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3.11.15

SEDUZIDA PELO CASAL

A primeira vez que eu o encontrei foi na saída do banco! Chegou, pediu desculpas e foi falando que eu era linda, que sentia atração irresistível por mulheres negras, de bunda grande e arrebitada, que vinha me sondando e seu sonho era transar comigo. Disse que se meu marido quisesse podia comer a mulher dele que descreveu como baixinha, mas muito gostosa.
Desconversei, e embora de pele escura, confesso que fiquei ruborizada, tal a direta do homem.
Contei o episádio para meu marido e trepamos gostoso naquela noite!
Tempos depois, na escola da piazada, enquanto eu aguardava a saída, conheci uma moça baixinha e simpática, que tinha um menino na mesma escola. Ficávamos conversando esperando o tempo passar. Notei que sempre que conversava com a Suzana ela não desgrudava os olhos de mim e sempre me enchia de elogios.
Numa ocasião a Suzana não levou seu guri para a aula, que foi levada o pelo pai. Qual não foi a minha surpresa quando descobri que o marido da Suzana era o mesmo que disse que queria me comer na saída do banco.
Logo o telefone começou a tocar todos os dias lá em casa e o Adelmo, marido da Suzana me assediava, que era louco por mim e que ele e a mulher tinham verdadeira tara de me levar para a cama. Eu procurava ser simpática e sempre desviava a conversa.
Saquei que o Adelmo e a Suzana trabalhavam juntos para me pegarem, pois foi ela que me pediu o número do telefone para contato e presumi que a presença da criança deles na mesma escola dos meus a partir do meio do ano, era mais um pretexto para se aproximarem de mim!

Daí em diante o assédio continuou com o Adelmo me cantando pelo telefone e a Suzana ao vivo, sem rodeios na saída da aula. Já estava irritada, não atendia ao telefone que ficava com o número gravado, e pedia para outra vizinha levar os meninos para a escola. Ainda por cima o Adelmo não era de chamar atenção, inclusive sendo mais baixo que meu marido.
Porém, uma briga com meu marido numa noite transformou a situação. Eu que não pretendia de forma alguma trair meu esposo, fiquei com muita raiva e fragilizada pela briga e ao mesmo tempo tentada, resolvi experimentar a aventura.
Quando no outro dia encontrei a Suzana, apás mais uma investida carinhosa dela, cedi e falei que topava a aventura. Eu estava muito braba com meu marido e ao mesmo tempo estava ficando excitada com a situação, afinal qual mulher não nutre o desejo de trair o esposo, mesmo que seja apenas uma fantasia. A Su, não escondeu a alegria e marcamos o encontro no início da outra tarde em minha casa.
No outro dia, pontuais, ambos chegaram e eu os atendi muito nervosa, mas ciente que já era tarde para desistir. O Adelmo abriu um vinho e bebericamos devagar, falando amenidades. Fiquei meio zonza e a Suzana sentou do meu lado, falou que eu era bela, exática e me tascou um beijo na boca. Senti-me estranha ao ser beijada por uma mulher, coisa que jamais havia feito, todavia não esbocei reação. O Adelmo também veio e me pegou com força beijando-me e apertando-me. Pedi para que parassem, mas ele me pegou no colo e foi me beijando forçosamente até a cama de nossa suíte. Jogou-me na cama e a Suzana, pulou em cima de mim, sem dar tempo de eu respirar e tentar desistir. A Su me bolinava por inteiro, enquanto o Adelmo agilmente tirava uma roupa dela, outra minha, ou melhor, rasgava nossas roupas. Totalmente nuas com a Suzana por cima de mim esfregando a sua buceta na minha, eu ainda tentando resistir, mas sem forças, principalmente quando ela largou a minha boca e foi descendo devagarzinho entretendo-se entre os dois mamilos por um longo tempo. Desceu para o umbigo, passou a língua e de supetão começou a chupar minha vagina. Nossa como ela chupava bem, eu que adoro ser chupada pelo meu marido estava me mijando de prazer.
Quando abri os olhos o Adelmo se masturbava, segurando um tronco nas mãos. - Olhe que coisa mais linda, minha morena gostosa, vamos chupá-lo?
O Adelmo mandou que nos ajoelhássemos e alternou o pinto entre a Suzana e eu. Era o segundo pinto que eu chupava, e olhe que fazia tempo que eu não chupava o do meu marido. Essa sensação de chupar um pinto diferente aumentou o meu delírio. De repente sá eu colocava aquele pinto na boca, enquanto que a Su pincelava minha buceta com os dedinhos.
- Acho que ela está pronta amor, transforme essa negra gostosa numa vadia1
Enquanto a Suzana me segurava pelo pescoço, e eu de quatro, o Adelmo se preparou e começou a colocar sua ferramenta em minha vagina. Eu tremia de medo e de excitação. O pinto do Adelmo dava dois daquele nanico do pintinho meu esposo do que é grosso, mas muito curto, e que até então era o único que eu conhecera!
Por estar lavada de tesão a piroca foi entrando facilmente. O Adelmo foi colocando devagarzinho. Demorou até eu sentir as bolas batendo na minha bunda. A Suzana, louca de tesão gritava:
- Tá gostando da piroca, tá? Fez um monte de cu doce e agora tá tomando na buceta sua cadela, sem-vergonha? Qual pica é mais gostosa? A do teu homem, ou esta que tá fazendo você chorar. Por uns cinco minutos o Adelmo ficou parado, com a rola enterrada na minha buceta. A Suzana me segurava pelos ombros, Ã s vezes, me beijava, Ã s vezes gritava comigo e humilhava meu marido.
- Segura a piranha Su, que agora vou destroçar ela. Dito isso o Adelmo me pegou pelos cabelos, puxou com as duas mãos e me deixando como uma égua começou a tirar e a por seu pau, primeiro devagar, mas depois foi acelerando como um louco. Estava alucinando e me esfolava viva, gritando:
- Agora você é minha puta, aquele teu marido é um corno, um viadinho que não sabe comer uma negra deliciosa como você!
- Arrebenta ela, arrebenta esta puta traidora, Adelmo.
- Vai Adelmo, me fode com este pauzão, não para, isso que é pinto e não aquela coisinha. Agora meu marido é corno.
- É corno sim aquele filho da puta. Vou arreganhar você para ele ver, puta gostosa!
- Arromba minha buceta, me transforme em mulher de verdade, meu machão. Você é bom demais, to gozando nessa pica, to subindo aos céus comedor filho da puta, Su você é que tem sorte de ter um macho assim!
O cara meteu em mim meia hora sem parar, tive vários orgasmos, a Su me dava tapas na cara e o Adelmo quase arrancou meus cabelos, não largando nunca, até que finalmente despejou um balde porra na minha buceta.
Engravide essa vagabunda, Adelmo, engravide!
Depois de um intervalo que eu fiquei deitada no meio dos dois, descansando a Su sugeriu:
- A transforme numa puta completa Adelmo. Assim a Suzana procurou o meu cuzinho, fazendo-me gemer quando enfiou um dedo nele. Eu sentia a buceta toda esfolada e já aguardava o inevitável. Eles iam foder o meu cu. Enquanto a Su brincava com o meu cuzinho, o Adelmo colocou o seu pinto ainda mole na minha boca e perguntou:
- Seu mariodo come o seu cuzinho?
- Já comeu, mas agora faz muito tempo que não dou o cuzinho para ele, apesar dele insistir. E o pinto dele é bem menor que o seu.
Pensei que com a resposta ele desistiria, mas ele me beijou e depois mandou em chupar o seu pintão até o deixa estourando de duro.
Minha boca quase não abocanhava aquela tora que ele fodia como se você uma buceta. Tava com a boca doendo achei que se ele gozasse não comeria meu cu. Em vão, pois ele havia gozado há pouco tempo na minha buceta e agora ele ia demorar. Estava nervosa e comecei a implorar.
- Não Adelmo, não coma meu cu, goza na minha boca, o seu pinto é muito grande, você vai me matar.
- Cala a boca gostosa, azar a do seu marido se ele não come teu cu, com uma bunda gostosa desse jeito, eu vou arrombá-la. Nunca mais você vai me esquecer. Põe ela de quatro e segura a potranca Simone. Ela nunca mais vai esquecer esse dia! Com os pés no chão me apoiaram de bruços na cama, a Su segurou minha cabeça na cama e o Adelmo, depois de lamber o meu cu, começou o ataque final.
- Come a nega Adelmo, fode o cu dessa vadia.
- To enfiando, ah..., ah..., já passou a cabeça, segura ela.
- Morde a fronha vagabunda e aguenta a vara no cu! Eu mordi e o Adelmo colocou tudo de uma sá vez. Senti as pregas do meu cu, sendo dilaceradas. Estava sendo partida em duas.
- Piedade, piedade... O Adelmo não teve dá, como um cavalo me possuiu. Eu era xingada pelos dois de tudo o que vinha na boca deles. Meu marido também era tachado de tudo quanto é adjetivo xulo.
Chorei, gritei, esperneei, mas não teve jeito. Algum tempo depois a dor foi sendo substituída por um prazer lento e crescente, até atingir o auge. Havia gozado pelo cu.
- Arrebente meu cu Adelmo, agora sou sua fêmea, me come seu cadelo, estou gozando pelo cuzinho. Nunca mais aquele corno vai me comer. Sá você com esse pau descomunal. To gozando, ah..., ah....., ah....
- Agora é um cuzão vadia, to enchendo seu intestino de porra quente.
Terminada a curra, apás algum descanso eles se vestiram e se despediram sarcasticamente, mandando lembranças para o novo corno da praça.
Eu me arrastei, toda dolorida para o banheiro, precisava me recompor, buscar as crianças na escola, ver a cara sarcástica da Suzana na escola e preparar o jantar para o corno do meu marido!

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