intensidade, assim como o seu prazer e aos gritos ela pediu: coloca seu pau na minha boceta vem... Ela abaixou minhas calças e sentou em cima do meu pau de frente pra mim, e começou a cavalgar loucamente, teus seios livres comecei a mamar e morder os biquinhos, ela esta alucinada e gemia e rebolava, aproveitei pra continuar acariciando seu anel de coro, minha esposa aos gritos gozou varias vezes seguida sentada em meu pau e aos pouco foi ficando quieta sentada no meu colo e se se encostou ao meu ombro e disse: não mexa! Fique quieto! Senti sua buceta pulsar e m, amar meu pau duro... Ela me beijou e se recompões e eu fiquei ali de pau duro, ela vendo aquilo, não se fez de arrogada e caiu de boca...
Uauuuuu que isso, ela nunca tinha chupado assim, esta louca de tesão, mamava nele babando nele, notei que ela devia estar chupando meu pau pensando no do Doutor, alucinado gozei em sua boca, foi à primeira vez que ela engoliu todinho meu liquido, pegando ate a ultima gotinha e depois veio e disse ao meu ouvido: agradeça ao Doutor Por essa minha louca tesão amor, notei que ela estava com uma cara de putinha safada. Saímos dali e o fim da noite foi maravilhosa, acabei sendo detonado por a minha louca e tarada esposa, isso graças a massagem do Doutor nos pés dela.
Uma mulher de parar o trânsito de enlouquecer uma beleza escultural. Ela explicava direitinho como as mulheres se satisfazem com caricias, eu estava hipnotizado por aquela mulher, minha esposa já tinha notado e ate tinha me beliscou e disse toma tento seu tarado. Apás o filme, o Dr. Roberto disse: A mulher tem prazer nos toques, cada parte da mulher devem ser explorada com muito carinho e tesão, vocês homens sabiam que uma boa massagem nos pés leva uma mulher ao orgasmo? Só com a massagem sem penetração? Dei uma risada! Ele disse: você nunca fez isso com sua esposa? Antes que eu respondesse minha esposa disse: Massagem? Isso ele não é bom, eu sonho com umas massagens nos meus pés, mais ele não sabe como faz! Ele falou, se quiser senta aqui no diva que eu ensino seu esposo a faz uma massagens até você se derreter de prazer! Minha esposa deu um risada safada e maliciosa, confesso que me deixou excitado. E antes que ele pedisse a minha permissão, pra demonstrar a tais técnicas, minha esposa estava de pé pronta pra ser a cobaia do Doutor. - Que loucura? ? tentei argumentar e segurar minha esposa pelas mãos mais ela feito uma louca já se colocava na frente do Doutor, notei que ele ficou comendo ela com os olhos, minha esposa uma morena dos seus 40 anos, bunda redonda e gostosa, seios grandes, ela usava uma saia e com uma blusa, o decote deixava amostra parte da delicia dos seus seios que eu tanto amo e mamo, sua bocetinha era protegida por uma minúscula calcinha... Luz de centro nos pés da minha esposa, suas coxas lindas ficaram amostra quando ela sentou, cruzou as pernas, o Doutor na maior naturalidades, pegou e tirou sua sandália e descruzou as pernas dela, notei que sua calcinha ficou amostra pra ele, que com um sorriso safado, apreciou a bela visão daquelas coxas e sua bocetinha, que quase engolia aquela calcinha.
Minha esposa deixou seu corpo escorrer pela poltrona que acabara de sentar, relaxou-se, abriu as pernas um pouquinho deixando mais amostra sua gostosura, não acreditei que aquilo estava acontecendo, ela já estava entregue as mãos do Roberto, ele tinha o prazer de acariciar os pés dela e apreciar a visão daquela boceta que engolia sua pequena calcinha vermelha, até o momento era só minha... No divã, o Doutor Fazia a massagem nos pés dela, e ia explicando aos casais como era o procedimento daquela massagem, isso a deixou louca de tesão, pois ela já se contorcia e gemia com a massagem do Dr. Roberto, ele massageava os pés e as batatas das pernas e chegava ate seu joelho foram 20 minutos de massagem e pude ver e ouvir os gemidos da minha esposa, e aos gritos e gemidos ela se redeu ao seu gozo... Como era possível minha esposa gozar com a massagem do Roberto nos pés, teus seios rígidos quase furava sua blusa, pude ver suas coxas nuas, lançando um gemido fundo deixando amostra toda sua tesão...A platéia todas quietas e pasma com a sessão de massagem nos pés... O Doutor anunciou o fim da massagem e minha esposa se recompôs e veio ao meu encontro e me deu um delicioso beijo, eu podia sentir o cheiro do seu sexo no ar, ali estava ela gozada sem ao menos ser tocada, ela falou no meu ouvido: Gozei amor, muito mesmos... Ao terminar a palestra, foi servido um coquetel e pude conversar com a esposa do Doutor Ela uma mulher muito fantástica, elogiou a peforme da minha esposa e disse: quem sabe uma hora ela podia mostrar alguma técnica pra melhora minha vida sexual com minha esposa, procurei por minha esposa e notei que ela num canto falando com o Roberto, vi que ela pegar um cartão com ele, ela veio ao meu encontro e saímos e já na dentro da nossa Picape, ela veio e me deu um beijo muito molhado, cheio de tesão e ternura, desci minha mão ate sua bucetinha e constatei que a estava toda encharcada, escorrendo, acariciei-a, toda depiladinha, meus dedos foi ganhando espaço e ela gemeu e pediu: Fode-me aqui no carro bem gostoso! Aqui? Agora amor, preciso do seu pau! Pulamos para o banco de trás da VAN e comecei a beijar seus lábios, seu pescoço, fui descendo minha cabeça lambendo os mamilos, um de cada vez, trincando-os levemente com os dentes. A vantagem de ter seios grandes é essa, dá para pôr a boca neles e se fartar. Ela puxou minha cabeça ate sua boceta depilada, afastei sua calcinha e chupei seus lábios carnudos, penetrei-a com minha língua, ela se reganhou toda, eu na fúria do meu tesão, arranquei sua minúscula calcinha, rasgando-a, joguei num canto qualquer e continuei a mamar naquela boceta quente e úmida, ela gemia alto, completamente alucinada, aquele homem tinha mexido com ela e agora eu estava aproveitando da sua tesão, ela rebolava na minha boca e enfiei o dedo no seu anel de couro, tirando ainda mais prazer daquele corpo em chama...
Os meus gemidos aumentavam de intensidade, assim como o seu prazer e aos gritos ela pediu: coloca seu pau na minha boceta vem... Ela abaixou minhas calças e sentou em cima do meu pau de frente pra mim, e começou a cavalgar loucamente, teus seios livres comecei a mamar e morder os biquinhos, ela esta alucinada e gemia e rebolava, aproveitei pra continuar acariciando seu anel de coro, minha esposa aos gritos gozou varias vezes seguida sentada em meu pau e aos pouco foi ficando quieta sentada no meu colo e se se encostou ao meu ombro e disse: não mexa! Fique quieto! Senti sua buceta pulsar e m, amar meu pau duro... Ela me beijou e se recompões e eu fiquei ali de pau duro, ela vendo aquilo, não se fez de arrogada e caiu de boca...
28.9.15
Traí meu marido na frente dele e sem que ele visse
Traí meu marido na frente dele e sem que ele visse
Sou casada com um homem mais velho que nunca me satisfez sexualmente! Logo, trai-lo é uma coisa muito natural para mim. Caço parceiros em todos os lugares que vou e sempre acho. Não tenho o padrão de beleza exigido pela sociedade, mas sou muito gostosa, simpática e todos os homens quando olham para mim, farejam sexo, estou na era balsequeana, 30 anos, hormônios a flor da pele. Logo, onde vou, acabo fazendo sucesso! Dentre todas as minhas aventuras, creio que essa é a mais perigosa. Era um final de semana de janeiro e como temos uma casa a beira de um lago, decidimos receber alguns amigos! Uma amiga resolveu levar os sobrinhos, um deles (o que logo me chamou atenção) tinha 18 anos, lindo e gostoso, meu primeiro pensamento quando o vi: eu quero!
Passei a manhã de sábado o cercando e claro que vi que ele me queria tanto quanto eu o queria! Só precisava de uma oportunidade para dar muito gostoso para ele! E enfim chegou, após o almoço aqueles que não bebem resolveram dormir, e os que bebem (incluindo eu e aquele que vou chamar de Lucas) resolvemos tomar banho no lago. Claro que eu não perderia aquela oportunidade, se sã já pensava em dar muito gostoso para aquele menino, imagine bêbada! Fomos para o lago, chegando lá, ele não desgrudou de mim, estávamos em umas 8 pessoas, pulamos na água, uns foram para um lado, outros para outro.. eu e o Lucas ficamos sozinhos atrás da lancha e ele começou a me beijar, óbvio que eu retribui, era tanto desejo que nem tivemos tempo de pensar!
Ele já foi tirando aquele pau enorme e gostoso, afastou a minha calcinha de biquíni e meteu de uma vez, tão gostosooo que sinto vontade de gozar só de lembrar. Eu ali apoiada na lancha, de costas para ele, enquanto o seu pau me arrombava gostoso metendo na minha buceta, saindo e metendo no meu cu, coisas que só um pau diferente sabe fazer comigo. Aiiiiiiiiiii… eu nem sei precisar quanto tempo fiquei ali, dando gostoso para aquele gato novinho, eu só sei que quando gozamos, eu olhei para a praia e ali estava meu marido, olhando para a nossa turma bêbada e animada. Não sei o que ele viu ou se ele viu, só sei que ele nada comentou, mas quem estava ali na água, todos viram!
A minha cena de sexo, até então tão inocente, acabou virando um filme pornô e até hoje os homens que estavam presenciando imploram para fazer sexo comigo e me comer gostoso como o Lucas fez! E claro, que dei para todos eles em um outro dia e são outras histórias que depois eu vou contar!
Passei a manhã de sábado o cercando e claro que vi que ele me queria tanto quanto eu o queria! Só precisava de uma oportunidade para dar muito gostoso para ele! E enfim chegou, após o almoço aqueles que não bebem resolveram dormir, e os que bebem (incluindo eu e aquele que vou chamar de Lucas) resolvemos tomar banho no lago. Claro que eu não perderia aquela oportunidade, se sã já pensava em dar muito gostoso para aquele menino, imagine bêbada! Fomos para o lago, chegando lá, ele não desgrudou de mim, estávamos em umas 8 pessoas, pulamos na água, uns foram para um lado, outros para outro.. eu e o Lucas ficamos sozinhos atrás da lancha e ele começou a me beijar, óbvio que eu retribui, era tanto desejo que nem tivemos tempo de pensar!
Ele já foi tirando aquele pau enorme e gostoso, afastou a minha calcinha de biquíni e meteu de uma vez, tão gostosooo que sinto vontade de gozar só de lembrar. Eu ali apoiada na lancha, de costas para ele, enquanto o seu pau me arrombava gostoso metendo na minha buceta, saindo e metendo no meu cu, coisas que só um pau diferente sabe fazer comigo. Aiiiiiiiiiii… eu nem sei precisar quanto tempo fiquei ali, dando gostoso para aquele gato novinho, eu só sei que quando gozamos, eu olhei para a praia e ali estava meu marido, olhando para a nossa turma bêbada e animada. Não sei o que ele viu ou se ele viu, só sei que ele nada comentou, mas quem estava ali na água, todos viram!
A minha cena de sexo, até então tão inocente, acabou virando um filme pornô e até hoje os homens que estavam presenciando imploram para fazer sexo comigo e me comer gostoso como o Lucas fez! E claro, que dei para todos eles em um outro dia e são outras histórias que depois eu vou contar!
9.8.15
Trocando os casais
Quem os visse e os ouvisse, pensaria de certeza que estavam doidos e não iria compreender o que se passava naqueles instantes de pura loucura e orgia constante entre aqueles dois casais deitados no chão, trocando carícias entre ambos, num espaço fechado em que mais nada se ouvia senão os gemidos constantes das mulheres trocadas entre maridos de olhos vidrados de prazer e de êxtase puro, esquecendo-se por completo o mundo e outros espaços circundantes... Quando deram por terminada aquela fase, todos eles olharam uns para os outros, desejando não terem perdido tanto tempo como perderam numa conversa privada, de explicações quase fugazes, rindo-se abertamente por terem concretizado uma situação que julgavam nunca poder acontecer, apesar das suas idades jovens e mentalidades abertas numa época futurista! Ana fechou os olhos para um breve descanso, enquanto Tomás acompanhava Pedro numa ida rápida à cozinha para petiscarem qualquer coisa e comentarem o que se passara, ficando Maria também deitada no tapete macio da sala, olhando para o tecto e rindo-se, um pouco envergonhada talvez... Ana nem conseguia pensar como tudo aquilo acontecera assim, tão repentinamente no primeiro encontro que tiveram com aquele casal um pouco mais experiente naquelas andanças de submundo quase desconhecido para a maioria dos casais que conheciam! Tomás já andava com a idéia de praticar o swing, comentando com a mulher esporadicamente o facto de como seria muito bom experimentarem a troca de casais e de fazerem novas amizades, conhecer outros pontos de vista, não serem marginalizados pelas suas ideias e pensamentos de erotismo, ao que Ana também não se opunha, mas que se sentia apreensiva em fazer a troca de companheiro, não sabendo ao certo como iria terminar tudo aquilo, sem se sentir magoada e pressionada pela ideia de um prazer constante! Combinaram então pesquisarem através da Internet uma sala de conversa própria para este assunto, afim de saberem à priori como seria estarem a teclar com desconhecidos e apresentarem-se, comentando as suas ideias e fantasias... Encontraram por fim, um casal com quem combinaram um encontro para o dia seguinte num final de tarde, numa esplanada ao ar livre. Ana, mesmo assim mostrava-se receosa, talvez por não saber muito bem o que fazer se a situação se tornasse numa realidade, ao que Tomás, achando alguma piada, lhe respondera que se ambos não gostassem do que iriam ver, não iriam praticar as suas fantasias e que tudo aquilo não passaria de um simples encontro de amizade casual...
Mesmo assim, trocaram com o outro casal os números de telemóvel, ficando a conhecer os seus nomes... Pedro e Maria! Quando Ana acordou naquele Domingo e foi preparar o pequeno almoço à cozinha, deparou-se com o pensamento que afinal talvez não lhe fizesse tanta impressão irem ambos ao encontro e se algo acontecesse, não iria ficar de certeza com má impressão do outro casal, porque no seu íntimo, desejava tornar realidade os seus pensamentos mais profundos e saberia por instinto que iriam os quatro pairar sobre uma aventura sensual não só de amizade, mas também de troca de prazer! Na hora combinada, lá estavam Pedro e Maria, vendo-os a aproximarem-se, fixando-lhes o olhar, quem sabe a comentarem a situação, ao que Ana se sentiu um pouco constrangida, agarrando o braço de Tomás com alguma força, pedindo-lhe ajuda, caso ele a visse mais preocupada e envergonhada... Cumprimentaram-se cordialmente, dirigindo-se quase de imediato para a esplanada... Entre risos e uma conversa subjetiva, avançaram para o tema principal que seria o da troca de casais, explicando Pedro que essa situação também tinha as suas regras, em que o respeito mútuo e a amizade eram primordiais, não havendo obrigação alguma em tudo aquilo, estando também a descrição e a liberdade entre os casais no topo da conversa, passando-se depois para a questão da experiência que tiveram Pedro e Maria, ao que Ana respondeu que não tinha nenhuma experiência e Tomás concordando, explicou que tinha sido ele a conversar com a mulher, mostrando-se um pouco mais aberto à ideia do swing, mas que concordava em pleno que apesar de todas as pessoas o quererem praticar, achavam a troca de casais um pecado quase fenomenal, criticando constantemente quem o punha em prática, obrigando essas pessoas a esconderem o prazer de uma forma quase terrível! Ana sentia-se muito à vontade com aqueles dois desconhecidos que abriam as suas ideias de uma forma quase estranha para ela, mas compreendia perfeitamente, pois afinal já não era nenhuma criança e sabia para o que tinha ido, apesar de serem ambos virgens naquela viagem alucinante! Como se aproximava a hora do jantar, começou a ficar o tempo um pouco mais frio, perguntando Pedro e Maria se eles os dois não quereriam ir até à sua casa para conversarem melhor, talvez criando-se um ambiente mais propício para pôr em prática o tal desejo num final de tarde bem passado... A casa de Pedro e Maria tinha um ar confortável, caseiro, amistoso, ficando quase de imediato Ana sentada no sofá de cabedal preto, esperando que a qualquer momento Tomás prosseguisse com a conversa inacabada, ao que não aconteceu, ficando Pedro sentado numa cadeira trocando as impressões finais com ela, que questionava novamente o que tinha perguntado antes na esplanada, talvez tentando dissuadir a decisão que já tinha tomado antes de sair de casa... Hora e meia se passou assim, ficando quase Maria na repetição do que Pedro já dissera na esplanada e Tomás olhando constantemente para Ana, na esperança que não desistisse da decisão que sabia perfeitamente que tinha tomado... Houve um espaço de puro silêncio, havendo troca de olhares entre os dois casais, perguntando por fim, Pedro a Ana se ela já se tinha decidido, pois sabia que se o casal com mais experiência não tomasse a iniciativa, o casal iniciante ficaria constantemente à espera de tomar a decisão algo crítica de passar à acção, o que já estaria decidido e pensado. Ana muito rosada, respondeu que já se tinha decidido e para que Maria então organizasse a sessão, ao que aconteceu quase instintivamente! Baixou-se um pouco o tom das luzes, começando a tocar uma música ambiente na aparelhagem, vendo os três, Maria a despir-se devagar, sensualmente, pedindo para que Ana se lhe juntasse e se deitasse no chão, ficando ambos os homens sentados no sofá a observarem o bi feminino que iria acontecer dentro de instantes... Ana ficou deitada em cima do tapete branco, felpudo, com a cabeça recostada numa almofada, e de olhos fechados, começou a sentir as breves carícias que Maria lhe fazia no corpo já nú, em que as pontas dos dedos lhe percorriam o umbigo, tão devagar como se não terminasse o desejo de ambas tão sensuais e belas que estavam... Começou então a ser beijada, primeiro entre os lábios, depois com ambas as línguas a tocarem-se, sentindo-se bem com tudo aquilo e querendo fazer sobressair o que já sabia de antemão que iria acontecer... Que iria desinibir-se por completo, mostrando-se uma mulher sexualmente atraente, capaz de fazer as maiores loucuras na questão da prática do sexo...
Começou a gemer baixinho quando Maria alcançou o seu clitóris com a língua, lambendo-a e acariciando-a nos seios, beijando-lhe o pescoço, apertando-lhe um pouco os bicos dos seios já saídos, dizendo-lhe ao ouvido de como era bom estar com ela... Quase instintivamente, Ana fez deitar-se Maria no tapete para então concretizar o que desejava fazer... Beijou-lhe a cara, o pescoço, a boca, os ombros, os braços, passando a sua língua por todo o corpo tão vagarosa e sensualmente, fazendo com que Maria gemesse cada vez mais e dissesse constantemente o como era bom e como lhe agradava estar com outra mulher que a fizesse sentir nas nuvens, percorrendo agora Ana todo o seu corpo com a língua, fixando-se mais no seu umbigo até descer ao seu clitóris já molhado, lambendo-lhe a vagina, enfiando a língua ao mesmo tempo que enfiava um dos seus dedos naquele espaço depilado... Ao sentir que Maria já estava a ter o seu orgasmo, voltou a atravessar a sua língua por todo o seu corpo, beijando-lhe um dos seios, puxando ainda mais o bico para fora e com a outra mão acariciava o outro seio, fazendo com que Maria se rebolasse no chão, tendo uma almofada em cima da cara para que os seus gemidos não fossem ouvidos fora daquelas quatro paredes, em que Pedro e Tomás fixavam os seus olhares em toda a aquela situação de estarem a ver o sensualismo de duas mulheres amando-se, ficando ambos admirados por verem Ana assim tão desinibida ao ponto de tomar conta da situação e de se envolver por completo no bi sensualismo de estreia. Tomás sentia-se extasiado com aquele cenário, tendo ficado ainda mais excitado ao ver a sua mulher a tornar-se numa deusa do amor, tão apreciada por outro homem como ele a apreciava e olhando para Pedro corou, pois já não sabia o que fazer, estando o seu membro tão duro e inchado como estava, querendo juntar-se a elas, ao que Pedro lhe disse para ter calma, pois a sensualidade entre duas mulheres é sagrada e bela de se observar, não havendo nada mais belo do que aquele cenário... Agora podiam ver Maria tocando os seus seios fartos na vagina de Ana, massajando-os na sua pele macia, havendo troca de mãos agarradas uma na outra, tal era o prazer consumado entre as duas...
Maria disse então que ambos os homens já poderiam entrar no jogo, ao que se começaram a despir para depois Pedro comentar com Tomás que não se preocupasse com nada e que fizesse o que quisesse com Maria, pois que iria fazer o mesmo com Ana naquele swing tão desejado por aquelas quatro pessoas... Ana estava por cima de Maria, acariciando-lhe os seios, quando Pedro se lhe aproximou tocando-lhe nas costas com a ponta dos seus dedos tão másculos como ele próprio, em que começou logo depois por lhe acariciar a vagina, a barriga, beijando-a nas costas, tomando conhecimento com o seu corpo reboliço, perguntando-lhe se estaria a gostar e se estaria bem... Abrindo os olhos, Ana abanou positivamente a cabeça, recebendo os seus beijos molhados, quais guloseimas deliciadas, deitando-se de seguida no tapete ao lado de Maria que se deliciava com o pénis de Tomás tão erecto como de prazer intenso entre corpos unidos pela troca de seres descomplexados e livres que eram... Ana já não sabia o que fazer, tão excitada que estava, sentindo Pedro a beijar todo o seu corpo, correspondendo ela da mesma forma, fazendo as mesmas carícias que fizera a Maria no peito peludo daquele homem já experiente que gemia ao som da música que se ouvia por entre ouvidos que não a conseguiam receber, pois que estavam tão direccionados para aquele momento deliciante, onde também Tomás acariciava Maria nos seios, lambendo-os com a língua, apalpando o seu rabo bem torneado fazendo com que se aproximasse mais o corpo daquela jovem mulher do seu, tão excitado, trocando ambos palavras incompreensíveis para o comum dos mortais, fazendo com que Maria tivesse o seu segundo orgasmo também com a ajuda de Ana que a beijava na boca, enquanto estava na posição de quatro e Pedro a lambia e lhe penetrava três dedos na vagina extensamente molhada e aberta, pronta para receber o seu membro também ereto... Não sem antes Ana o lamber e chupar o seu todo, enrolando-o por entre a língua e os dentes, ora chupando-lhe só a cabeça do pénis, como ora lambendo-a tão devagar como se estivesse a terminar, ora começando a chupá-lo desenfreadamente, fazendo com que Pedro quase gemesse mais alto, ora beijando-lhe a boca entreaberta, ora Pedro a tomasse em seus braços e ao abraçá-la, lhe tocava com o pénis na barriga, querendo uma penetração perfeita... Tomás agora em cima de Maria, penetrava-a com o preservativo posto, vendo-a com uma feição de loucura sensual a abraçá-lo tão fortemente, quanto o prazer que estava a sentir, que fez com que Tomás também tivesse o seu orgasmo fora da sua vagina, tendo oportunidade de poder ver Ana sentada em cima de Pedro numa posição de cadeira entrelaçada, balançando ao som de pequenos gemidos que ambos faziam, mostrando que estavam a adorar aquele momento, mas que Pedro lhe pedia para se balançar mais devagar, pois estava a sentir que iria ter um orgasmo, mas que ainda o não queria ter, pois queria prosseguir com aquela penetração tão deliciosa... Ana ainda tentou seguir o seu pedido, mas vendo que não conseguia, foi desviada para trás por Pedro que retirou o seu pénis dentro de si, tentando abrandar o seu desejo, mas continuando a beijá-la, já deitada e ele por cima dela, querendo penetrá-la novamente... Tomás já refeito do seu orgasmo e limpo, deixava que Maria o continuasse a lamber, vendo Ana a deliciar-se por completo com Pedro que já tinha tido o orgasmo, mas que enfiava agora alguns dedos dentro de si, fazendo com que se viesse loucamente, agarrando as pernas da mesa de mogno, arrastando-a um pouco para a frente, tal foi o seu desejo intenso... Ficaram os casais assim, calados por uns breves momentos, tentando descortinar sobre o que se tinha passado, qual sensação mais utópica e qual prática sexual mais bela aquela que tinha acontecido ali, naquele espaço imaculado por aventuras constantes entre casais tão unidos como de loucos num cio constante! Ao retirar o seu preservativo, Pedro levantou-se, rindo-se satisfeito e dizendo para todos os presentes que nunca teria pensado que este encontro tivesse tido um desfecho tão gratificante e bom como fora, confirmando Maria que também dissera a Ana que esta se tinha desinibido tão bem, que nunca teria imaginado que fosse capaz de praticar o bi feminino, tão apreensiva que tinha ficado momentos antes...! Pedro, então dissera que iria à cozinha petiscar qualquer coisa, perguntando a Tomás se o queria acompanhar, ao que este logo se prontificou, ficando ambas as mulheres deitadas no chão. Ana de olhos fechados e Maria olhando para o teto, rindo-se ambas. Uma tarde muito bem passada!
Mesmo assim, trocaram com o outro casal os números de telemóvel, ficando a conhecer os seus nomes... Pedro e Maria! Quando Ana acordou naquele Domingo e foi preparar o pequeno almoço à cozinha, deparou-se com o pensamento que afinal talvez não lhe fizesse tanta impressão irem ambos ao encontro e se algo acontecesse, não iria ficar de certeza com má impressão do outro casal, porque no seu íntimo, desejava tornar realidade os seus pensamentos mais profundos e saberia por instinto que iriam os quatro pairar sobre uma aventura sensual não só de amizade, mas também de troca de prazer! Na hora combinada, lá estavam Pedro e Maria, vendo-os a aproximarem-se, fixando-lhes o olhar, quem sabe a comentarem a situação, ao que Ana se sentiu um pouco constrangida, agarrando o braço de Tomás com alguma força, pedindo-lhe ajuda, caso ele a visse mais preocupada e envergonhada... Cumprimentaram-se cordialmente, dirigindo-se quase de imediato para a esplanada... Entre risos e uma conversa subjetiva, avançaram para o tema principal que seria o da troca de casais, explicando Pedro que essa situação também tinha as suas regras, em que o respeito mútuo e a amizade eram primordiais, não havendo obrigação alguma em tudo aquilo, estando também a descrição e a liberdade entre os casais no topo da conversa, passando-se depois para a questão da experiência que tiveram Pedro e Maria, ao que Ana respondeu que não tinha nenhuma experiência e Tomás concordando, explicou que tinha sido ele a conversar com a mulher, mostrando-se um pouco mais aberto à ideia do swing, mas que concordava em pleno que apesar de todas as pessoas o quererem praticar, achavam a troca de casais um pecado quase fenomenal, criticando constantemente quem o punha em prática, obrigando essas pessoas a esconderem o prazer de uma forma quase terrível! Ana sentia-se muito à vontade com aqueles dois desconhecidos que abriam as suas ideias de uma forma quase estranha para ela, mas compreendia perfeitamente, pois afinal já não era nenhuma criança e sabia para o que tinha ido, apesar de serem ambos virgens naquela viagem alucinante! Como se aproximava a hora do jantar, começou a ficar o tempo um pouco mais frio, perguntando Pedro e Maria se eles os dois não quereriam ir até à sua casa para conversarem melhor, talvez criando-se um ambiente mais propício para pôr em prática o tal desejo num final de tarde bem passado... A casa de Pedro e Maria tinha um ar confortável, caseiro, amistoso, ficando quase de imediato Ana sentada no sofá de cabedal preto, esperando que a qualquer momento Tomás prosseguisse com a conversa inacabada, ao que não aconteceu, ficando Pedro sentado numa cadeira trocando as impressões finais com ela, que questionava novamente o que tinha perguntado antes na esplanada, talvez tentando dissuadir a decisão que já tinha tomado antes de sair de casa... Hora e meia se passou assim, ficando quase Maria na repetição do que Pedro já dissera na esplanada e Tomás olhando constantemente para Ana, na esperança que não desistisse da decisão que sabia perfeitamente que tinha tomado... Houve um espaço de puro silêncio, havendo troca de olhares entre os dois casais, perguntando por fim, Pedro a Ana se ela já se tinha decidido, pois sabia que se o casal com mais experiência não tomasse a iniciativa, o casal iniciante ficaria constantemente à espera de tomar a decisão algo crítica de passar à acção, o que já estaria decidido e pensado. Ana muito rosada, respondeu que já se tinha decidido e para que Maria então organizasse a sessão, ao que aconteceu quase instintivamente! Baixou-se um pouco o tom das luzes, começando a tocar uma música ambiente na aparelhagem, vendo os três, Maria a despir-se devagar, sensualmente, pedindo para que Ana se lhe juntasse e se deitasse no chão, ficando ambos os homens sentados no sofá a observarem o bi feminino que iria acontecer dentro de instantes... Ana ficou deitada em cima do tapete branco, felpudo, com a cabeça recostada numa almofada, e de olhos fechados, começou a sentir as breves carícias que Maria lhe fazia no corpo já nú, em que as pontas dos dedos lhe percorriam o umbigo, tão devagar como se não terminasse o desejo de ambas tão sensuais e belas que estavam... Começou então a ser beijada, primeiro entre os lábios, depois com ambas as línguas a tocarem-se, sentindo-se bem com tudo aquilo e querendo fazer sobressair o que já sabia de antemão que iria acontecer... Que iria desinibir-se por completo, mostrando-se uma mulher sexualmente atraente, capaz de fazer as maiores loucuras na questão da prática do sexo...
Começou a gemer baixinho quando Maria alcançou o seu clitóris com a língua, lambendo-a e acariciando-a nos seios, beijando-lhe o pescoço, apertando-lhe um pouco os bicos dos seios já saídos, dizendo-lhe ao ouvido de como era bom estar com ela... Quase instintivamente, Ana fez deitar-se Maria no tapete para então concretizar o que desejava fazer... Beijou-lhe a cara, o pescoço, a boca, os ombros, os braços, passando a sua língua por todo o corpo tão vagarosa e sensualmente, fazendo com que Maria gemesse cada vez mais e dissesse constantemente o como era bom e como lhe agradava estar com outra mulher que a fizesse sentir nas nuvens, percorrendo agora Ana todo o seu corpo com a língua, fixando-se mais no seu umbigo até descer ao seu clitóris já molhado, lambendo-lhe a vagina, enfiando a língua ao mesmo tempo que enfiava um dos seus dedos naquele espaço depilado... Ao sentir que Maria já estava a ter o seu orgasmo, voltou a atravessar a sua língua por todo o seu corpo, beijando-lhe um dos seios, puxando ainda mais o bico para fora e com a outra mão acariciava o outro seio, fazendo com que Maria se rebolasse no chão, tendo uma almofada em cima da cara para que os seus gemidos não fossem ouvidos fora daquelas quatro paredes, em que Pedro e Tomás fixavam os seus olhares em toda a aquela situação de estarem a ver o sensualismo de duas mulheres amando-se, ficando ambos admirados por verem Ana assim tão desinibida ao ponto de tomar conta da situação e de se envolver por completo no bi sensualismo de estreia. Tomás sentia-se extasiado com aquele cenário, tendo ficado ainda mais excitado ao ver a sua mulher a tornar-se numa deusa do amor, tão apreciada por outro homem como ele a apreciava e olhando para Pedro corou, pois já não sabia o que fazer, estando o seu membro tão duro e inchado como estava, querendo juntar-se a elas, ao que Pedro lhe disse para ter calma, pois a sensualidade entre duas mulheres é sagrada e bela de se observar, não havendo nada mais belo do que aquele cenário... Agora podiam ver Maria tocando os seus seios fartos na vagina de Ana, massajando-os na sua pele macia, havendo troca de mãos agarradas uma na outra, tal era o prazer consumado entre as duas...
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11.4.12
2 casais na praia de Itacoatiara
Sou médico e tenho 28 anos. Minha namorada tem 23. Somos um casal bonito,sarados e com muito tesão. Era uma quarta-feira em Niterói e tirei o dia de folga para ir a praia com Priscila. Chegamos lá e começamos a beber. Como ainda morávamos na casa dos pais, nossas melhores trepadas eram nos motéis. Combinamos de dormir num motel de Itaipu logo depois da praia. Estava um sol maravilhoso e nosso tesão era muito grande. Estava com uma sunga e meu pau toda hora ficava duro, sorte que a praia estava deserta. Falávamos de sexo a todo momento. Em dois anos de namoro já havíamos realizado vária fantasias, como trepar na praia, em banheiro da facul e na varanda do apartamento dela. Mas sempre imaginávamos trepar com outro casal nos olhando, sem troca. Adorava comer o cú da Priscila, apesar dela reclamar por eu ter uma pau exagerado de 22 cm. Era umas 4 da tarde e estávamos meio bêbados e quase indo embora. De repente aparece um ex-colega da minha faculdade com sua namorada. Era o Rafael, o pegador da turma. Realmente era um cara bonito, dem quase dois metros e muito malhado. SUa namorada tb era maravilhosa. Rafael pegou quse todas as meninas da turma e ainda tinha fama de ter um pau descomunal, de uns 25 cms. Minha mulher sabia dessa história e sempre tratava Rafael muito bem, o que me causava certo ciúme. Encontramos por acaso e logo botamos o papo em dia. Sentamos numa barraca e começamos a beber. Eles já estávam meio altos, assim como nós. Falávamos de tudo, até que começamos a conversar sobre sexo. Confessamos que tínhamos planejado dormir no motel para dar aquela metida. A carol, namorada do rafael disse que há 20 dias não metiam e que estávam doidos para meter tb. Disse que o problema era que Rafael adorava comer seu cú, mas que doia muito, por ter um pau uito grande. Priscila falou que adorava dar o cú e não se importava com o tamanho do meu pau, que tb era grande.
Começamos a perder o pudor e falávamos sobre tudo. Carol disse que Rafael era tarado e gostava de meter a noite toda. Priscila, que parecia com ela competir disse que tb gostava de meter a noite toda e gozar no mínimos 3 vezes. Caro disse que o pau do Rafael atrapalhava um pouco por ser muito grande, Priscila disse que era frescura e Carol não se conformou e disse que ela não imaginava o tamanho do pau do Rafael. Carol ficou tão nervosa que disse: amor mostra seu pau pra ela. Rimos, mas ele logo tirou o pirusão para fora e mostrou o danado. Realmente era maior que o meu. Priscila não se fez de rogada e disse que o meu era quase daquele tamanho e que adorava um pau grande. Rimos e tudo conspirava para putaria. Priscila, de repente começou a me beijar e acariciar meu pau e disse que tava doida para ir embora meter. Arrumamos as coisas para ir embora e Rafael perguntou se estávamos de carro. Dissemos que não, por causa da lei seca e que iríamos de taxi ao motel. Então nos ofereceu uma carona e logo aceitamos. No caminho o clima esquento e Priscila falava: ai que vontade de chupar seu pau, amor. Acho que falava para provocar Carol. Carol então disse a Rafael: porque não fazemos o mesmo e dormimos aqui no motel tb, amor? Rafael concordou. Chegamos ao motel e pedimos 2 quartos. Mas a recepcionista disse que só havia a suíte presidencial disponível. Rafel disse que podíamos ficar e que eles iriam embora. Mas Priscila, muito safada disse: gente, a suíte presidencial é muito grande, tem 2 andares e podemos dividí-la. Confesso que adorei a ideia. Logo pensei na oportunidade de ver Carol peladinha, sendo enrabada por Rafael. Eles ficaram meio constrangidos, mas logo aceitaram. Fomos então os 4. Chegando lá, a suiíte era realmente maravilhosa e dava para dividirmos. No entanto, só havia um banheiro e uma banheira. Entramos e logo elas falaram: quem irá tomar banho primeiro? Brincamos e não decidimos qual o casal seria o primeiro. Começamos a beber de novo e ficamos o 4 papeando, até que propus: vamos brincar de vira-vira, quem não virar, o respectivo casal toma banho no box e o outro na banheira. Senti que todos gostaram, apesar de Carol ter dito que: como, se a banheira é em frente ao box? Falei: vai falar que não tem tesão de tomar banho pelada na nossa frente? Riu e disse que sempre fantasiou trepar na frente de outro casal. DIsse que essa era nossa fantasa tb e que havia chegado a hora de realizar. Começamos a virar e ficamos chapados.
Carol não conseguiu virar um copo e acabou perdendo. Foram ao banheiro e começaram o banho no box. Logo depois, Priscila e eu entramos na banheira pelados enquanto os víamos os dois. Eles, muito safados, começaram a se acariciar e logo o pau do Rafael ficou duro. Ele, muito safado, fazia questão de mostrar seu pau para minha namorada. Priscila fazai o mesmo comigo. Logo estávamos metendo, cada qual em seu espaço. Priscila gemia alto e metia muito. Falava baixo no meu ouvido que estava com muito tesão e que tava doida para ois dois virem para a banheira tb. Disse que podia chamar. Chamou e ele vieram. Priscila, que estava sentada de costas no meu pau, ficou doida ao ver Rafael se aproximando com aquele pau enorme perto dela e logo o puxou e começou a chupá-lo. Comeóu então a maior suruba de todos os tempos. Carol veio me beijar e chupar meus mamilos. Logo Priscila estava sentada no pau do Rafael e Carol no meu. Metíamos e nos beijávamos muito. Passávamos as mãos uns nos outros, até que Priscila pediu para Rafael comer seu cú. Carol não acreditou e por ciúme pediu o mesmo a mim. Gozamos os dois ali, lado a lado de quatro. Metemos a noite inteira e dormimos pelados na cama. No dia seguinte, pela manhã, rolou mais meteção. Foi demais aqueles momentos. No dia seguinte fomos embora e tá hoje não os encontramos novamente, mas Priscila e eu sempre lembramos dessa putaria em nossas transas. Nossa relação está excelente e com tesão maior a cada dia. Esperamos repetir a dose qq dia.
20.2.12
Casada no estacionamento-
Casada no estacionamento-
Casada no estacionamento
Me chamo Rui tenho 62 anos 1.80m trabalho em um estacionamento em São Paulo e vou contar o que aconteceu comigo.
Havia uma “Sra” q era mensalista do estacionamento chamada Márcia casada com dois filhos q foi alvo de muitas punhetas minhas. Ela tem em torno de 1.60 peitões q sempre queriam saltar de seus decotes e uma bunda deliciosa sempre marcada pelas calças justas q ela usava. O que vou contar agora aconteceu qdo ela já não era mais mensalista , pois havia se mudado para um outro bairro.
-Claro dona Márcia pode ir lá .Fui logo atrás olhando aquele rabão ,pois para chegar ao banheiro passava pelo escritorinho na frente e o banheiro ficva nos fundos.
Estava lá com meus afazeres qdo ela me chama:
-Seu Rui pode vir aqui um pouquinho.
A porta estava encostada e qdo a abri quase cai para trás.
Ela estava de pé curvada com as mãos na parede pelada a não ser por uma calcinha fio dental vermelha q ela estava usando e que curvada como estava já dava para ver parte de sua bucetona.
-Não acredito Dona Márcia. Falei já entrando no bahnheiro e abaixando minha calça enquanto com a outra mão mexia em seu rabo e abaixava sua calcinha. Não imaginava issso nem em meus sonhos, falei pra ela.
- Então vem não era isso q você queria?
Notei q ela se assustou um pouco qdo de rabo de olho olhou para meu pau.
- Que foi Dona Márcia.
- Nossa, é o tamanho de seu pau, é grandão.
-É dona Márcia sou velho, mais ele ainda funciona ainda mais com a vista q estou tendo daqui, você é muito gostosae muito puta para vir aqui com esta calcinha de vadia enfiada no rabo.Seu marido sabe ?
-Não seu Rui,comprei ela e estou estreando com você.
Fui me chegando mais perto dela , e como o banheiro é minúsculo ela ficou quase prensada na parede e fui tentando encaichar meu pau em sua buceta por trás.Vi q ela tentava fugir ficando na pontinha dos pés. Falei:
- O que foi dona Márcia.
- Isto é uma loucura sou casada , nudei de idéia deixa eu sair.
- Não deixo não , falava e pincelava meu caralho em sua buceta.
Como ela ficou na ponta dos pés era só eu ter paciência, pois logo ela cansaria e abaixaria.
-Minha perna ta doendo seu Rui . Ai minha coxa, e ela punha uma mão para trás me empurrando,mas como sou forte nem me mexia do lugar, só estava esperando.
- Ai minha coxa seu Rui , ela reclamou de novo, sai daí seu Rui , sai daí.
Para minha alegria não demorou muito e ela não agüentou. Seu corpo desceu e meu pau entrou com tudo até as bolas a segurei e comecei a bombar forte.
- Ai minha buceta , ai minha buceta , ta me rasgando seu Rui. É muito grande e grosso.Tá me rasgando.
-Pelo menos a dor na perna passou ,né? E ria com o sofrimento dela .
- Vamos agora q entrou tudo rebola sua piranha ,vai rebola q hoje vou socar em você como sempre sonhei, Rebola sua vagabunda.
- Seu Rui vou gozar , vou gozar.
-Eu também.
-Então tira , tira.
Tirei e molhei todas as suas costas com minha porra.
Ao sair tasquei um beijo na sua boca e falei ,to te esperando.
Ela falou pode esperar e conto para vocês outras aventuras depois
Me chamo Rui tenho 62 anos 1.80m trabalho em um estacionamento em São Paulo e vou contar o que aconteceu comigo.
Havia uma “Sra” q era mensalista do estacionamento chamada Márcia casada com dois filhos q foi alvo de muitas punhetas minhas. Ela tem em torno de 1.60 peitões q sempre queriam saltar de seus decotes e uma bunda deliciosa sempre marcada pelas calças justas q ela usava. O que vou contar agora aconteceu qdo ela já não era mais mensalista , pois havia se mudado para um outro bairro.
Era uma manhã de sábado estava eu trabalhando normalmente qdo ela chega com seu carro. Qdo ela saiu do carro ,quase tive um troço, ela tava com uma calça de ginástica agarrada na bunda e uma blusa com um decote que deixava ver parte do bico de um dos peitos qdo cheguei perto para pegar seu carro para estacionar. Ela falou :
_Seu Rui posso usar o banheiro?-Claro dona Márcia pode ir lá .Fui logo atrás olhando aquele rabão ,pois para chegar ao banheiro passava pelo escritorinho na frente e o banheiro ficva nos fundos.
Estava lá com meus afazeres qdo ela me chama:
-Seu Rui pode vir aqui um pouquinho.
A porta estava encostada e qdo a abri quase cai para trás.
Ela estava de pé curvada com as mãos na parede pelada a não ser por uma calcinha fio dental vermelha q ela estava usando e que curvada como estava já dava para ver parte de sua bucetona.
-Não acredito Dona Márcia. Falei já entrando no bahnheiro e abaixando minha calça enquanto com a outra mão mexia em seu rabo e abaixava sua calcinha. Não imaginava issso nem em meus sonhos, falei pra ela.
- Então vem não era isso q você queria?
Notei q ela se assustou um pouco qdo de rabo de olho olhou para meu pau.
- Que foi Dona Márcia.
- Nossa, é o tamanho de seu pau, é grandão.
-É dona Márcia sou velho, mais ele ainda funciona ainda mais com a vista q estou tendo daqui, você é muito gostosae muito puta para vir aqui com esta calcinha de vadia enfiada no rabo.Seu marido sabe ?
-Não seu Rui,comprei ela e estou estreando com você.
Fui me chegando mais perto dela , e como o banheiro é minúsculo ela ficou quase prensada na parede e fui tentando encaichar meu pau em sua buceta por trás.Vi q ela tentava fugir ficando na pontinha dos pés. Falei:
- O que foi dona Márcia.
- Isto é uma loucura sou casada , nudei de idéia deixa eu sair.
- Não deixo não , falava e pincelava meu caralho em sua buceta.
Como ela ficou na ponta dos pés era só eu ter paciência, pois logo ela cansaria e abaixaria.
-Minha perna ta doendo seu Rui . Ai minha coxa, e ela punha uma mão para trás me empurrando,mas como sou forte nem me mexia do lugar, só estava esperando.
- Ai minha coxa seu Rui , ela reclamou de novo, sai daí seu Rui , sai daí.
Para minha alegria não demorou muito e ela não agüentou. Seu corpo desceu e meu pau entrou com tudo até as bolas a segurei e comecei a bombar forte.
- Ai minha buceta , ai minha buceta , ta me rasgando seu Rui. É muito grande e grosso.Tá me rasgando.
-Pelo menos a dor na perna passou ,né? E ria com o sofrimento dela .
- Vamos agora q entrou tudo rebola sua piranha ,vai rebola q hoje vou socar em você como sempre sonhei, Rebola sua vagabunda.
- Seu Rui vou gozar , vou gozar.
-Eu também.
-Então tira , tira.
Tirei e molhei todas as suas costas com minha porra.
Ao sair tasquei um beijo na sua boca e falei ,to te esperando.
Ela falou pode esperar e conto para vocês outras aventuras depois
19.11.11
Conto erótico
Comi a mulher do amigo do meu pai !!!
Resolvi escrever pois foi uma coisa maravilhosa. Eu na época tinha 21 anos, fui num restaurante com uns amigos da faculdade, era um jantar de final de ano... tinha umas meninas e tava uma festa... eu como sempre fui um pouco gordinho, minha auto-estima sempre foi muito baixa...apesar de já ter ficado com muitas garotas da faculdade, eu sempre achava que não era capaz, que não iria pegar ninguém. Mas... no meio do jantar, eu percebi que numa mesa do canto estava a mulher do amigo do meu pai, que se chama Laura e mais 3 amigas que não conhecia jantando, nada de mais, tudo normal. Reparei que Laura estava com um vestido preto, curto, com um decote que eu fiquei louco. Laura era um pouquinho acima do peso, ( TIPO AQUELAS GORDINHA QUE CHAMA ATENÇÃO).
Tinha algum tempo que não à via pela cidade, notei que havia feito lipo escultura e colocado silicone. Não que eu não achava ela bonita antes, não ligo pra essas coisas, claro que ela ficou muito mais gostosa e atraente. Me deixou louco !!! Enfim, como eu era um bundão, não fiz nada...nada... naquele dia.
Num belo dia eu estava andando na rua quando Laura me parou, estava com a filha de 5 anos e me chamou oferecendo uma carona, e eu otário disse: Que já estava perto da faculsdade, que não precisava.(Agradeci) burro... mas disse a Laura que tinha visto ela no restaurante jantando com suas amigas. Laura me disse: que ficou meio chateada que eu não havia comprimentado, que eu deveria ter ido lá e jantado com ela e as amigas, e que depois elas haviam ido pra casa pra beber e conversar, e que eu perdi, mas até então nada de maldade. Foram inúmeras as punhetas que eu bati pra Laura, até que uma tarde eu fui à casa de um amigo, e quando saía da casa dele, Laura estava saindo de uma loja quando me viu... me chamou e disse: que agora iria me dar uma carona. Aceitei, tava longe de casa e parecia que ia chover muito. Começamos a conversar e falei pra ela que iria pra casa, tinha que tomar banho pois teria uma festa mais tarde. E Laura na cara de pau me perguntou? Se eu não queria tomar banho na casa dela? E eu idiota disse que não tinha como pois eu não tinha roupa pra colocar, foi quando ela falou pegando na minha perna que eu não iria precisar de roupas. Juro que não estava acreditando nas palavras daquela Deusa, era demais pra mim, com uma loira muito gata e completamente deliciosa...toda modelada. Juro que achei que Laura estava de trote comigo. E ela na cara de pau, já foi indo pra casa dela. Perguntei sobre o marido dela, disse que estava em São Paulo. (SOMOS DE SETE LAGOAS / MG) e que as crianças estavam no colégio. Isso era umas 15:00 hs e o colégio ia até umas 17:00 hs, mas que a prima dela geralmente busca elas pois é do lado da casa dela. Chegamos na casa dela, Laura muito educada, me ofereceu um refrigerante e disse que também tinha q tomar banho, mostrou-me o banheiro e me deu uma toalha. No banho mesmo eu não estava agüentando de tesão e quase bati uma punheta pra Laura, mas queria guardar todo aquele leitinho pra ela. Então, quando sai do banheiro, enrrolado na toalha, ouço Laura me chamando, quando entro no quarto dela... Laura estava só com uma calcinha rosa transparente, bem de puta, e muuuuuuuuuito enfiada naquele rabão... ela estava deitada na cama me esperando. Aquela bunda perfeita, sem nada de celulite, redondinha e muito grande, aquilo foi um colírio para meus olhos. Cheguei perto de Laura, sem falar nada quando deparo ela tirando a toalha e pegando no meu pau que nessa hora parecia uma rocha, e engoliu todo naquela boca maravilhosa. Nunca ninguém havia chupato tão gostoso como Laura, engolia tudo, até a base e passava a língua no saco...ficou uns 5 minutos e começou a me beijar como uma louca e pediu pra eu chupar sua buceta, que até hoje eu não vi uma bocetinha mais bem desenhada do que a dela... linda, rosa, pequena, tudo no lugar, e muito cheirosa. Comecei a chupar como um louco, e dizendo para ela... vou fazer que seu marido não faz com você !!! Aquelas palavras, parece que ligou um turbo dentro dela, nunca vi uma mulher gritar e gemer tanto com uma língua dentro da boceta e eu continuava a chupar escutando seus gemidos que me empolgava mais ainda, até que ela jorrou aquele liquído gostoso na minha boca. Laura disse: agora quero meu amante (eu) enfia esse pau dentro da minha boceta sem dó, e fala que vai fazer o que meu marido não faz comigo. Como bom garoto, obedeci sua ordens, coloquei a camisinha e enfiei de uma só vez naquela boceta maravilhosa, ela pediu para mamar naqueles peitos siliconados e gritava de tesão, me mandava morder, chupar forte, e falar que faço melhor que seu marido. Laura gozou tanto que achei que ia morrer. Já estava quase gozando, quando ela me pediu para comer ela de quatro. Virei aquele bundão gostoso e comecei a colocar bem devagarinho e ela forçou a bunda pra traz para entrar tudo de uma vez como quem queria mais dentro dela, não agüentei muito, e disse que iria gozar. Laura tirou a camisinha e chupou até eu gozar naquela boca linda, não consigo descrever o prazer que tive com essa mulher. Fomos tomar banho, e Laura me pediu para comer ela dentro da sua banheira de hidromasagem. Sentei na banheira e ela veio por cima, sentou no meu pau com uma vontade e começou a cavolgar e com aqueles peitões no meu rosto, fiquei louco de tesão. Como eu já havia gozado eu consegui segurar mais, mas... quando ela disse que tava gozando, sua boceta apertou muito e gemia de tanto tesão e eu não tive como segurar, gozei como louco naquela boceta.
Coloquei minha roupa e ela me levou pra minha casa e me disse que já estava com vontade de dar pra mim há tempos, que eu era muito bonito e tinha cara de homem. Combinamos que tudo que tinha acontecido era um segredo e que ela continuaria a dar pra mim. Transei com ela muitas vezes depois desta. (Esses eu conto depois)Depois de um ano, Laura separou e foi morar em outra cidad
Conto erótico
Eu, meu marido e a ex-noiva lesbica dele.

Eu, meu marido e a ex-noiva lesbica dele.
Olá, meu nome eh Beatriz, tenho 22 anos e sou casada há 7 anos com o Carlos ou seja desde os 15 anos. Sempre tive tesão por mulheres, apesar de o meu fraco mesmo ser uma rola bem gostosa...
Mas a idéia de ficar com mulheres sempre me exitava demais. Ás vezes me comunicava com algumas no msn, até marquei com uma, mas não tive coragem de levar adiante.
Um dia uma amiga me falou que tinha ido com o marido até uma boate onde rolava de tudo, e que até foi chupada por uma mulher na frente do marido dela, e que apartir desse dia a relação dos dois tinha melhorado bastante. Fiquei curiosa e toquei no assunto com meu marido, achei que ele fosse achar estranho, mas ele disse que seria um tesão ver outra mulher me comendo....
Aí eu perguntei pra ele quem poderia ser, ele disse que poderia ser uma amiga minha, e disse que não ia achar ruim comer uma das minhas amigas gostosas. Engracadinho...
Eu disse que não queria uma amiga minha provando daquela rola saborosa, pra ela não ficar apaixonada, pensei em uma prostituta, mas ele disse que não queria, aí ficamos pensando, até que ele deu a idéia de que fosse a ex-noiva dele, eu adorei a ideia, pois nem ele, nem eu tinhamos muito contato com ela, porque depois que eles terminaram o noivado ela virou lésbica e jah morava com outra mulher. Eu só tinha visto ela umas 2 vzs, o nome dela eh Alessandra, lembro que ela era magra do bundão e seios pequenos uma delicia... Kkkk. Pronto! Tava feito, combinei que ele ligaria pra ela, e diria que ia ter uma festinha lá em casa e que ela p ela ir sozinha, ela estranhou no começo, mas depois topou, acho que se tocou o que era de verdade. Meu marido falava que ela tambem gostava dessas coisas.
Marcamos na nossa casa num domingo, comprei uma vodca e um uísque, queria que ficássemos soltos pro momento esperado.
As 11:00 ela chegou, tratei ela super bem, ofereci logo um copo de bebida ela aceitou uma vodca e virou o copo de uma vez com a vodca pura! Louca! Kkkk
o tempo passando agente conversando e bebendo e já estávamos meio altos quando, eu decidi começar a agitar o negócio, eu perguntei a ela: ow Alê, vc não tem saudades de sentir uma rola bem deliciosa, na sua boca e socando dentro da sua boceta te fodendo bem gostoso?

Notei que ela ficou sem jeito, mas respondeu: ás vezes.
E deu um risinho sem graça e olhou p o Carlos.
Aí eu disse: quer matar a saudade? Pode colocar esse pau gostoso na boca, e rebolar muito em cima dele. Eu vou deixar, mas só se vc me comer tb e me ensinar e te comer que eu quero que vc goze muito na minha língua.
Isso foi o que faltava pra aflorar os desejos, meu marido tirou aquele pauzão pra fora e Alê caiu com a boca em cima, parecia que nunca tinha visto um cacete na vida, chupava com tanto gosto, subia e descia com a língua, passava em volta da cabeçona, mordiscava as bolas, voltava pra cabeça, colocava tudo dentro da boca e o Carlos tava delirando até que gozou na boca dela e ela engoliu tudinho...
E eu tava tocando uma siririca ansiosa pra sentir aquela lingua maravilhosa na minha xana.
Na mesma hora ela olhou pra mim e disse: Agora eu vou te mostrar como se come uma mulher.
Eu tremi... de tesão.

Começou a me beijar e eu senti o gosto do leitinho do Carlos na boca dela, que beijo delicioso a língua dela invadia minha boca, desceu pelo meu pescoço, abaixou minha blusinha e começou a chupar meus seios, passava a linguinha, mordia o biquinho, e chupava como um bebe esfomeado, eu tava delirando e ansiosa p que ela chegasse logo onde eu queria, minha boceta já estava pingando de tanto tesão, eu de olhos fechados só senti que meu marido encostava a pica na minha boca, ainda um pouco mole p eu chupar, eu comecei a chupao-lo com vontade
Depois de um bom tempo em meus seios, ela finalmente começou a descer, pela minha barriga, e abriu bem a minhas pernas, e começou a beijar a parte de dentro das minhas pernas. Colocou a mão na minha xana e falou: olha como ela tá molha dinha,tá gostando nah safada,
e eu ainda chupando o carlos falei: eu quero que vc me coma sua puta.
Imediatamente ela caiu de lingua na minha xana, chupava o clitóris, pincelava com a lingua parecia um chicote enfiou um, dois dedos na minha boceta e foii enfiar a lingua no meu cuzinho, nessa hora eu pirei, pedia mais e mais e vi que meu marido saiu da minha boca e foi pra tras da Alê e socou tudo nela com violencia, metia tão forte que ela não conseguia me chupar direito, mesmo assim eu gozei duas vezes na lingua daquela puta, meu marido pediu pra comer o cuzinho dela e ela disse: pode comer, ninguem nunca comeu depois de vc.
Ele começou a enfiar a cabeça ela gemeu um pouco, eu fui pra baixo dela e comecei a chupar aquele grelo delicioso, ela relaxou e ele socou tudo de uma vez dentro dela, não demorou muito e eles gozaram juntos e eu lambi o gozo dela e o dele misturados, uma delicia...
Descansamos um pouco, tomamos banho e voltamos pra cama, eu queria comer ela p o Carlos ficar olhando.
Mas essa eh uma história pro proximo conto.
Conto erótico
ATRASO NO CASAMENTO
Faltava apenas uma hora para o casamento e por ser uma cidade pequena, a lista de convidados era praticamente toda a população da cidade, o que fez com que o casamento fosse o evento mais badalado. A igreja já estava cheia com todos os convidados e faltando apenas a noiva e eu. Nós estávamos no salão terminando de aprontar o cabelo dela com o Gilson, o cabeleireiro. Ele é um cara muito bom de lábia e não tem jeito nenhum de gay, mas leva a fama de ser entre os homens, como sempre, mas entre as mulheres todas sabiam que ele era um cara gostoso e que estava sempre pronto para um corte de cabelo extra... rsrsrs Bem, ele estava, como sempre, se insinuando para a minha amiga, dizendo que tinha a fantasia de fazer sexo com uma mulher vestida de noiva, sendo quase direto, tentando apenas fingir que estava brincando, pois não sabia qual seria a minha reação, já que eu estava ali e levava (e infelizmente ainda levo) a fama de santinha, por causa da minha família. Minha amiga estava começando a acompanhar as brincadeiras do Gilson e nós ríamos a cada comentário, até que em um certo momento em que ele precisou sair para pegar um secador em outra sala, minha amiga me chamou para perto dela e disse: - “Rita, tô quase fazendo uma loucura...” – “Ai, Aline, se for o que eu tô pensando, dou a maior força...” – “Então faz uma coisa pra mim... Avisa na igreja que eu vou demorar um pouco... Inventa que o meu cabelo está demorando pra ficar no lugar... Fica com a chave do salão e não deixa ninguém entrar aqui. Só você vai poder entrar. Faz isso pra mim?” Eu, como boa amiga, fiz, já sabendo que ela iria aprontar das boas. Faltavam apenas 1 hora para o casamento dela e ela ia pular a cerca. Apesar de levar a fama de santinha, o que ela me pediu mexeu comigo e eu fiquei nervosa e ansiosa ao mesmo tempo. Eu, claro, topei ajudá-la. Ela era minha melhor amiga e eu não podia recusar um pedido dela, muito menos logo antes de se casar. Gilson já estava retornando e então eu pisquei para o Gilson e falei: - “Olha, eu vou indo para a igreja, para avisar que o cabelo dela vai demorar um pouco, então vão com calma, tá? Gilson pescou na mesma hora o que eu estava fazendo e mal me virei para descer a escada e percebi que ele estava erguendo a cadeira dela ao máximo e já colocando a mão por baixo do vestido dela. Fiquei excitada com aquela cena e tratei logo de sair, mas quando estava prestes a sair do salão, ao invés de ir para a igreja, batia porta dando a entender que eu tinha saído do salão, mas voltei, bem devagarzinho, para ver o que ia acontecer.Fui subindo os degraus da escada bem de mansinho e quando finalmente já tinha alguma visão, quase dei um suspiro alto de excitação. A cadeira dela tinha sido erguida até o máximo e ela estava com as pernas escancaradas sobre o móvel do espelho, enquanto o Gilson estava sentado no apoio dos pés e chupava a bucetinha da minha amiga por baixo do vestido. Pelo reflexo pude ver que ela estava toda lisinha, totalmente depilada, e sua bucetinha estava bem rosada. Ela tinha os braços erguidos para trás do apoio da cabeça, mantinha os olhos cerrados e a boca semi-aberta, gemendo e respirando forte. Nem consegui perceber quanto tempo aquilo durou, pois fiquei muito excitada com aquela visão e eu mesma já estava encharcada de tesão. Cheguei a pensar que ela ia passar mal, de tanto que ela gemia de gozo. Gilson parou de chupá-la e desceu a cadeira até o chão, então ergueu ainda mais o vestido dela, arrancou a calcinha dela, tirou a roupa dele e subiu nela, penetrando-a de uma só vez. Aline ficou maluca com a penetração. Ela se debatia na cadeira, socava as costas do Gilson, arranhava ele todo, e gritava para ele meter com força: - “Ai... Gostoso... Mete... Me fode... É minha última vez solteira... Me faz gozar gostoso...” Eu estava tão excitada quando ela gritou aquelas frases que nem me preocupei com a possibilidade de alguém ter ouvido do lado de fora. Depois de muito socar dentro da bucetinha da minha amiga, ele saiu e retirou o preservativo cheio de gozo e ela, excitada, se ajoelhou e sugou e chupou o pau dele inteirinho, deixando-o limpinho. Eu fiquei louca com aquilo, mas tratei de voltar para a igreja, para não ser flagrada ali por eles, e para dar o comunicado que eu deveria ter dado quase uma hora atrás. Sim, eles estavam há quase 40 minutos transando e isso significava que faltavam apenas 20 minutos para o casamento começar... Cheguei na porta, fui até o altar, avisei o noivo e aos demais da família que estavam esperando por ela e voltei para o salão, para fingir que tinha ido chamá-la e tentar ajudar no que precisassem para terminar de arrumar a noiva. O único problema foi que quando abri a porta, fui subindo a escada novamente, mas desta vez sem sigilo e com o barulho dos meus passos, Aline gritou lá de dentro: - “Rita, ainda estou ocupada... Preciso de mais tempo...” Percebi que sua fala estava esquisita e então, quando terminei de subir as escadas entendei o porque. Aline estava ajoelhada na cadeira de lavar o cabelo e o Gilson metia nela por trás. Vi a bunda nua do Gilson se mexendo para a frente e para trás, metendo com força na minha amiga e ela, gemendo, virou o que pôde do rosto para trás e falou: -
“Amiga, essa é a minha última transa de solteira, então vou demorar mais um pouco... Está muuuuuuito gostoso e só vou parar quando não agüentar mais... Volta lá e diz que vai demorar mais um pouco...” Eu fiquei estática com a cena e pude perceber que novamente fiquei logo molhadinha de tesão. Como eles estavam de costas para mim, não perceberam minha reação, e por não me verem, mesmo depois de tudo, permaneci ali, olhando, me excitando, me imaginando numa situação dessas. Aquilo foi demais para mim e, como não fazia sexo já a mais de uma semana, gozei sem nem precisar me tocar. E gozei de uma forma gostosa, prazerosa, diferente. Eu queria tudo aquilo pára mim também. Eu também queria gozar daquele jeito, ser fodida daquele jeito... Fiquei mais um tempinho olhando tudo, mesmo depois de gozar, mas quando percebi que o Gilson ia gozar novamente, resolvi fingir novamente que tinha saído e ficar olhando mais daquela transa louca.
Quando me posicionei na escada onde tinha ficado antes, percebi que não tinha a mesma visão que tinha antes, então tentei me aproximar mais e ainda ficar escondida. Para isso, acabei ficando quase agachada atrás da cadeira que eles tinham usado para transar, ficando assim muito próximo deles e até mesmo podendo ser descoberta ali. Depois que o Gilson gozou, Aline novamente foi chupá-lo e fiquei impressionada com o tamanho do pau dele. Era maior e mais grosso que o do meu marido e a Aline fazia caras e bocas chupando ele todinho. E aquela chupada pareceu dar novo sinal de vida para o Gilson que levantou a Aline do chão e fez ela se sentar sobre ele. Ele ficou na cadeira de lavar o cabelo, que já é meio reclinada, e a Aline, de pé nos assentos dos lados, foi se abaixando e encaixando sua bucetinha inchada naquele pau duro. Gilson a segurava e ela segurava o vestido e se abaixava devagar, até encaixar e então começar a pular na cadeira, fazendo com que o pau do Gilson fosse fundo nela. Ela gemia, se contorcia, gritava que não ia querer parar nunca mais... Nossa, eu não parava de me molhar de excitação. Queria estar no lugar dela. Queria ser eu sendo devorada. Queria sentir tudo aquilo que ela estava sentindo e que eu nunca tive a oportunidade. E de repente me lembrei novamente de que precisava voltar para a igreja, antes que alguém resolvesse aparecer. Voltei correndo para avisar que ainda ia demorar mais um pouco, pois o cabelo dela não estava ficando de jeito nenhum no lugar e inventei que ela estava ficando um pouco nervosa por causa disso e por isso estavam demorando ainda mais. Isso já eram 2 horas e 40 minutos de atraso. A sogra logo disse que eu voltasse pra lá e só retornasse com a noiva, pra não deixá-la sozinha caso precisasse de alguma coisa. E mal ela sabia de que ela estava tendo tudo aquilo que precisava...
Quando voltei, mal fechei a porta e já conseguia ouvir os gemidos dela. Ela estava irreconhecível! Quando olhei para cima vi que ela estava apoiada na grade da escada, levando novamente por trás. Imaginei que ela fosse ficar com a bucetinha esfolada e até fiz um comentário assim que os vi: - “Minha nossa! Quanto fôlego! Assim ela não vai conseguir dar na lua de mel!” Mas o Gilson riu e junto com ele, Aline, e pude ver um sorriso torto no meio daquela cara de gozo, e ela disse: -“Pode ficar tranqüila, amiga... Estou descansando a bucetinha agora... Tô inaugurando um novo playground...” E então o Gilson gargalhou e eu fiquei sem entender direito o que ela quis dizer por uns segundos. Ela estava dando o cuzinho! Eu mal podia acreditar! Além de toda a situação, de eu estar presenciando eles treparem praticamente na minha frente, de ter sido conivente com tudo, de ter ajudado e incitado ela a fazer o que eu não pude fazer, ela ainda estava dando o cuzinho virgem! Como fiquei? Ensopada! Tenho certeza de que se tirasse minha calcinha naquele momento e torcesse ela, seria capaz de encher um copo! Rsrsrs E de onde eu estava, com a visão que eu tinha, pela curiosidade tratei de olhar mais atentamente, para enxergar a penetração. Aline estava com o vestido erguido e segurado pelo apoio do cotovelo na grade e, apesar de não conseguir ver a penetração no cuzinho, pude ver que sua bocetinha estava muito vermelha, de tanto ter sido abusada. Fiquei ali, plantada, vendo tudo, que ainda demorou mais alguns minutos até que o Gilson finalmente deu a última gozada. Quando ele saiu de dentro dela, a Aline quase tombou no chão de tão mole que ficou por toda a transa. Subi as escadas para ajudá-la e quando peguei a calcinha para vestir a Aline, senti o quanto ela estava molhada. Imaginei que minha calcinha estava justamente como a dela, provavelmente muito pior. Ajudei Aline a sentar na cadeira e quando fui vestir a calcinha nela, não consegui deixar de olhar para o cuzinho dela, que estava aberto e molhado. Ele tinha gozado dentro dela! Aline percebeu que eu exitei terminar de vesti-la e então falou: - “Tá vendo como ficou? O corno vai ter uma surpresa e tanto... Vou levar a porra do Gilson todinha dentro do meu cu pra lua de mel...” Nossa, quase cai pra trás quando ela disse aquilo... Gilson então voltou e brincou comigo: - “Rita, agora você vai me ajudar a terminar o cabelo da Aline e depois a gente dá uma ajeitada no seu, o que você acha?” Fiquei vermelha de vergonha. Ele e a Aline riram alto. Logo trataram de começar a realmente arrumar o cabelo dela e eu, ainda vermelha, fiquei por perto ouvindo toda a conversa sobre o que aconteceu e promessas de que precisariam arrumar o cabelo mais vezes, e que eu precisava realmente dar uma ajeitada pra ver como poderia ficar melhor...
Não consegui deixar de ficar excitada com tudo o que aconteceu e com os comentários dos dois se insinuando e ainda me provocando para também pular a cerca. Quando finalmente ela estava pronta, o casamento já estava com 4 horas de atraso. Ninguém achou estranho, pois Aline já tinha mesmo a fama de se atrasar e ainda tinha mais alguns outros motivos que fizeram todos acreditar que a história do cabelo era verdadeira. Só sei que agora, depois de ter presenciado tudo isso, comecei a ler contos e agora tenho um “professor” que vem me dando “lições de casa” para ir aprendendo tudo o que nunca pude viver... E posso até estar errada, mas tenho certeza de que um dia ele vai me dar de lição de casa ajeitar o meu cabelo... rsrsrs
15.10.11
ACREDITE SE QUISER
Sempre procurei não deixar meu casamento cair na rotina, quem é casada sabe do que estou falando, é difícil conseguir. Assim que casei conversei com meu marido sobre isto, falei que nossa vida seria feita de emoções e que um segundo de mentiras poderia acabar com uma eternidade de verdades. Para não deixar as mentiras acontecerem nós tínhamos um momento na cama que era chamado de ACREDITE SE QUISER, era o seguinte: Nos cobríamos com o maior lençol que tinha em casa, debaixo do lençol valia tudo, só não podia cortar um ao outro, tinha que deixar falar o que quisesse, podia falar todos os assuntos: o que estava sentido; fantasias, cantadas, sonhos, verdades, mentiras, etc. Era um momento especial, porque liberávamos totalmente falando coisas que normalmente os casais não falam, inclusive segredos da intimidade, por exemplo: meu marido contou dos troca-troca que fez quando era criança; que viu sua mãe transando com seu pai pelo buraco da fechadura; os detalhes de todas relações sexuais com sua noiva e cinco namoradas; contou ainda que tinha quebrado com o dedo a virgindade de uma namorada no dia que ela vez 18 anos; que tinha recebido cantadas para ter relação homossexual, mas não teve coragem de aceitar; entre outras. Eu contei que tinha tido 4 namorados; que meu primeiro namorado tirou minha virgindade e tentou comer minha bunda, e não deixei porque tinha um pau grande; que meu segundo namorado gozou na minha boca; que meu terceiro namorado tinha um pau pequeno e deixei tirar a virgindade do meu ânus.
Contei todas as minhas transas, que na realidade não foram tantas assim, tudo nos mínimos detalhes. E contei meu maior segredo, que não tinha contado para ninguém. Foi o seguinte: No último ano da faculdade, tinha um namorado, o quarto da minha vida, morava numa cidade do interior de São Paulo, e repartia aluguel do apartamento com uma colega da faculdade. A minha colega era estudiosa, bem comportada e não tinha namorado. Nós combinamos que quando eu estivesse no apartamento com o meu namorado daria duas voltas na chave da porta para ela não entrar, era nosso código. Um dia esqueci a chave com uma volta só, minha amiga entrou e me pegou no flagrante, estava pelada no sofá sentada no colo do meu namorado, ela olhou discretamente e não falou nada e foi para o quarto dela. A minha colega tinha uma amiga que fazia residência na faculdade de medicina. Ela convidou a amiga para ensinar uma matéria que estávamos com dificuldade, isto foi numa sexta feira, ficaríamos estudando o final de semana para prova de segunda feira. Só que ela recebeu um telefonema no sábado, era sua mãe avisando que um tio tinha falecido e teria que viajar para sua cidade e me deixar sozinha com a sua amiga. No sábado lá pelas duas horas da manhã não estávamos agüentando mais estudar e fui tomar banho, abri a ducha, a nossa amiga, entrou no banheiro, porque deixei a porta encostada. O banheiro não tinha separação entre o chuveiro e a bacia, ela me viu pelada, e começou elogiar, falou que eu era muito bonita, na verdade sou jeitosa, mas nem sou tão bonita assim. Nesta época eu não gostava de me depilar, ela comentou sobre meus pentelhos, e disse que ela era totalmente depilada. Paramos o assunto por ai. O apartamento tinha duas camas, uma de casal que eu dormia e outra de solteiro da minha colega. Falei para ela dormir na cama de solteiro. Deitei na minha cama, logo em seguida ela apareceu perguntando se poderia dormir comigo, achei esquisito, mas estava tão cansada que deixei. Coloquei uma calcinha de malha folgada e uma camiseta, na época gostava de dormir assim, peguei no sono, acordei com nossa amiga chupando minha vagina. Ela simplesmente puxou minha calcinha do lado e estava com a língua lá dentro. Pedi para ela parar, até empurrei, mas ela insistiu e já estava com a língua bem em cima do clitóris. Ai não teve jeito e deixei, pegou um dedo e colocou no meu ânus, sendo chupada e com o dedo lá, não demorou muito e gozei. Ela falou que era minha vez de chupar, pensei um pouco, minha consciência estava pesada, mas chupei, era raspada de tudo.
Mesmo sendo minha primeira vez coloquei o dedo no ânus, e fiz do mesmo jeito que ela fez comigo, ela gozou e deu alguns gritos. Em seguida ela deitou no meu ombro e falou que tinha sido maravilhoso. No final ela quis beijar minha boca, aí já era demais e não deixei. No domingo minha amiga chegou de manhã, perguntou se eu tinha gostado do estudo, achei estranho a volta antecipada da viagem e perguntei se ela sabia de alguma coisa, ela falou que sim e que tinha inventado a história da morte do tio, só para amiga ficar sozinha comigo, disse também que era uma mulher resolvida ou seja; uma mulher que sabe amar outra mulher, e já tinha transado com a amiga dela, falou ainda que era apaixonada por mim e sentiu o maior tesão naquele dia que me flagrou transando com meu namorado, só que não teve coragem de se declarar. Xinguei ela de filha da mãe prá cima, e falei que não esperava isto dela, estava no final do ano e deixei essa história pra lá. Só foi essa vez, elas se formaram e nunca mais nos falamos. Com certeza teve mais detalhes, mais quem quiser saber mande um e-mail acviveiros-sp@ig.com.br que prometo responder a todos. ANA CAROLINA
Contei todas as minhas transas, que na realidade não foram tantas assim, tudo nos mínimos detalhes. E contei meu maior segredo, que não tinha contado para ninguém. Foi o seguinte: No último ano da faculdade, tinha um namorado, o quarto da minha vida, morava numa cidade do interior de São Paulo, e repartia aluguel do apartamento com uma colega da faculdade. A minha colega era estudiosa, bem comportada e não tinha namorado. Nós combinamos que quando eu estivesse no apartamento com o meu namorado daria duas voltas na chave da porta para ela não entrar, era nosso código. Um dia esqueci a chave com uma volta só, minha amiga entrou e me pegou no flagrante, estava pelada no sofá sentada no colo do meu namorado, ela olhou discretamente e não falou nada e foi para o quarto dela. A minha colega tinha uma amiga que fazia residência na faculdade de medicina. Ela convidou a amiga para ensinar uma matéria que estávamos com dificuldade, isto foi numa sexta feira, ficaríamos estudando o final de semana para prova de segunda feira. Só que ela recebeu um telefonema no sábado, era sua mãe avisando que um tio tinha falecido e teria que viajar para sua cidade e me deixar sozinha com a sua amiga. No sábado lá pelas duas horas da manhã não estávamos agüentando mais estudar e fui tomar banho, abri a ducha, a nossa amiga, entrou no banheiro, porque deixei a porta encostada. O banheiro não tinha separação entre o chuveiro e a bacia, ela me viu pelada, e começou elogiar, falou que eu era muito bonita, na verdade sou jeitosa, mas nem sou tão bonita assim. Nesta época eu não gostava de me depilar, ela comentou sobre meus pentelhos, e disse que ela era totalmente depilada. Paramos o assunto por ai. O apartamento tinha duas camas, uma de casal que eu dormia e outra de solteiro da minha colega. Falei para ela dormir na cama de solteiro. Deitei na minha cama, logo em seguida ela apareceu perguntando se poderia dormir comigo, achei esquisito, mas estava tão cansada que deixei. Coloquei uma calcinha de malha folgada e uma camiseta, na época gostava de dormir assim, peguei no sono, acordei com nossa amiga chupando minha vagina. Ela simplesmente puxou minha calcinha do lado e estava com a língua lá dentro. Pedi para ela parar, até empurrei, mas ela insistiu e já estava com a língua bem em cima do clitóris. Ai não teve jeito e deixei, pegou um dedo e colocou no meu ânus, sendo chupada e com o dedo lá, não demorou muito e gozei. Ela falou que era minha vez de chupar, pensei um pouco, minha consciência estava pesada, mas chupei, era raspada de tudo.
Mesmo sendo minha primeira vez coloquei o dedo no ânus, e fiz do mesmo jeito que ela fez comigo, ela gozou e deu alguns gritos. Em seguida ela deitou no meu ombro e falou que tinha sido maravilhoso. No final ela quis beijar minha boca, aí já era demais e não deixei. No domingo minha amiga chegou de manhã, perguntou se eu tinha gostado do estudo, achei estranho a volta antecipada da viagem e perguntei se ela sabia de alguma coisa, ela falou que sim e que tinha inventado a história da morte do tio, só para amiga ficar sozinha comigo, disse também que era uma mulher resolvida ou seja; uma mulher que sabe amar outra mulher, e já tinha transado com a amiga dela, falou ainda que era apaixonada por mim e sentiu o maior tesão naquele dia que me flagrou transando com meu namorado, só que não teve coragem de se declarar. Xinguei ela de filha da mãe prá cima, e falei que não esperava isto dela, estava no final do ano e deixei essa história pra lá. Só foi essa vez, elas se formaram e nunca mais nos falamos. Com certeza teve mais detalhes, mais quem quiser saber mande um e-mail acviveiros-sp@ig.com.br que prometo responder a todos. ANA CAROLINA
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