25.8.11
Fingi que estava apagada
Meu nome é Fabiana, tenho 24 anos e sou casada há 6 anos. Sou loira, corpo escultural, coxas grossas e lábios carnudos, meus olhos combinam com o céu de tão azul. Meu marido é um gato quarentão. O que vou contar aconteceu no ano passado no carnaval. Temos um apartamento em MG na cidade de são Lourenço. Fomos pra lá junto com mais dois casais. O que vou contar aconteceu comigo e não esqueço até hoje. Eu e meu marido havíamos tomados umas e outras durante o dia no carnaval, eu estava já bem tontinha, fazia cia. pra gente o Paulo, o Renato e suas esposas. As duas peruas estavam loucas para ir passear no parque. Eu não estava afim, elas foram junto com o Renato e ficou eu o Paulo e meu marido. Como eu não agüentava acompanha-los, fui para o quarto, tirei toda a roupa, coloquei um vestido, deitei e fiquei bem a vontade na cama, pois estava em casa. Passado um tempo, meu marido foi até o quarto e me deu um beijo. Disse que iria dar um pulo no parque para encontrar o pessoal e perguntou se eu não queria ir. Fingi que não estava ouvindo, pois eu não estava a fim de sair. Ele se levantou, disse para o Paulo que eu havia desmaiado e que ele iria sair. Que se eu acordasse era pra ele me avisar que tinha saído. Após alguns minutos, o Paulo entrou no quarto e me chamou. Fingi que não estava escutando, ele me balançou eu continuava fingindo que estava muito bêbada. Como meu vestido era curto, ele estava mostrando as minhas popas, percebi que o Paulo estava olhando, eu continuava fingindo que estava tonta. O Paulo chegou bem perto de mim, pude sentir a sua respiração, ele estava com o nariz perto de meu bumbum para sentir o meu cheiro, minha bucetinha molhou todinha na hora, dai ele me balanço, me chamou, quase fez um escândalo. Eu nem ai. Ele não agüentou em ficar olhando e passou a mão na minha bunda bem de leve. Era uma sensação incrível. Eu nunca havia sentido outra mão a não ser de meu marido. Eu estava deitada de lado e com a perna encolhida e sabia que a minha bucetinha estaria bem exposta. O Paulo andava pra lá e pra cá ia na sala, na cozinha voltava no quarto. Ele estava desesperado e eu toda molhada. De repente ele voltou me chamou mais uma vez e eu não respondi, então ele deitou na cama e encostou-se em mim. Fiquei na minha. Ele foi se encostando e tirou o pau pra fora. Encostou a cabeça dele na minha bucetinha bem devagarzinho. Eu percebia na respiração dele, o tesão e o medo de eu acordar ou de chegar alguém, mas eu estava resistente, fingia que estava desmaiada. Ele encostou a cabeça do pau na entrada da minha bucetinha que já estava ensopada e foi enfiando bem devagar para que eu não acordasse. O pau dele foi entrando e me rasgando, pois dava pra sentir que era enorme e grosso, daria uns dois do meu marido e eu não estava acostumada, mas mesmo assim agüentei bem quietinha. Por causa da minha bucetinha não ser possuída por um pau grande, ela estava ainda apertada para o pau dele e acho que isto fez ele gozar muito rápido. Ele tirou fora na hora e gozou na mão. Depois disso ele se levantou, foi para o banheiro, tomou um banho e foi para o quarto dele e ficou deitado como se nada tivesse acontecido. Horas depois, o meu marido chegou com o Renato e as mulheres. Eu levantei, tomei um banho e fui pra cozinha junto das duas fazer comida. O Paulo foi jantar e conservar comigo como se nada tivesse acontecido. Já faz um ano e ele nunca falou nada comigo. Trata-me como se nada tivesse acontecido e eu muito menos, afinal eu estava desmaiada. Estamos perto do carnaval e vamos voltar la este ano e quero desmaiar novamente. Beijos
TROCA TROCA
Caros leitores, também sou assíduo freqüentador destas páginas. Eu, Felipe, juntamente com minha esposa Fátima, adoro aquecer minha libido com os relatos extremamente excitantes, principalmente aqueles contendo fantasias, fetiches e orgias. Claro que tanta leitura começou a provocar em nós a vontade de passar de meros espectadores a protagonistas dessas estórias. Contudo a dificuldade era grande, família, cidade pequena, e tantos outros empecilhos comuns à maioria das pessoas. Chegamos a visitar boates de streap, ruas nada familiares, mas nada além disso. Somos profissionais liberais e temos uma vida confortável, gostamos muito de receber os amigos em nossa casa, que por possuir churrasqueira, piscina e sauna, propicia boas festas, sempre regadas por muita bebida e carne. No último sábado, depois de diversos fins de semana chuvosos o sol resolveu prevalecer. Bem cedo liguei para o pessoal e de pronto organizamos um churrasco. Desci para limpar a piscina e fiquei esperando a galera com os comes e bebes. Tomando a primeira gelada da manhã fiquei admirando minha esposa deitada de bruços, bronzeando sua deliciosa bunda, totalmente exposta no sumário biquíni florido. A bunda de Fátima não é grande, é proporcional com o restante de seu corpo de pouco mais de 1,50 e 47 kg, contudo seus seios são fartos e o rosto angelical de pele aveludada e longos cabelos castanhos. Bunda mesmo tem minha cunhada, Rebeca, uma deusa da luxúria, a primeira a chegar com o namorado Roberto a tiracolo. Chegou e já foi se estatelar ao lado da irmã mais velha, para meu deleite e de meu futuro concunhado. O pessoal foi chegando, e a festa ferveu. Caipirinha, batidas, cerveja, carne pra comer e pra olhar não faltaram. Os homens cuidando do churrasco e das bebidas e a mulherada só desfilando com biquíni e copo na mão. Todo mundo pra lá de alegre. Eu com o tesão na lua, vendo aquele monte de gostosas, sim, pois é mulher de amigo, mas continua sendo gostosa, nada de hipocrisia. O pessoal já conhece minha fama de tarado, com o maior respeito é claro. No final tarde o tempo deu aquela tradicional fechada, liguei a sauna e convidei a turma, alguns aderiram outros preferiram jogar truco. Tudo dentro dos conformes. Fui dar um bodinho com minha esposa no quarto e acabei rodando. Lá pelas 11h00min da noite acordei e o pessoal acostumado com minha casa, já tinha ajeitado as coisas e ido embora. Meio amuado lembrei da sauna ligada e fui desligar. Ao me aproximar ouvi uns gemidos característicos. Olhei pela janelinha e vi o Roberto dando um trato na buceta de minha deliciosa cunhadinha. Com o pau duro e o coração palpitando, corri chamar minha esposa. Para conseguir olhar, ela subiu num banquinho e segurou a risada. Com a bundinha na minha cara não resisti e comecei a lamber sua buceta e seu cuzinho, percorria essa trilha com a língua e apertava meu pau que já doía de tanta excitação, com as cenas que se repetiam dentro da sauna escaldante. Trocamos de posição e de joelhos a Fa abocanhou meu cacete enquanto eu apreciava a Re de quatro com o Ro atolando os dedos em seus buracos, era um geme-geme só. Fomos trocar de posição novamente e a Fa se desequilibrou do banquinho e acabou batendo na porta. Os dois se assustaram, nós nos entreolhamos e sem titubear invadimos a sauna já sem roupa. A Re olhou para a Fa, sorriu e emendou. É hoje. Rimos e passamos a nos acariciar mutuamente, foi inexplicável, só quem passou por tamanha sensação sabe o que significa. A Re segurava meu pau, eu chupava os seios da Fa, enquanto ela segurava o pau do Ro que enfiava os dedos na Re. Isso num rodízio de mãos e bocas interminável. Beijei minha cunhada como se fosse a última mulher do mundo, esqueci de tudo, apertando sua bunda desejada, lambendo seu corpo suado até atingir a bucetinha mais linda do mundo. Chupei, lambi me lambuzei, a fazendo gozar gritando: Chupa cunhado gostoso, chupa que eu to gozando. E caiu de lado no primeiro banco da sauna. Só então olhei pra cima e me dei conta que minha mulher estava levando vara do Roberto, e que vara meus amigos. Um cacete não muito comprido (uns 19 cm), mas grosso como uma long neck. E a Fa de quatro já engolia metade com cara de quero mais. Olhou pra minha cara e disparou: Ta gostando de ver sua mulherzinha gemer numa pica grossa, ta? Meu tesão explodiu, avancei sobre Rebeca que recuperada agarrou meu pau e enfiou inteiro na boca engasgando e melando ele de saliva. Quase gozo de cara, mas me segurei, a botei de quatro e soquei de uma vez em sua buceta encharcada. Ela gritou, mas não recuou, pediu pra socar mais forte e foi o que eu fiz, olhando minha esposa receber o mesmo tratamento. Já me preparava pra gozar, quando a Re sem aviso, num solavanco pra frente, tira meu pau da xana. Já ia reclamar quando ela me olha languidamente e pede: Come meu cuzinho Fé? O pau do Ro é muito grosso e eu ainda sou virgem atrás. Quase morri. Olhei pra Fa, que sorriu para meu cunhado perplexo e fui preparar o terreno. Sou um especialista na arte de saborear um traseiro apetitoso. Comecei o ritual lambendo e beijando aquele monumento, elogiando minha cunhada com todos os adjetivos que lembrei: Gostosa, maravilhosa, tesão de mulher, sempre sonhei em comer essa bunda deliciosa. Ia falando e enterrando a língua, depois um dedo, e outro e mais outro. Dilacerando aquele buraquinho apertado. Ela só gemendo e pedindo mais. Quando ela já implorava por um pau no rabo, me posicionei e forcei a entrada. Ela deu um grito e minha esposa correu em seu auxílio, abrindo sua bunda e instruindo-a a fazer força pra fora. Investi novamente e desta vez a cabeça de meu pau deslizou pra dentro, que maravilha. Esperei ela se acostumar e lentamente fui enterrando. Cada dois cm que entrava eu voltava um. Curti cada momento desse desvirginamento sublime, quando me dei conta minhas bolas já estavam batendo em sua bucetinha carnuda. Aí foi um festival de palavrões e palavras sem nexo. Vai putinha, rebola esse rabo pro seu cunhadinho, rebola. Isso FDP soca o cacete na Resinha, arrebenta minhas pregas. Ao lado a Fa já cavalgava o Roberto como uma desvairada, subindo e descendo numa velocidade incrível já acostumada com o calibre do pau que arregaçava suas entranhas. Com meu gozo se aproximando, passei a dedilhar o clitóris da Re e comecei a berrar. Goza biscatinha, goza que eu vou encher esse teu cu de porra. Foi uma sinfonia, motivado por nossos gritos, meu cunhado enfiou dois dedos no rabo da minha Fa cerrou os dentes e anunciou também seu gozo, seguido pelas mulheres que quase choraram de tanto prazer. Sentia as contrações do esfíncter de minha cunhadinha ordenhando meu pau e sabia que Roberto estava sentindo o mesmo, pois conheço a capacidade incrível que minha querida tem de contrair os músculos vaginais. Gozei, gozei e não me lembro de ter ejaculado tanto, chegou a doer, uma queimação gostosa no pau. Todos gozaram. Trocamos os parceiros e trocando beijos agradecemos aqueles momentos mágicos que experimentamos. Saímos da sauna e eufóricos mergulhamos na piscina. O choque térmico, os corpos nus, e minha esposa provoca: Sempre fantasiei ter dois paus dentro de mim. Sempre sonhei com uma DP. Falou e mergulhou ofertando a bunda para nós que rimos, mas essa depois eu conto… Ou quem sabe ela mesma.
Primeira Troca
Na verdade nossa primeira troca, também foi a primeira troca de nossos parceiros. Era uma noite de sábado e também era o dia do aniversário do Cássio. Pra comemorar, fomos tomar uma cervejinha nos bares da orla, ficamos lá até meia-noite aproximadamente, quando resolvemos voltar pra casa e terminar nossa comemoração particular de forma mais intima. Assim que chegamos ao prédio que moramos, encontramos um casal de vizinhos que moram no andar de baixo (a Paula e o Mauro). Ela moreninha, olhos verdes, cerca de 23 anos, bundinha arrebitada, coxas malhadas. Ele moreno-claro, alto, uns 38 anos, um homem bem bonito. Cumprimentaram-nos e em tom de brincadeira nos perguntaram o que estávamos fazendo fora de casa tão tarde. Foi quando mencionei que era o aniversário do Cássio, e eles fizeram questão que voltássemos com eles para a boate onde eles estavam para comemorarmos juntos. A boate fica em frente à praia e ficamos sentados na varanda da boate (pois fazia muito calor e lá fora estava mais fresco). Brincamos, dançamos e bebemos muito. Quando resolvemos sair da boate já eram mais de 3 da manhã. Fomos para casa e quando chegamos o Cássio convidou o Mauro e a Paula para tomarem a saideira em nosso apartamento. Assim que chegamos deixamos nossos convidados na sala e fomos para a cozinha para fazer uns tira-gostos e preparar mais uma caipirinha. Quando retornamos a sala estranhamos, pois havíamos deixado a lâmpada da sala acesa, e estava tudo na penumbra, o Mauro tinha colocado uma musica no aparelho de som e estava dançando bem sensualmente com a Paula. Eu e o Cássio ficamos assistindo aquilo calados, e o Mauro estava no maior amasso com a Paula. Ele dançava com ela, amassando a bunda dela e puxando sua saia pra cima, e às vezes colocava a mão dentro da blusa dela acariciando os seios, a Paula que também já estava bastante tonta, gemia e se esfregava no Mauro. Recuamos um pouco pra eles não perceberem que a gente tava olhando, ai o Mauro colocou o pau pra fora e a Paula segurou no pau dele, eu e o Cássio não agüentamos de tesão. Agarramos-nos e nos beijamos. Quando olhamos pra eles a Paula estava dançando só de sutiã e calcinha e o Mauro de cueca, nosso tesão foi aumentando ainda mais, eu sentia o coração acelerado. O Cássio me abraçou por trás e colou o pau duríssimo em minha bundinha, apertando meus peitos, tirei a mão direita dele do meu peito e coloquei dentro da minha calcinha (minha xoxota tava encharcara), na verdade estávamos todos meio bêbados e quando percebemos estávamos os quatro na sala dançando. Ai a Paulinha pegou a mão do Cássio e puxou ele pra dançar, mas antes disse que tínhamos que ficar todos iguais. Logo o Cássio ficou de cueca e eu fiquei só de calcinha, pois não estava de sutiã. Uma nova proposta foi feita pela Paulinha, que todos ficássemos nus. Eu e o Cássio ficamos um pouco sem graça e com vergonha, mas como eles já estavam se despindo, resolvemos tirar o restante das nossas roupas também. O Mauro veio dançar comigo e senti o pau dele endurecer entre minhas pernas. Fiquei com uma vergonha de morrer, mas logo vi que o Cássio já estava grudado nos seios da Paulinha, mamando como uma criancinha. Fiquei com tanto ciúmes que abri um pouco as pernas e o pau do Mauro deslizou até a entrada da minha xoxota. Deu-me um tesão tão grande que suspirei, me veio uma vontade de foder tão grande que eu sentia meu corpo inteiro queimar. O Mauro percebeu empurrou o corpo pra frente e a cabeça do pau dele entrou na minha buceta que já estava toda melada. Quando vi, a Paulinha estava de quatro no tapete, com o corpo apoiado no sofá e o Cássio com a pica totalmente enterrada na xoxota dela que já estava tão molhada quanto a minha. Meu tesão já era maior que meu ciúme, pedi ao Mauro pra deitar no tapete e sentei no caralho duro dele e cavalguei até ele encher minha xota de porra quentíssima. Deitei no peito dele e minha bunda ficou arrebitada. O Cássio veio por trás e senti a cabeça do pau dele entrando no meu cuzinho que latejou na hora (adoro sexo anal), eu nunca imaginava que uma pessoa normal pudesse agüentar uma dupla penetração, eu pensava que só era coisa pra profissionais, o Cássio foi enterrando a rola no meu cuzinho e eu gozava sem parar. Ai que loucura. Não sei quantas vezes gozei, eles tiraram as picas meladas dos meus buracos encharcados de porra. A Paulinha veio por cima de mim e começou a me lamber. A língua quente dela parecia um pincel pintando meu corpo, ela foi me chupando todinha, centímetro por centímetro, eu sentia descargas elétricas por todo o meu corpo, meu gozo parecia prolongar, foi uma coisa diferente, delicioso, ela foi subindo, subindo, e quando chegou frente a frente com meu rosto, pela primeira vez beijei outra mulher. Fizemos um 69 e gozei novamente na boca da Paulinha. Foi maravilhoso. Gozamos como loucas. Era a primeira vez da Paulinha também. O Mauro e o Cássio estavam em pé batendo uma punheta vendo a gente se chupar. Depois eles fizeram uma dupla penetração na Paulinha também, só que o Mauro comeu a bundinha dela, por que o Cássio tem o pau muito grosso, e eu já estou acostumada. Fomos os quatro para o banheiro e eu e a Paulinha demos um show especial pra eles enquanto os dois nos olhavam batendo uma punheta e gozando em nossas bocas. (detalhe, o Mauro gozou na minha boca, e o Cau na boca da Paulinha). Já faz mais de um ano que transamos assim pelo menos duas vezes no mês.
6.8.11
3.8.11
APRENDENDO A SER PUTINHA
Sou morena clara, olhos e cabelos castanhos escuros, seios fartos, 1,70 de altura.
Sempre fui muito careta em relação ao sexo. Jamais passava pela minha cabeça transar sem amor. Até então só havia tido um homem na minha vida, e que amei mais do que a mim mesma, e olha que o infeliz nem era bom de cama!
Depois desse desastre amoroso, que resultou numa depressão, resolvi curtir a vida, sem homens, pois o medo de sofrer de novo é imenso.
Num Sábado a noite, chamei umas amigas para fazer o que mais gosto na vida, dançar até amanhecer. Foi aí que conheci André, mau saberia que aquele homem era o que me ensinaria a deixar de ser menina e aprender a ser mulher.
Não sei o que vi naquele homem, até já o conhecia de vista, mas naquela noite alguma coisa me chamou atenção. Ele me deu um sorriso e disse qualquer coisa no meu ouvido que nem me lembro mais. Fui pra casa e não consegui parar de pensar naquele homem que mau sabia o nome. Fiquei horas imaginando meu corpo ardendo por onde seus olhos passavam, em cada milímetro do meu corpo. Depois deslizando suas mãos em cada curva do meu corpo e por fim ser envolvida por aquele homem, entregue ao prazer.
Na semana seguinte, saí novamente para dançar e por coincidência lá estava o homem que me fizera perder noites de sono. Dancei a noite toda provocando-o até que ele me ofereceu carona. Disse que não estava de carro, mas que estava com um amigo, que nos deixaria na sua casa. Pegaríamos o carro dele e sairíamos para comer algo. Topei na hora. Mal sabia que não haveria lanche.
Subi até seu apartamento. Ele foi logo me jogando na parede, me pressionando contra ela, e aquilo foi me excitando muito. Beijava-me loucamente e eu retribuía. Quando menos percebi, já estava sem a calça, completamente molhadinha, enquanto me carregava para o quarto. Fiquei louca de excitação. Ele me colocou de quatro e chupou com vontade minha bucetinha e meu cuzinho (coisa que jamais alguém fizera). Como chupava gostoso meu grelinho. Depois foi a minha vez. Caí de boca naquela rola grande e gostosa de chupar. Fiquei ali me deliciando, chupando enquanto me chamava de putinha e eu amava aquela situação. Falou que gozaria na minha cara de putinha, eu anestesiada de prazer deixei que fizesse. Gozou na minha caro toda e o resto que sobrou daquele leitinho eu tomei com o maior gosto. Pedi que me penetrasse, pois minha bucetinha já pulsava de vontade de ser comida. Ele disse para implorar para ser fodida. Eu desesperada implorei, e imploraria por quanto tempo ele quisesse. Aquele joguinho me deixava cada vez mais excitada. Implorei que me comesse bem gostoso, me fudesse com vontade, e assim ele fez. Eu cavalgava, rebolava feito uma louca de prazer, e pedia mais, queria muito mais. Eu que tinha o cuzinho virgem pedi que penetrasse nele, que arreganhasse ele. Com toda satisfação fodeu meu cuzinho com orgulho, enquanto batia na minha bunda cada vez com mais força e me chamando de putinha. Rebolei muito com aquele pauzão encravado no meu cuzinho. Eu urrava de prazer.
Novamente chupei seu pau enquanto ele enfiava o dedo no meu rabinho, recém inaugurado. E quanto mais eu o chupava, mais prazer eu tinha. Ele me chamava de putinha, e que adorava ser chupado por uma puta, q minha carinha era de putinha. Eu adorava escutar aquilo, então pedi que gozasse nos meus seios. Foi muito bom senti aquele jato de leite nos meus seios fartos, todo lambuzado de porra, onde eu lambia tudinho. Caímos na cama extasiados de prazer.
Nossos encontros se tornaram frequentes, e cada encontro é uma descoberta nova. Sei que nosso relacionamento baseia-se em sexo, e talvez por isso me excite e não consigo deixar de vê-lo, pois através dele me redescobri sexualmente, e percebi o quanto sou uma puta na cama.
Meu nome não importa, pra ele posso ser qualquer uma: Alice, Júlia, Michelle ou Shirlei. Sou quem ele quer que eu seja. Sou a sua putinha e gosto disso.
Sempre fui muito careta em relação ao sexo. Jamais passava pela minha cabeça transar sem amor. Até então só havia tido um homem na minha vida, e que amei mais do que a mim mesma, e olha que o infeliz nem era bom de cama!
Depois desse desastre amoroso, que resultou numa depressão, resolvi curtir a vida, sem homens, pois o medo de sofrer de novo é imenso.
Num Sábado a noite, chamei umas amigas para fazer o que mais gosto na vida, dançar até amanhecer. Foi aí que conheci André, mau saberia que aquele homem era o que me ensinaria a deixar de ser menina e aprender a ser mulher.
Não sei o que vi naquele homem, até já o conhecia de vista, mas naquela noite alguma coisa me chamou atenção. Ele me deu um sorriso e disse qualquer coisa no meu ouvido que nem me lembro mais. Fui pra casa e não consegui parar de pensar naquele homem que mau sabia o nome. Fiquei horas imaginando meu corpo ardendo por onde seus olhos passavam, em cada milímetro do meu corpo. Depois deslizando suas mãos em cada curva do meu corpo e por fim ser envolvida por aquele homem, entregue ao prazer.
Na semana seguinte, saí novamente para dançar e por coincidência lá estava o homem que me fizera perder noites de sono. Dancei a noite toda provocando-o até que ele me ofereceu carona. Disse que não estava de carro, mas que estava com um amigo, que nos deixaria na sua casa. Pegaríamos o carro dele e sairíamos para comer algo. Topei na hora. Mal sabia que não haveria lanche.
Subi até seu apartamento. Ele foi logo me jogando na parede, me pressionando contra ela, e aquilo foi me excitando muito. Beijava-me loucamente e eu retribuía. Quando menos percebi, já estava sem a calça, completamente molhadinha, enquanto me carregava para o quarto. Fiquei louca de excitação. Ele me colocou de quatro e chupou com vontade minha bucetinha e meu cuzinho (coisa que jamais alguém fizera). Como chupava gostoso meu grelinho. Depois foi a minha vez. Caí de boca naquela rola grande e gostosa de chupar. Fiquei ali me deliciando, chupando enquanto me chamava de putinha e eu amava aquela situação. Falou que gozaria na minha cara de putinha, eu anestesiada de prazer deixei que fizesse. Gozou na minha caro toda e o resto que sobrou daquele leitinho eu tomei com o maior gosto. Pedi que me penetrasse, pois minha bucetinha já pulsava de vontade de ser comida. Ele disse para implorar para ser fodida. Eu desesperada implorei, e imploraria por quanto tempo ele quisesse. Aquele joguinho me deixava cada vez mais excitada. Implorei que me comesse bem gostoso, me fudesse com vontade, e assim ele fez. Eu cavalgava, rebolava feito uma louca de prazer, e pedia mais, queria muito mais. Eu que tinha o cuzinho virgem pedi que penetrasse nele, que arreganhasse ele. Com toda satisfação fodeu meu cuzinho com orgulho, enquanto batia na minha bunda cada vez com mais força e me chamando de putinha. Rebolei muito com aquele pauzão encravado no meu cuzinho. Eu urrava de prazer.
Novamente chupei seu pau enquanto ele enfiava o dedo no meu rabinho, recém inaugurado. E quanto mais eu o chupava, mais prazer eu tinha. Ele me chamava de putinha, e que adorava ser chupado por uma puta, q minha carinha era de putinha. Eu adorava escutar aquilo, então pedi que gozasse nos meus seios. Foi muito bom senti aquele jato de leite nos meus seios fartos, todo lambuzado de porra, onde eu lambia tudinho. Caímos na cama extasiados de prazer.
Nossos encontros se tornaram frequentes, e cada encontro é uma descoberta nova. Sei que nosso relacionamento baseia-se em sexo, e talvez por isso me excite e não consigo deixar de vê-lo, pois através dele me redescobri sexualmente, e percebi o quanto sou uma puta na cama.
Meu nome não importa, pra ele posso ser qualquer uma: Alice, Júlia, Michelle ou Shirlei. Sou quem ele quer que eu seja. Sou a sua putinha e gosto disso.
Espero comentários de pessoas afim de me dar novas lições.
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AMOR DE VERÃO
Meu nome é Angel, tenho 18 anos, sou loira olhos verdes, cabelos longos e lisos, seios médios e durinhos, cintura fina, coxas grossas, bundinha empinada, sou uma ninfetinha sexy, safadinha e adoro fortes emoções. Moro sem São Paulo e meus pais combinaram que eu iria passar minhas férias no Rio de Janeiro com uma tia que eu adoro. Quando papai e mamãe me levavam para a rodoviária, eu pensava tomara que não sente ninguém chato do meu lado no ônibus! Chegamos bem adiantados, mas me despedi dos meus pais e fui logo tomando meu lugar. Menos mal, aparentemente não iria ter ninguém do meu lado! Quando o motorista deu a partida no motor, todos os passageiros olharam boquiabertos para um rapaz que corria para o ônibus, acenando com a mão, pedindo que o esperassem. Nossa, o cara era lindo! E pasmem, ele sentou na poltrona ao meu lado. Sentou-se ofegante, exalando um delicioso perfume masculino. Ele era loiro, carinha de safado, um corpo lindo, todo malhado e bronzeado. Vestia uma calça jeans que moldava com perfeição suas coxas grossas, uma camisa preta, meio apertada, que deixava seus músculos peitorais bem visíveis. Ai sem duvida, era um dos caras mais gatos que já tinha visto! Quando ele arrumava suas sacolas no porta-bagagem, inadvertidamente o motorista arrancou, fazendo-o desequilibrar-se e cair sobre mim. Para levantar-se rapidamente – sem querer – apoiou-se em um dos meus seios, que imediatamente se endureceu. Pensei que aquele gesto aparentemente impensado fosse deixá-lo embaraçado ou sem graça, mas não. Ele dirigiu-me um malicioso olhar, estremeci com o brilho que vi em seus olhos! Numa silenciosa combinação, começamos a trocar olhares significativos, desejosos de prazer. Ele, vidrado, reparava no meu decote, eu estava de saia, parecia que ele olhava através dela, acho que imaginando o enorme prazer que poderia me oferecer. Os biquinhos dos meus seios já estavam assanhados de desejo, que pareciam querer furar a malha da minha blusa. Não foi dito absolutamente nada; nem precisava. Só esperávamos os demais passageiros, pelo menos os mais próximos – caírem no sono para podermos nos entender melhor. Já era tarde, mas muitas luzinhas continuavam acesas. Tínhamos que fazer alguma coisa para dar vazão à onda de excitação que nos dominava. Visivelmente perturbada, a pretexto de melhor me acomodar na poltrona, eu cheguei mais nele e discretamente, segurei sua coxa. A mão dele veio ao encontro a minha, para acariciar-me! Quando o desejo se impôs, não hesitei em apalpar seu pau numa euforia sem limite, massageando-o freneticamente. Ele não se fez de tímido, e começou a acariciar meus seios, o que só aumentou a vontade de segurar seu cacete livre em minhas mãos. Ele não demorou a arriar o zíper da calça e sacar seu pau, cuja glande brilhava na penumbra, de tanto tesão. Fiquei hipnotizada pelo avantajado instrumento que tinha na minha frente, pendi meu corpo para o lado e cai de boca, chupando-o carinhosamente. Ele atingiu um estonteante orgasmo. Quando eu senti o primeiro jato de esperma na minha boca, chupei-o com tanta volúpia que até temi pela integridade de seu membro. Fiz questão de engolir até a ultima gota de sua porra. Nutrida pelo seu leite, me arrumei na poltrona, com um sorriso de quem satisfez o seu homem. Estava louca pra ele começar sua festinha em mim, e ele sintonizado nas minhas intenções foi logo levantando minha blusa, chupando os meus seios durinhos, que mal cabiam em sua boca. Quando ele levantou minha saia para não corrermos mais riscos ainda apanhei o cobertor que forneciam na viajem e cobri minhas pernas. Ele começou a dedilhar minha vagina, que já estava completamente lambuzada. Eu rebolava descompassadamente e suspirava fundo, estava quase gozando. Antes que eu o fizesse, ele reclinou nosso banco e se deitou em meu colo. Entendi que ele queria me chupar, cobri sua cabeça com o cobertor e abri largamente as pernas, colocando um joelho no encosto da poltrona da frente. Sua língua chegava só até meus ralos pelos lisos, que ele cobriu de beijinhos e lambidas. Neste momento, alguém se levantou para ir ao banheiro eu o puxei pelos cabelos e cobri meus seios. Quando o sujeito voltou do banheiro, ele levou uma das mãos até minha buceta e começou a massagear o meu clitóris, enquanto a outra se ocupava num dos meus peitos. Eu lambia e mordia os lóbulos da orelha dele, deixando-o completamente arrepiado. Eu gemia baixinho, me contorcia. Alucinada de tesão, levantei-me da poltrona e sentei em seu colo, senti o seu pedaço de nervo em brasa penetrando-me. Enquanto eu me requebrava selvagemente em seu colo na busca do orgasmo, esfregava meus seios no meu rosto nervosamente. Quando alcancei o ápice do desejo, revirei os olhos, gemi alto – fazendo-o gozar juntinho comigo – relaxei enquanto ele ainda ejaculava dentro dela. Depois daquele exaustivo orgasmo simultâneo, nos estiramos nas poltronas e só acordamos de manhã cedo, já no Rio de Janeiro. Só então fui saber em detalhes quem era ele. Chamava-se Henrique, tinha 23 anos, também estava indo passar uns dias com uns tios. Ao desembarcarmos, ele insistiu para que ficasse mais um pouco com ele, mas recusei. Minha tia já estava me esperando e não queria gerar comentários, apenas trocamos telefones, sempre que dava íamos juntos a praia. Na volta para SP acabamos perdendo contato, mas nossa aventura ficou guardada na memória…
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