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3.8.11

APRENDENDO A SER PUTINHA



Sou morena clara, olhos e cabelos castanhos escuros, seios fartos, 1,70 de altura.
Sempre fui muito careta em relação ao sexo. Jamais passava pela minha cabeça transar sem amor. Até então só havia tido um homem na minha vida, e que amei mais do que a mim mesma, e olha que o infeliz nem era bom de cama!
Depois desse desastre amoroso, que resultou numa depressão, resolvi curtir a vida, sem homens, pois o medo de sofrer de novo é imenso.
Num Sábado a noite, chamei umas amigas para fazer o que mais gosto na vida, dançar até amanhecer. Foi aí que conheci André, mau saberia que aquele homem era o que me ensinaria a deixar de ser menina e aprender a ser mulher.
Não sei o que vi naquele homem, até já o conhecia de vista, mas naquela noite alguma coisa me chamou atenção. Ele me deu um sorriso e disse qualquer coisa no meu ouvido que nem me lembro mais. Fui pra casa e não consegui parar de pensar naquele homem que mau sabia o nome. Fiquei horas imaginando meu corpo ardendo por onde seus olhos passavam, em cada milímetro do meu corpo. Depois deslizando suas mãos em cada curva do meu corpo e por fim ser envolvida por aquele homem, entregue ao prazer.
Na semana seguinte, saí novamente para dançar e por coincidência lá estava o homem que me fizera perder noites de sono. Dancei a noite toda provocando-o até que ele me ofereceu carona. Disse que não estava de carro, mas que estava com um amigo, que nos deixaria na sua casa. Pegaríamos o carro dele e sairíamos para comer algo. Topei na hora. Mal sabia que não haveria lanche.
Subi até seu apartamento. Ele foi logo me jogando na parede, me pressionando contra ela, e aquilo foi me excitando muito. Beijava-me loucamente e eu retribuía. Quando menos percebi, já estava sem a calça, completamente molhadinha, enquanto me carregava para o quarto. Fiquei louca de excitação. Ele me colocou de quatro e chupou com vontade minha bucetinha e meu cuzinho (coisa que jamais alguém fizera). Como chupava gostoso meu grelinho. Depois foi a minha vez. Caí de boca naquela rola grande e gostosa de chupar. Fiquei ali me deliciando, chupando enquanto me chamava de putinha e eu amava aquela situação. Falou que gozaria na minha cara de putinha, eu anestesiada de prazer deixei que fizesse. Gozou na minha caro toda e o resto que sobrou daquele leitinho eu tomei com o maior gosto. Pedi que me penetrasse, pois minha bucetinha já pulsava de vontade de ser comida. Ele disse para implorar para ser fodida. Eu desesperada implorei, e imploraria por quanto tempo ele quisesse. Aquele joguinho me deixava cada vez mais excitada. Implorei que me comesse bem gostoso, me fudesse com vontade, e assim ele fez. Eu cavalgava, rebolava feito uma louca de prazer, e pedia mais, queria muito mais. Eu que tinha o cuzinho virgem pedi que penetrasse nele, que arreganhasse ele. Com toda satisfação fodeu meu cuzinho com orgulho, enquanto batia na minha bunda cada vez com mais força e me chamando de putinha. Rebolei muito com aquele pauzão encravado no meu cuzinho. Eu urrava de prazer.
Novamente chupei seu pau enquanto ele enfiava o dedo no meu rabinho, recém inaugurado. E quanto mais eu o chupava, mais prazer eu tinha. Ele me chamava de putinha, e que adorava ser chupado por uma puta, q minha carinha era de putinha. Eu adorava escutar aquilo, então pedi que gozasse nos meus seios. Foi muito bom senti aquele jato de leite nos meus seios fartos, todo lambuzado de porra, onde eu lambia tudinho. Caímos na cama extasiados de prazer.
Nossos encontros se tornaram frequentes, e cada encontro é uma descoberta nova. Sei que nosso relacionamento baseia-se em sexo, e talvez por isso me excite e não consigo deixar de vê-lo, pois através dele me redescobri sexualmente, e percebi o quanto sou uma puta na cama.
Meu nome não importa, pra ele posso ser qualquer uma: Alice, Júlia, Michelle ou Shirlei. Sou quem ele quer que eu seja. Sou a sua putinha e gosto disso.
Espero comentários de pessoas afim de me dar novas lições.
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AMOR DE VERÃO

Meu nome é Angel, tenho 18 anos, sou loira olhos verdes, cabelos longos e lisos, seios médios e durinhos, cintura fina, coxas grossas, bundinha empinada, sou uma ninfetinha sexy, safadinha e adoro fortes emoções. Moro sem São Paulo e meus pais combinaram que eu iria passar minhas férias no Rio de Janeiro com uma tia que eu adoro. Quando papai e mamãe me levavam para a rodoviária, eu pensava tomara que não sente ninguém chato do meu lado no ônibus! Chegamos bem adiantados, mas me despedi dos meus pais e fui logo tomando meu lugar. Menos mal, aparentemente não iria ter ninguém do meu lado! Quando o motorista deu a partida no motor, todos os passageiros olharam boquiabertos para um rapaz que corria para o ônibus, acenando com a mão, pedindo que o esperassem. Nossa, o cara era lindo! E pasmem, ele sentou na poltrona ao meu lado. Sentou-se ofegante, exalando um delicioso perfume masculino. Ele era loiro, carinha de safado, um corpo lindo, todo malhado e bronzeado. Vestia uma calça jeans que moldava com perfeição suas coxas grossas, uma camisa preta, meio apertada, que deixava seus músculos peitorais bem visíveis. Ai sem duvida, era um dos caras mais gatos que já tinha visto! Quando ele arrumava suas sacolas no porta-bagagem, inadvertidamente o motorista arrancou, fazendo-o desequilibrar-se e cair sobre mim. Para levantar-se rapidamente – sem querer – apoiou-se em um dos meus seios, que imediatamente se endureceu. Pensei que aquele gesto aparentemente impensado fosse deixá-lo embaraçado ou sem graça, mas não. Ele dirigiu-me um malicioso olhar, estremeci com o brilho que vi em seus olhos! Numa silenciosa combinação, começamos a trocar olhares significativos, desejosos de prazer. Ele, vidrado, reparava no meu decote, eu estava de saia, parecia que ele olhava através dela, acho que imaginando o enorme prazer que poderia me oferecer. Os biquinhos dos meus seios já estavam assanhados de desejo, que pareciam querer furar a malha da minha blusa. Não foi dito absolutamente nada; nem precisava. Só esperávamos os demais passageiros, pelo menos os mais próximos – caírem no sono para podermos nos entender melhor. Já era tarde, mas muitas luzinhas continuavam acesas. Tínhamos que fazer alguma coisa para dar vazão à onda de excitação que nos dominava. Visivelmente perturbada, a pretexto de melhor me acomodar na poltrona, eu cheguei mais nele e discretamente, segurei sua coxa. A mão dele veio ao encontro a minha, para acariciar-me! Quando o desejo se impôs, não hesitei em apalpar seu pau numa euforia sem limite, massageando-o freneticamente. Ele não se fez de tímido, e começou a acariciar meus seios, o que só aumentou a vontade de segurar seu cacete livre em minhas mãos. Ele não demorou a arriar o zíper da calça e sacar seu pau, cuja glande brilhava na penumbra, de tanto tesão. Fiquei hipnotizada pelo avantajado instrumento que tinha na minha frente, pendi meu corpo para o lado e cai de boca, chupando-o carinhosamente. Ele atingiu um estonteante orgasmo. Quando eu senti o primeiro jato de esperma na minha boca, chupei-o com tanta volúpia que até temi pela integridade de seu membro. Fiz questão de engolir até a ultima gota de sua porra. Nutrida pelo seu leite, me arrumei na poltrona, com um sorriso de quem satisfez o seu homem. Estava louca pra ele começar sua festinha em mim, e ele sintonizado nas minhas intenções foi logo levantando minha blusa, chupando os meus seios durinhos, que mal cabiam em sua boca. Quando ele levantou minha saia para não corrermos mais riscos ainda apanhei o cobertor que forneciam na viajem e cobri minhas pernas. Ele começou a dedilhar minha vagina, que já estava completamente lambuzada. Eu rebolava descompassadamente e suspirava fundo, estava quase gozando. Antes que eu o fizesse, ele reclinou nosso banco e se deitou em meu colo. Entendi que ele queria me chupar, cobri sua cabeça com o cobertor e abri largamente as pernas, colocando um joelho no encosto da poltrona da frente. Sua língua chegava só até meus ralos pelos lisos, que ele cobriu de beijinhos e lambidas. Neste momento, alguém se levantou para ir ao banheiro eu o puxei pelos cabelos e cobri meus seios. Quando o sujeito voltou do banheiro, ele levou uma das mãos até minha buceta e começou a massagear o meu clitóris, enquanto a outra se ocupava num dos meus peitos. Eu lambia e mordia os lóbulos da orelha dele, deixando-o completamente arrepiado. Eu gemia baixinho, me contorcia. Alucinada de tesão, levantei-me da poltrona e sentei em seu colo, senti o seu pedaço de nervo em brasa penetrando-me. Enquanto eu me requebrava selvagemente em seu colo na busca do orgasmo, esfregava meus seios no meu rosto nervosamente. Quando alcancei o ápice do desejo, revirei os olhos, gemi alto – fazendo-o gozar juntinho comigo –  relaxei enquanto ele ainda ejaculava dentro dela. Depois daquele exaustivo orgasmo simultâneo, nos estiramos nas poltronas e só acordamos de manhã cedo, já no Rio de Janeiro. Só então fui saber em detalhes quem era ele. Chamava-se Henrique, tinha 23 anos, também estava indo passar uns dias com uns tios. Ao desembarcarmos, ele insistiu para que ficasse mais um pouco com ele, mas recusei. Minha tia já estava me esperando e não queria gerar comentários, apenas trocamos telefones, sempre que dava íamos juntos a praia. Na volta para SP acabamos perdendo contato, mas nossa aventura ficou guardada na memória…

1.8.11

Comi a sobrinha gostosa

                           
                                      Há tempos que reluto em contar esse segredo guardado a mil chaves. Mais hoje resolvi compartilhar com os leitores essa aventura incomum. Vamos aos fatos.:
Sou um cidadão comum mais com um senso de erotismo acima da média. Sempre tive um tresão espetacular e desde sempre me excito com facilidade. Tenho hoje 45 anos, corpo bom para a idade e um documento que é meu cartão de visitas: 23 centímetors em ereção máxima. Tive muitas mulheres e muitas ninfetas também. Vários foram os cabaços. Mais um deles me é especial. Trata-se do de minha sobrinha Laura que vi nascer. Desde pequena ela se mostrava uma bela menina. Tudo começou quando ela completou 16 anos. Ela era linda. Lourinha, com os peitinhos a sair e uma bundinha arrebitada num mudo convite. Sempre nos tratamos muito bem e nossa intimidade era o normal. Um dia ao comprimentá-la, beijei seu pescoço. A paritr desse dia tudo mudou. Sempre que ela vinha a minha casa, colocava o pescoço para ser beijado. Eu notava também que ela com o joelho encostava em minha pelvi sentindo o meu volume. E isso foi se tornando comum. Até que um dia, aconteceu o que eu sonhava: eu me encontrava sozinho em casa e ela veio fazer um trabalho de escola em meu computador. Chegou e logo ofereceu seu delicioso pescocinho. Dessa vez além do beijo, passei a ponta da língua. Notei que ela suspirou e premiu o joelho com mais força no meu pau que logo reagiu. Assim como tava eu a puxei de leve e ela caiu em meu colo.
Ela tava linda com um shortinho amarelo que dava para ver a marca da calcinha. Ali em meu colo ela pode sentir o quão afim eu estava. Aquele rostinho perto da minha boca foi um convite mudo. Dei-lhe uma bitoquinha e ela remexeu. Nisso eu falei: vai fazer seu trabalho. Ela respondeu com voz trêmula que já tava indo. E assim foi. Eu na sala, com o pau durissímo pensando o que fazer. Foi ai que ela me chamou para concertar uma parada no PC.
Fui com o coração acelerado e o pau duro. Não dava prá disfarçar pois como disse ele é enorme. Chegando ao quarto me postei atráz dela para ver qual era o problema. Nisso vi seus dois seioszinhos por cima da blusinha e elouqueci de vez. Dei-lhe um beijinho no pescoço e am ato continuo levei minhas mãos aos peitinhos dela. Ao que me pareceu ela adorar. Forcei então meu pau em seu ombro e lea seu ombro em meu pau. Ai eu falei: meu amor vem aqui com o tio. Ela, languida, aceitou o convite e veio em minha direção olhando para o volume em minha bermuda. A abracei e forcei bem encima de sua barriguinha. Nisso ela enteabriu a boquinha e lá depositei minha língua firmemente. Foi delicioso beijar aquela boca virgem. Peguei sua mão e dirigi até meu pau no qual ela apertou e começou a acariciar por cima da bermuda. Nesse interim já não havia mais controle. Deitei-a na cama e comecei a beijá-la. Quando cheguei nos peitinhos ela gemeu forte e disse que queria tudo mais que estava com medo.
Tranquilizei-a e continuei minha aventura. Fui tirando sua roupa bem devagar. Quando cheguei na calcinha beijei sua virgem bucetinha que a essa altura já estava bem lubrificada. Foi uma chupaçõia danada. Já nú pude notar toda sua apreensão com o tamanho de meu pau: tio isso vai caber em mim? Vamos ver meu amor.
Pedi que ela colocasse ele na boca e ela em ato contínuo não só o colocou como passou a chupar com vontade. Logo eu gozei e enchi sua boquinha de porra. ela inexperiente, cuspiu tudo. Após um breve descanso, parti para a cena final: o defloramento.
Acalmei-a e fui a luta. Ela escancarou as perninhas e eu estacionei entre elas. A visão de sua bucetinha peladinha me enlouqueceu. Encostei a cabeça e fui forçando. Ela só gemia. Fui enfiando e ela gemendo. Enfiando e ela gemendo: vai…tiiiiiooo. Tá doendo gostoso….me come logo….vai ….me come vai….aiiiii. Após uns bons minutos me vi todo atolado em sua bucetinha. Comecei o vai e vem devagar para ir acelerando mais a frente. Ela ufava de prazer. Gozamos muito. Enchi ela de porra várias vezes nesse dia e nos vários dias seguintes. Nunca fudi tanto em minha vida.
Outro dia fomos a um motel onde pela primeira vez lhe fudi o cuzinho.
Nossa ela aguentou tudinho sem reclamar. Fudemos muito. E ela só tem 18 anos

31.7.11

COMENDO O CÚ DA CURIOSA

O que passo á contar aqui é real. Todos me chamam de bombom, porque eu sou uma pessoa boa. Tenho 42 anos, sou bem conservado, gosto muito de sexo. Tenho uma irmã que tem uma filha de 18 aninhos. Um estouro de menina. Morena clara, peitinhos pequenos, parecendo dois tomates, cintura larga e uma bunda super empinada, rosto de criança. Bom, sai de férias do trabalho e fui passar uma semana com minha adorada irmã, que é separada do marido e me pediu para murar o quintal da sua nova casa no subúrbio. Lá chegando acertamos como tudo seria feito e comecei logo no outro dia a trabalhar. Sua filha que estuda pela manhã, só chega ao meio dia em casa. É muito apegada a mim e sempre nos divertimos muito com brincadeiras alheias. Minha irmã trabalha o dia todo e nos dá toda confiança. Até mesmo porque não tinha de que desconfiar, já que pra mim se trata de uma criança. Mas a coisa começou a mudar no dia em que cheguei. À noite na hora de dormir, quando ela apareceu saindo do seu quarto só de camisola, sem sutiã e veio me dar um abraço de boa noite colando seu corpo ao meu. Eu estava sem camisa, e minha irmã na cozinha. Quando ela me abraçou eu a segurei e retribui o abraço forte, sentindo seus peitinhos macios roçarem juntos ao meu. A segurei por um instante beijei-a no rosto. Quando a soltei pude ver que os bicos tinham crescido com aquele abraço. Ela vendo que eu estava olhando para eles deu risada e saiu. Aquilo ficou na minha mente até que fui dormir. No outro dia acordei com o relógio despertando, era hora de minha irmã ir trabalhar. Levantou fez sua higiene matinal e me pediu para eu acordar naninha para ir para a escola. Quando deu 07h00min eu fui acordar naninha. Quase tive um colapso ao ver minha sobrinha dormindo sem cobertor, com a camisola na cintura deixando amostra uma bundinha de dar tesão em qualquer velhote. Com uma tanguinha dento do cu dava pra ver o monte por baixo das perna de sua buceta carnuda. Primeiro a cobri, então a chamei. Ela levantou se cuidou e foi pra escola. Fiquei atribulado a manhã toda. Não teve jeito a não ser bater uma bela punheta pensando naquele cuzinho. Quando ela chegou estava na hora do almoço. Pedi a ela que colocasse o meu enquanto iria tomar um banho. Entrei no banheiro e estava lá feliz com tudo isso, quando senti que estava sendo observado por alguém. Só podia ser ela, pois na divisória só tinha uma cortina e deixei a porta aberta por não ter fechadura. Ai comecei a sacanear. Primeiro comecei a bater uma pro meu cacete endurecer e quando estava bem duro lhe preguei uma peça. Do nada abri a cortina e sai nu. Ela fez uma cara de assustada e disse que ia pegar a sua escova de dente, mas não tirava os olhos do meu cacete duro. Aproveitei que não tinha toalha e pedi que pegasse uma pra mim. Entrei novamente pro banho. Quando ela voltou ela mesmo abriu a cortina pra me entregar a toalha. Foi a gota d’água. Eu disse que estava calor e perguntei se ela não queria tomar banho também. No que ela disse que sim. Pedi para ela tirar a roupa. Ela tirou a saia e a blusa ficando só de calcinha e sutiã. Entrou como uma menina inocente que não sabia o risco que estava correndo. Molhou-se toda. Eu nu, ela de calcinha começou a brincar me jogando água. Uma loucura. Em dado momento eu agarrei ela por trás e me encochei em sua bunda. Abracei e segurei em seu peitinho. Ela parou e disse: Tio eu sou virgem. Eu disse pra não se preocupar que o titio sabia como fazer. Virei ela e lhe dei um beijo gostoso na boca. Enfiei a mão por dentro de sua calcinha por trás e apalpei sua bunda. Chamei de encontro a mim e meu cacete se encaixou no meio de suas pernas duro como uma pedra. Abri meus olhos e vi uma prateleira com uns frascos de xampu. Comecei a tirar sua tanguinha, fui descendo e ela ficou nua na minha frente. Abracei-a de novo e agora sentia minha pica na entrada da sua xoxota. Encostei-a na parede e comecei a roçar na sua bucetinha virgem. Ela só fazia gemer: Ai tio, ta gostoso. Assim ta bom. Eu a senti gozar em meu cacete. Ai eu disse pra ela que ia fazer outra coisa boa com ela. Peguei o frasco de xampu, pedi que ela abrisse a mão. Ela abriu, coloquei o xampu na mão dela e pedi que passasse em meu picão. Ela começou a lambuzar minha pica. Tomei da mão dela e pedi a ela que ficasse de quatro segurando no vaso sanitário com as duas mãos e ela fez sem saber o que a esperava. Coloquei xampu em minhas mãos e direcionei na entrada do seu cuzinho. Ela perguntou: Tio o que vai fazer? Eu disse que queria roçar meu cacete na sua bunda e ela deixou, me pedindo pra não machuca-la. Passei bem no seu rabinho, na cabeça do meu cacete e direcionei bem na entradinha. Passei meus baços por baixo dela até seu rosto e me encaixei. Fiquei brincando na entrada do seu cuzinho um bom tempo, até que ela se acostumou e começou a rebolar. Ai foi a minha vez. Dei uma empurrada e a cabeça entrou. Ela berrou: Ai meu cu. Ta ardendo tio. Tira. Eu segurei-a, tapei sua boca e meti a metade. Ela começou a chorar, eu parei e disse: Olha, eu vi você me olhando tomar banho. Fique quieta que a dor vai passar. Ela ficou quietinha de quatro. Eu tirava e enfiava, ela gemia agora sentindo um pouco de prazer. A dor ta passando tio, dizia ela. Vá devagar que eu deixo. Fui devagarinho. Tirando e botando. Quando senti que era hora da segunda etapa, enfiei de vez o resto e segurei-a pela cintura. Ela gritou: Chega, eu não agüento mais. Ta me lascando. Você me lascou. Tira titio, tira. Atochei tudo dentro do seu cu e comecei o vai e vem. Parei e disse a ela quer que acabe logo? Mexa um pouquinho pra acabar. Ela começou a mexer. Foi uma gozada como nunca gozei. Ela tomou banho e foi dormir, sem dar uma palavra.

Uma garrafa de uísque e duas gostosas

Trabalhava fazendo leilões pelo interior do NE, certo dia estava eu trabalhando num leilão em caicó (interior do RN). Nesses leilões trabalham muitas estudantes de zootecnia e veterinária, duas delas eram realmente especiais, faziam bicos de modelo e geralmente faziam a recepção dos convidados do leilão. A equipe ficava toda hospedada no mesmo hotel, mas como elas eram de cidades diferentes, a gente só se encontrava nos leilões, ou seja, conversava pouco. Num certo, dia o leilão foi longo mas um sucesso, e o “patrão” decidiu dar um extra pra todo mundo fazer uma festa. Molhei a mão de um garçom e peguei uma garrafa de whisky e 6 latas de energético. Não tinha intimidade pra chamar as meninas, mas elas bem mais desenroladas perguntaram para onde eu ia com aquela garrafa de whisky, eu disse: – Nessa garrafa bebem 3 pessoas, quem sabe são vocês… eu e mais duas (Dani e Rafa, que facilmente se passariam por irmãs a única diferença são 6 centímetros, as duas morenas, cabelos lisos, peitos grandes, bunda maravilhosa, quadris largos). Aí Rafa disse: – Esse povo de Recife é desenrolado mesmo. Voltamos escondido para o hotel, combinamos de nos trocar e irmos para outro lugar. Voltei pro quarto, tomei banho, coloquei desodorante, perfume, escovei os dentes, coloquei uma calça jeans, uma camisa pólo, um sapato social e desci com a garrafa debaixo do braço e o “Pack” de energético. Demorou uns trinta minutos, descem as duas e me avisam que não vão poder sair porque estão esperando as amigas chegarem, que era melhor beber por lá mesmo. O que me importava era a companhia e não o lugar. Fiquei na minha e disse que ia me trocar então, que elas fossem bebendo e me encontrassem na piscina, subi e estava me trocando quando eu escuto um barulho ao longe, olho para baixo da sacada, as duas tomando banho de piscina, detalhe a temperatura era de 17 graus (frio para padrões nordestinos). Eu já desci com 4 toalhas, uma camiseta, uma sunga e muita vontade. Assim que apareço na piscina elas me olharam com espanto e elogiaram minhas pernas, quando chego mais perto percebo que elas não estão com roupa de banho. Dani está com uma calcinha e uma blusa, e Rafa está só com um top e um short (sem calcinha nem sutiã), entro na piscina e elas me servem uma dose a La cowboy dizendo que é “para esquentar”. Dani tomou uma dose e fez uma careta, foi limpar a boca com a blusa e escapou um “peitinho”. Ela viu que eu vi e ficou olhando diretamente pro meu pau, (que a essa hora mesmo com o frio de rachar e a água gelada, estava pulsando feito um coração). Eu marotamente perguntei: – Quer que eu limpe? Ela não se fez de rogada. –Vem! Nem conversei muito, fui logo tascando um beijo, uma boca macia, uma língua nervosa, corri a mão por baixo pra tirar sua calcinha, ela segurou minha mão e começou a lamber meu pescoço, peito, nessa hora Rafa grita: – Opa, espera ai que eu estou chegando. Vem pra perto da gente, fica sentada na borda da piscina, eu coloco os dedos na xota molhada, enquanto Dani me lambe, aí eu falo: – Vamos subir pra ninguém pegar a gente aqui. Vamos ao meu quarto, e vamos direto pro chuveiro tirar o cloro. Pego Dani de costas, começo a chupá-la logo pelo cuzinho, ela faz menção de resistir mas não o faz, continuo chupando o cuzinho dela enquanto ela começa a beijar Rafa, nessa hora eu começo a enfiar o dedo na xota de Rafa enquanto chupo o cuzinho de Dani. Me levanto, logo Rafa se abaixa e começa a me chupar, fico beijando Dani na boca enquanto Rafa me chupa de um jeito que parece que vai arrancar meu membro. Saímos do banho direto pra cama, deito Dani na cama e Rafa logo se coloca a frente dela e começa a chupá-la, por um momento pensei em penetrá-la daquele jeito mesmo, ela de quatro pra mim, mas me contive e comecei a chupar a bucetinha e o cuzinho dela, os gemidos dela se confundiam com os de Dani. Comecei enfiando um dedo no cuzinho dela, e ela começou a gritar mais forte, aproveitei que estávamos molhados e coloquei a cabeça do pau na porta do cuzinho dela, subi na cama e a penetrei de uma vez só, ela gritou. Dani se assustou mas logo soltou um sorriso. Rafa começou a gemer feito uma louca enquanto eu bombava no cú dela com força, Dani esfregava a cabeça dela na sua buceta, e ela com os dois dedos no cu de Dani, e Dani gemendo acompanhando. Não fazia nem menção de gozar, pois ainda estava sob efeito do álcool. Tirei o pau do cú dela, e pedi que ela chupasse. Ela tirou o rosto e Dani esfregou a cara dela no meu pau, deitei na cama e mandei Dani subir no meu pau, ela começou a cavalgar em mim, enquanto Rafa ficou com a buceta na minha cara, Dani cansou de cavalgar, e ficou de costas pra mim, segurando em meus tornozelos. Foi o passe pra eu tirar o pau da xota dela e colocar no seu cuzinho, ela disse que não queria e que nunca tinha feito, mas eu pedi pra ela ficar sentando devagar e dosando a penetração, ela tava tão extasiada que nem dosou nada, socou de uma vez e ficou cavalgando com o cú até cansar. Gozei dentro do cú dela, tanta porra que parecia que quem tava gozando era ela. Dani foi pro banheiro e Rafa ficou na cama, descansei um pouco mas meu pau não amoleceu. Comecei chupando a xotinha de Rafa que se surpreendeu com a velocidade e virou-se num 69 frenético, não demoramos muito e começamos a fazer algumas páginas do Kama-sutra, de lado, de frente, de costas, papai-mamãe, coqueirinho, muitas posições, tudo na bucetinha. Ela já tinha gozado algumas vezes e eu nada, meu pau já estava meia-bomba e eu cansando, quando percebemos Dani sentada na beira da cama se masturbando olhando a gente transar. Chamei ela pra cama e comecei a penetrá-la num papai-mamãe e ela disse que queria fazer todas as posições de novo. Eu disse que não sabia se ia agüentar mas continuei, enquanto Rafa se alternava, ora chupando o cú dela, ora colocando o cú pra eu chupar. Ficamos muito tempo transando, meu pau já estava de um jeito que doeu quando eu gozei. Continuamos na cama os três mortos de cansados e ainda inebriados de prazer, pegamos no sono os três nus na cama, e meu colega de quarto dormindo no sofá. As meninas acordaram, se assustaram com ele e me acordaram. Se vestiram, pedi a calcinha de Dani de lembrança, ainda melada de gozo. Acordei ele, que me disse que chegou, viu as duas nuas bateu uma punheta e foi dormir. Prometi a ele que depois colocava uma pra ele “na fita”… mas isso é outra história!