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9.8.15

Trocando os casais

Quem os visse e os ouvisse, pensaria de certeza que estavam doidos e não iria compreender o que se passava naqueles instantes de pura loucura e orgia constante entre aqueles dois casais deitados no chão, trocando carícias entre ambos, num espaço fechado em que mais nada se ouvia senão os gemidos constantes das mulheres trocadas entre maridos de olhos vidrados de prazer e de êxtase puro, esquecendo-se por completo o mundo e outros espaços circundantes... Quando deram por terminada aquela fase, todos eles olharam uns para os outros, desejando não terem perdido tanto tempo como perderam numa conversa privada, de explicações quase fugazes, rindo-se abertamente por terem concretizado uma situação que julgavam nunca poder acontecer, apesar das suas idades jovens e mentalidades abertas numa época futurista! Ana fechou os olhos para um breve descanso, enquanto Tomás acompanhava Pedro numa ida rápida à cozinha para petiscarem qualquer coisa e comentarem o que se passara, ficando Maria também deitada no tapete macio da sala, olhando para o tecto e rindo-se, um pouco envergonhada talvez... Ana nem conseguia pensar como tudo aquilo acontecera assim, tão repentinamente no primeiro encontro que tiveram com aquele casal um pouco mais experiente naquelas andanças de submundo quase desconhecido para a maioria dos casais que conheciam! Tomás já andava com a idéia de praticar o swing, comentando com a mulher esporadicamente o facto de como seria muito bom experimentarem a troca de casais e de fazerem novas amizades, conhecer outros pontos de vista, não serem marginalizados pelas suas ideias e pensamentos de erotismo, ao que Ana também não se opunha, mas que se sentia apreensiva em fazer a troca de companheiro, não sabendo ao certo como iria terminar tudo aquilo, sem se sentir magoada e pressionada pela ideia de um prazer constante! Combinaram então pesquisarem através da Internet uma sala de conversa própria para este assunto, afim de saberem à priori como seria estarem a teclar com desconhecidos e apresentarem-se, comentando as suas ideias e fantasias... Encontraram por fim, um casal com quem combinaram um encontro para o dia seguinte num final de tarde, numa esplanada ao ar livre. Ana, mesmo assim mostrava-se receosa, talvez por não saber muito bem o que fazer se a situação se tornasse numa realidade, ao que Tomás, achando alguma piada, lhe respondera que se ambos não gostassem do que iriam ver, não iriam praticar as suas fantasias e que tudo aquilo não passaria de um simples encontro de amizade casual...

Mesmo assim, trocaram com o outro casal os números de telemóvel, ficando a conhecer os seus nomes... Pedro e Maria! Quando Ana acordou naquele Domingo e foi preparar o pequeno almoço à cozinha, deparou-se com o pensamento que afinal talvez não lhe fizesse tanta impressão irem ambos ao encontro e se algo acontecesse, não iria ficar de certeza com má impressão do outro casal, porque no seu íntimo, desejava tornar realidade os seus pensamentos mais profundos e saberia por instinto que iriam os quatro pairar sobre uma aventura sensual não só de amizade, mas também de troca de prazer! Na hora combinada, lá estavam Pedro e Maria, vendo-os a aproximarem-se, fixando-lhes o olhar, quem sabe a comentarem a situação, ao que Ana se sentiu um pouco constrangida, agarrando o braço de Tomás com alguma força, pedindo-lhe ajuda, caso ele a visse mais preocupada e envergonhada... Cumprimentaram-se cordialmente, dirigindo-se quase de imediato para a esplanada... Entre risos e uma conversa subjetiva, avançaram para o tema principal que seria o da troca de casais, explicando Pedro que essa situação também tinha as suas regras, em que o respeito mútuo e a amizade eram primordiais, não havendo obrigação alguma em tudo aquilo, estando também a descrição e a liberdade entre os casais no topo da conversa, passando-se depois para a questão da experiência que tiveram Pedro e Maria, ao que Ana respondeu que não tinha nenhuma experiência e Tomás concordando, explicou que tinha sido ele a conversar com a mulher, mostrando-se um pouco mais aberto à ideia do swing, mas que concordava em pleno que apesar de todas as pessoas o quererem praticar, achavam a troca de casais um pecado quase fenomenal, criticando constantemente quem o punha em prática, obrigando essas pessoas a esconderem o prazer de uma forma quase terrível! Ana sentia-se muito à vontade com aqueles dois desconhecidos que abriam as suas ideias de uma forma quase estranha para ela, mas compreendia perfeitamente, pois afinal já não era nenhuma criança e sabia para o que tinha ido, apesar de serem ambos virgens naquela viagem alucinante! Como se aproximava a hora do jantar, começou a ficar o tempo um pouco mais frio, perguntando Pedro e Maria se eles os dois não quereriam ir até à sua casa para conversarem melhor, talvez criando-se um ambiente mais propício para pôr em prática o tal desejo num final de tarde bem passado... A casa de Pedro e Maria tinha um ar confortável, caseiro, amistoso, ficando quase de imediato Ana sentada no sofá de cabedal preto, esperando que a qualquer momento Tomás prosseguisse com a conversa inacabada, ao que não aconteceu, ficando Pedro sentado numa cadeira trocando as impressões finais com ela, que questionava novamente o que tinha perguntado antes na esplanada, talvez tentando dissuadir a decisão que já tinha tomado antes de sair de casa... Hora e meia se passou assim, ficando quase Maria na repetição do que Pedro já dissera na esplanada e Tomás olhando constantemente para Ana, na esperança que não desistisse da decisão que sabia perfeitamente que tinha tomado... Houve um espaço de puro silêncio, havendo troca de olhares entre os dois casais, perguntando por fim, Pedro a Ana se ela já se tinha decidido, pois sabia que se o casal com mais experiência não tomasse a iniciativa, o casal iniciante ficaria constantemente à espera de tomar a decisão algo crítica de passar à acção, o que já estaria decidido e pensado. Ana muito rosada, respondeu que já se tinha decidido e para que Maria então organizasse a sessão, ao que aconteceu quase instintivamente! Baixou-se um pouco o tom das luzes, começando a tocar uma música ambiente na aparelhagem, vendo os três, Maria a despir-se devagar, sensualmente, pedindo para que Ana se lhe juntasse e se deitasse no chão, ficando ambos os homens sentados no sofá a observarem o bi feminino que iria acontecer dentro de instantes... Ana ficou deitada em cima do tapete branco, felpudo, com a cabeça recostada numa almofada, e de olhos fechados, começou a sentir as breves carícias que Maria lhe fazia no corpo já nú, em que as pontas dos dedos lhe percorriam o umbigo, tão devagar como se não terminasse o desejo de ambas tão sensuais e belas que estavam... Começou então a ser beijada, primeiro entre os lábios, depois com ambas as línguas a tocarem-se, sentindo-se bem com tudo aquilo e querendo fazer sobressair o que já sabia de antemão que iria acontecer... Que iria desinibir-se por completo, mostrando-se uma mulher sexualmente atraente, capaz de fazer as maiores loucuras na questão da prática do sexo...

Começou a gemer baixinho quando Maria alcançou o seu clitóris com a língua, lambendo-a e acariciando-a nos seios, beijando-lhe o pescoço, apertando-lhe um pouco os bicos dos seios já saídos, dizendo-lhe ao ouvido de como era bom estar com ela... Quase instintivamente, Ana fez deitar-se Maria no tapete para então concretizar o que desejava fazer... Beijou-lhe a cara, o pescoço, a boca, os ombros, os braços, passando a sua língua por todo o corpo tão vagarosa e sensualmente, fazendo com que Maria gemesse cada vez mais e dissesse constantemente o como era bom e como lhe agradava estar com outra mulher que a fizesse sentir nas nuvens, percorrendo agora Ana todo o seu corpo com a língua, fixando-se mais no seu umbigo até descer ao seu clitóris já molhado, lambendo-lhe a vagina, enfiando a língua ao mesmo tempo que enfiava um dos seus dedos naquele espaço depilado... Ao sentir que Maria já estava a ter o seu orgasmo, voltou a atravessar a sua língua por todo o seu corpo, beijando-lhe um dos seios, puxando ainda mais o bico para fora e com a outra mão acariciava o outro seio, fazendo com que Maria se rebolasse no chão, tendo uma almofada em cima da cara para que os seus gemidos não fossem ouvidos fora daquelas quatro paredes, em que Pedro e Tomás fixavam os seus olhares em toda a aquela situação de estarem a ver o sensualismo de duas mulheres amando-se, ficando ambos admirados por verem Ana assim tão desinibida ao ponto de tomar conta da situação e de se envolver por completo no bi sensualismo de estreia. Tomás sentia-se extasiado com aquele cenário, tendo ficado ainda mais excitado ao ver a sua mulher a tornar-se numa deusa do amor, tão apreciada por outro homem como ele a apreciava e olhando para Pedro corou, pois já não sabia o que fazer, estando o seu membro tão duro e inchado como estava, querendo juntar-se a elas, ao que Pedro lhe disse para ter calma, pois a sensualidade entre duas mulheres é sagrada e bela de se observar, não havendo nada mais belo do que aquele cenário... Agora podiam ver Maria tocando os seus seios fartos na vagina de Ana, massajando-os na sua pele macia, havendo troca de mãos agarradas uma na outra, tal era o prazer consumado entre as duas...


Maria disse então que ambos os homens já poderiam entrar no jogo, ao que se começaram a despir para depois Pedro comentar com Tomás que não se preocupasse com nada e que fizesse o que quisesse com Maria, pois que iria fazer o mesmo com Ana naquele swing tão desejado por aquelas quatro pessoas... Ana estava por cima de Maria, acariciando-lhe os seios, quando Pedro se lhe aproximou tocando-lhe nas costas com a ponta dos seus dedos tão másculos como ele próprio, em que começou logo depois por lhe acariciar a vagina, a barriga, beijando-a nas costas, tomando conhecimento com o seu corpo reboliço, perguntando-lhe se estaria a gostar e se estaria bem... Abrindo os olhos, Ana abanou positivamente a cabeça, recebendo os seus beijos molhados, quais guloseimas deliciadas, deitando-se de seguida no tapete ao lado de Maria que se deliciava com o pénis de Tomás tão erecto como de prazer intenso entre corpos unidos pela troca de seres descomplexados e livres que eram... Ana já não sabia o que fazer, tão excitada que estava, sentindo Pedro a beijar todo o seu corpo, correspondendo ela da mesma forma, fazendo as mesmas carícias que fizera a Maria no peito peludo daquele homem já experiente que gemia ao som da música que se ouvia por entre ouvidos que não a conseguiam receber, pois que estavam tão direccionados para aquele momento deliciante, onde também Tomás acariciava Maria nos seios, lambendo-os com a língua, apalpando o seu rabo bem torneado fazendo com que se aproximasse mais o corpo daquela jovem mulher do seu, tão excitado, trocando ambos palavras incompreensíveis para o comum dos mortais, fazendo com que Maria tivesse o seu segundo orgasmo também com a ajuda de Ana que a beijava na boca, enquanto estava na posição de quatro e Pedro a lambia e lhe penetrava três dedos na vagina extensamente molhada e aberta, pronta para receber o seu membro também ereto... Não sem antes Ana o lamber e chupar o seu todo, enrolando-o por entre a língua e os dentes, ora chupando-lhe só a cabeça do pénis, como ora lambendo-a tão devagar como se estivesse a terminar, ora começando a chupá-lo desenfreadamente, fazendo com que Pedro quase gemesse mais alto, ora beijando-lhe a boca entreaberta, ora Pedro a tomasse em seus braços e ao abraçá-la, lhe tocava com o pénis na barriga, querendo uma penetração perfeita... Tomás agora em cima de Maria, penetrava-a com o preservativo posto, vendo-a com uma feição de loucura sensual a abraçá-lo tão fortemente, quanto o prazer que estava a sentir, que fez com que Tomás também tivesse o seu orgasmo fora da sua vagina, tendo oportunidade de poder ver Ana sentada em cima de Pedro numa posição de cadeira entrelaçada, balançando ao som de pequenos gemidos que ambos faziam, mostrando que estavam a adorar aquele momento, mas que Pedro lhe pedia para se balançar mais devagar, pois estava a sentir que iria ter um orgasmo, mas que ainda o não queria ter, pois queria prosseguir com aquela penetração tão deliciosa... Ana ainda tentou seguir o seu pedido, mas vendo que não conseguia, foi desviada para trás por Pedro que retirou o seu pénis dentro de si, tentando abrandar o seu desejo, mas continuando a beijá-la, já deitada e ele por cima dela, querendo penetrá-la novamente... Tomás já refeito do seu orgasmo e limpo, deixava que Maria o continuasse a lamber, vendo Ana a deliciar-se por completo com Pedro que já tinha tido o orgasmo, mas que enfiava agora alguns dedos dentro de si, fazendo com que se viesse loucamente, agarrando as pernas da mesa de mogno, arrastando-a um pouco para a frente, tal foi o seu desejo intenso... Ficaram os casais assim, calados por uns breves momentos, tentando descortinar sobre o que se tinha passado, qual sensação mais utópica e qual prática sexual mais bela aquela que tinha acontecido ali, naquele espaço imaculado por aventuras constantes entre casais tão unidos como de loucos num cio constante! Ao retirar o seu preservativo, Pedro levantou-se, rindo-se satisfeito e dizendo para todos os presentes que nunca teria pensado que este encontro tivesse tido um desfecho tão gratificante e bom como fora, confirmando Maria que também dissera a Ana que esta se tinha desinibido tão bem, que nunca teria imaginado que fosse capaz de praticar o bi feminino, tão apreensiva que tinha ficado momentos antes...! Pedro, então dissera que iria à cozinha petiscar qualquer coisa, perguntando a Tomás se o queria acompanhar, ao que este logo se prontificou, ficando ambas as mulheres deitadas no chão. Ana de olhos fechados e Maria olhando para o teto, rindo-se ambas. Uma tarde muito bem passada!

11.4.12

2 casais na praia de Itacoatiara

    

Sou médico e tenho 28 anos. Minha namorada tem 23. Somos um casal bonito,sarados e com muito tesão. Era uma quarta-feira em Niterói e tirei o dia de folga para ir a praia com Priscila. Chegamos lá e começamos a beber. Como ainda morávamos na casa dos pais, nossas melhores trepadas eram nos motéis. Combinamos de dormir num motel de Itaipu logo depois da praia. Estava um sol maravilhoso e nosso tesão era muito grande. Estava com uma sunga e meu pau toda hora ficava duro, sorte que a praia estava deserta. Falávamos de sexo a todo momento. Em dois anos de namoro já havíamos realizado vária fantasias, como trepar na praia, em banheiro da facul e na varanda do apartamento dela. Mas sempre imaginávamos trepar com outro casal nos olhando, sem troca. Adorava comer o cú da Priscila, apesar dela reclamar por eu ter uma pau exagerado de 22 cm. Era umas 4 da tarde e estávamos meio bêbados e quase indo embora. De repente aparece um ex-colega da minha faculdade com sua namorada. Era o Rafael, o pegador da turma. Realmente era um cara bonito, dem quase dois metros e muito malhado. SUa namorada tb era maravilhosa. Rafael pegou quse todas as meninas da turma e ainda tinha fama de ter um pau descomunal, de uns 25 cms. Minha mulher sabia dessa história e sempre tratava Rafael muito bem, o que me causava certo ciúme. Encontramos por acaso e logo botamos o papo em dia. Sentamos numa barraca e começamos a beber. Eles já estávam meio altos, assim como nós. Falávamos de tudo, até que começamos a conversar sobre sexo. Confessamos que tínhamos planejado dormir no motel para dar aquela metida. A carol, namorada do rafael disse que há 20 dias não metiam e que estávam doidos para meter tb. Disse que o problema era que Rafael adorava comer seu cú, mas que doia muito, por ter um pau uito grande. Priscila falou que adorava dar o cú e não se importava com o tamanho do meu pau, que tb era grande.

Começamos a perder o pudor e falávamos sobre tudo. Carol disse que Rafael era tarado e gostava de meter a noite toda. Priscila, que parecia com ela competir disse que tb gostava de meter a noite toda e gozar no mínimos 3 vezes. Caro disse que o pau do Rafael atrapalhava um pouco por ser muito grande, Priscila disse que era frescura e Carol não se conformou e disse que ela não imaginava o tamanho do pau do Rafael. Carol ficou tão nervosa que disse: amor mostra seu pau pra ela. Rimos, mas ele logo tirou o pirusão para fora e mostrou o danado. Realmente era maior que o meu. Priscila não se fez de rogada e disse que o meu era quase daquele tamanho e que adorava um pau grande. Rimos e tudo conspirava para putaria. Priscila, de repente começou a me beijar e acariciar meu pau e disse que tava doida para ir embora meter. Arrumamos as coisas para ir embora e Rafael perguntou se estávamos de carro. Dissemos que não, por causa da lei seca e que iríamos de taxi ao motel. Então nos ofereceu uma carona e logo aceitamos. No caminho o clima esquento e Priscila falava: ai que vontade de chupar seu pau, amor. Acho que falava para provocar Carol. Carol então disse a Rafael: porque não fazemos o mesmo e dormimos aqui no motel tb, amor? Rafael concordou. Chegamos ao motel e pedimos 2 quartos. Mas a recepcionista disse que só havia a suíte presidencial disponível. Rafel disse que podíamos ficar e que eles iriam embora. Mas Priscila, muito safada disse: gente, a suíte presidencial é muito grande, tem 2 andares e podemos dividí-la. Confesso que adorei a ideia. Logo pensei na oportunidade de ver Carol peladinha, sendo enrabada por Rafael. Eles ficaram meio constrangidos, mas logo aceitaram. Fomos então os 4. Chegando lá, a suiíte era realmente maravilhosa e dava para dividirmos. No entanto, só havia um banheiro e uma banheira. Entramos e logo elas falaram: quem irá tomar banho primeiro? Brincamos e não decidimos qual o casal seria o primeiro. Começamos a beber de novo e ficamos o 4 papeando, até que propus: vamos brincar de vira-vira, quem não virar, o respectivo casal toma banho no box e o outro na banheira. Senti que todos gostaram, apesar de Carol ter dito que: como, se a banheira é em frente ao box? Falei: vai falar que não tem tesão de tomar banho pelada na nossa frente? Riu e disse que sempre fantasiou trepar na frente de outro casal. DIsse que essa era nossa fantasa tb e que havia chegado a hora de realizar. Começamos a virar e ficamos chapados. 
Carol não conseguiu virar um copo e acabou perdendo. Foram ao banheiro e começaram o banho no box. Logo depois, Priscila e eu entramos na banheira pelados enquanto os víamos os dois. Eles, muito safados, começaram a se acariciar e logo o pau do Rafael ficou duro. Ele, muito safado, fazia questão de mostrar seu pau para minha namorada. Priscila fazai o mesmo comigo. Logo estávamos metendo, cada qual em seu espaço. Priscila gemia alto e metia muito. Falava baixo no meu ouvido que estava com muito tesão e que tava doida para ois dois virem para a banheira tb. Disse que podia chamar. Chamou e ele vieram. Priscila, que estava sentada de costas no meu pau, ficou doida ao ver Rafael se aproximando com aquele pau enorme perto dela e logo o puxou e começou a chupá-lo. Comeóu então a maior suruba de todos os tempos. Carol veio me beijar e chupar meus mamilos. Logo Priscila estava sentada no pau do Rafael e Carol no meu. Metíamos e nos beijávamos muito. Passávamos as mãos uns nos outros, até que Priscila pediu para Rafael comer seu cú. Carol não acreditou e por ciúme pediu o mesmo a mim. Gozamos os dois ali, lado a lado de quatro. Metemos a noite inteira e dormimos pelados na cama. No dia seguinte, pela manhã, rolou mais meteção. Foi demais aqueles momentos. No dia seguinte fomos embora e tá hoje não os encontramos novamente, mas Priscila e eu sempre lembramos dessa putaria em nossas transas. Nossa relação está excelente e com tesão maior a cada dia. Esperamos repetir a dose qq dia.

25.8.11

TROCA TROCA

Caros leitores, também sou assíduo freqüentador destas páginas. Eu, Felipe, juntamente com minha esposa Fátima, adoro aquecer minha libido com os relatos extremamente excitantes, principalmente aqueles contendo fantasias, fetiches e orgias. Claro que tanta leitura começou a provocar em nós a vontade de passar de meros espectadores a protagonistas dessas estórias. Contudo a dificuldade era grande, família, cidade pequena, e tantos outros empecilhos comuns à maioria das pessoas. Chegamos a visitar boates de streap, ruas nada familiares, mas nada além disso. Somos profissionais liberais e temos uma vida confortável, gostamos muito de receber os amigos em nossa casa, que por possuir churrasqueira, piscina e sauna, propicia boas festas, sempre regadas por muita bebida e carne. No último sábado, depois de diversos fins de semana chuvosos o sol resolveu prevalecer. Bem cedo liguei para o pessoal e de pronto organizamos um churrasco. Desci para limpar a piscina e fiquei esperando a galera com os comes e bebes. Tomando a primeira gelada da manhã fiquei admirando minha esposa deitada de bruços, bronzeando sua deliciosa bunda, totalmente exposta no sumário biquíni florido. A bunda de Fátima não é grande, é proporcional com o restante de seu corpo de pouco mais de 1,50 e 47 kg, contudo seus seios são fartos e o rosto angelical de pele aveludada e longos cabelos castanhos. Bunda mesmo tem minha cunhada, Rebeca, uma deusa da luxúria, a primeira a chegar com o namorado Roberto a tiracolo. Chegou e já foi se estatelar ao lado da irmã mais velha, para meu deleite e de meu futuro concunhado. O pessoal foi chegando, e a festa ferveu. Caipirinha, batidas, cerveja, carne pra comer e pra olhar não faltaram. Os homens cuidando do churrasco e das bebidas e a mulherada só desfilando com biquíni e copo na mão. Todo mundo pra lá de alegre. Eu com o tesão na lua, vendo aquele monte de gostosas, sim, pois é mulher de amigo, mas continua sendo gostosa, nada de hipocrisia. O pessoal já conhece minha fama de tarado, com o maior respeito é claro. No final tarde o tempo deu aquela tradicional fechada, liguei a sauna e convidei a turma, alguns aderiram outros preferiram jogar truco. Tudo dentro dos conformes. Fui dar um bodinho com minha esposa no quarto e acabei rodando. Lá pelas 11h00min da noite acordei e o pessoal acostumado com minha casa, já tinha ajeitado as coisas e ido embora. Meio amuado lembrei da sauna ligada e fui desligar. Ao me aproximar ouvi uns gemidos característicos. Olhei pela janelinha e vi o Roberto dando um trato na buceta de minha deliciosa cunhadinha. Com o pau duro e o coração palpitando, corri chamar minha esposa. Para conseguir olhar, ela subiu num banquinho e segurou a risada. Com a bundinha na minha cara não resisti e comecei a lamber sua buceta e seu cuzinho, percorria essa trilha com a língua e apertava meu pau que já doía de tanta excitação, com as cenas que se repetiam dentro da sauna escaldante. Trocamos de posição e de joelhos a Fa abocanhou meu cacete enquanto eu apreciava a Re de quatro com o Ro atolando os dedos em seus buracos, era um geme-geme só. Fomos trocar de posição novamente e a Fa se desequilibrou do banquinho e acabou batendo na porta. Os dois se assustaram, nós nos entreolhamos e sem titubear invadimos a sauna já sem roupa. A Re olhou para a Fa, sorriu e emendou. É hoje. Rimos e passamos a nos acariciar mutuamente, foi inexplicável, só quem passou por tamanha sensação sabe o que significa. A Re segurava meu pau, eu chupava os seios da Fa, enquanto ela segurava o pau do Ro que enfiava os dedos na Re. Isso num rodízio de mãos e bocas interminável. Beijei minha cunhada como se fosse a última mulher do mundo, esqueci de tudo, apertando sua bunda desejada, lambendo seu corpo suado até atingir a bucetinha mais linda do mundo. Chupei, lambi me lambuzei, a fazendo gozar gritando: Chupa cunhado gostoso, chupa que eu to gozando. E caiu de lado no primeiro banco da sauna. Só então olhei pra cima e me dei conta que minha mulher estava levando vara do Roberto, e que vara meus amigos. Um cacete não muito comprido (uns 19 cm), mas grosso como uma long neck. E a Fa de quatro já engolia metade com cara de quero mais. Olhou pra minha cara e disparou: Ta gostando de ver sua mulherzinha gemer numa pica grossa, ta? Meu tesão explodiu, avancei sobre Rebeca que recuperada agarrou meu pau e enfiou inteiro na boca engasgando e melando ele de saliva. Quase gozo de cara, mas me segurei, a botei de quatro e soquei de uma vez em sua buceta encharcada. Ela gritou, mas não recuou, pediu pra socar mais forte e foi o que eu fiz, olhando minha esposa receber o mesmo tratamento. Já me preparava pra gozar, quando a Re sem aviso, num solavanco pra frente, tira meu pau da xana. Já ia reclamar quando ela me olha languidamente e pede: Come meu cuzinho Fé? O pau do Ro é muito grosso e eu ainda sou virgem atrás. Quase morri. Olhei pra Fa, que sorriu para meu cunhado perplexo e fui preparar o terreno. Sou um especialista na arte de saborear um traseiro apetitoso. Comecei o ritual lambendo e beijando aquele monumento, elogiando minha cunhada com todos os adjetivos que lembrei: Gostosa, maravilhosa, tesão de mulher, sempre sonhei em comer essa bunda deliciosa. Ia falando e enterrando a língua, depois um dedo, e outro e mais outro. Dilacerando aquele buraquinho apertado. Ela só gemendo e pedindo mais. Quando ela já implorava por um pau no rabo, me posicionei e forcei a entrada. Ela deu um grito e minha esposa correu em seu auxílio, abrindo sua bunda e instruindo-a a fazer força pra fora. Investi novamente e desta vez a cabeça de meu pau deslizou pra dentro, que maravilha. Esperei ela se acostumar e lentamente fui enterrando. Cada dois cm que entrava eu voltava um. Curti cada momento desse desvirginamento sublime, quando me dei conta minhas bolas já estavam batendo em sua bucetinha carnuda. Aí foi um festival de palavrões e palavras sem nexo. Vai putinha, rebola esse rabo pro seu cunhadinho, rebola. Isso FDP soca o cacete na Resinha, arrebenta minhas pregas. Ao lado a Fa já cavalgava o Roberto como uma desvairada, subindo e descendo numa velocidade incrível já acostumada com o calibre do pau que arregaçava suas entranhas. Com meu gozo se aproximando, passei a dedilhar o clitóris da Re e comecei a berrar. Goza biscatinha, goza que eu vou encher esse teu cu de porra. Foi uma sinfonia, motivado por nossos gritos, meu cunhado enfiou dois dedos no rabo da minha Fa cerrou os dentes e anunciou também seu gozo, seguido pelas mulheres que quase choraram de tanto prazer. Sentia as contrações do esfíncter de minha cunhadinha ordenhando meu pau e sabia que Roberto estava sentindo o mesmo, pois conheço a capacidade incrível que minha querida tem de contrair os músculos vaginais. Gozei, gozei e não me lembro de ter ejaculado tanto, chegou a doer, uma queimação gostosa no pau. Todos gozaram. Trocamos os parceiros e trocando beijos agradecemos aqueles momentos mágicos que experimentamos. Saímos da sauna e eufóricos mergulhamos na piscina. O choque térmico, os corpos nus, e minha esposa provoca: Sempre fantasiei ter dois paus dentro de mim. Sempre sonhei com uma DP. Falou e mergulhou ofertando a bunda para nós que rimos, mas essa depois eu conto… Ou quem sabe ela mesma.

Primeira Troca

Na verdade nossa primeira troca, também foi a primeira troca de nossos parceiros. Era uma noite de sábado e também era o dia do aniversário do Cássio. Pra comemorar, fomos tomar uma cervejinha nos bares da orla, ficamos lá até meia-noite aproximadamente, quando resolvemos voltar pra casa e terminar nossa comemoração particular de forma mais intima. Assim que chegamos ao prédio que moramos, encontramos um casal de vizinhos que moram no andar de baixo (a Paula e o Mauro). Ela moreninha, olhos verdes, cerca de 23 anos, bundinha arrebitada, coxas malhadas. Ele moreno-claro, alto, uns 38 anos, um homem bem bonito. Cumprimentaram-nos e em tom de brincadeira nos perguntaram o que estávamos fazendo fora de casa tão tarde. Foi quando mencionei que era o aniversário do Cássio, e eles fizeram questão que voltássemos com eles para a boate onde eles estavam para comemorarmos juntos. A boate fica em frente à praia e ficamos sentados na varanda da boate (pois fazia muito calor e lá fora estava mais fresco). Brincamos, dançamos e bebemos muito. Quando resolvemos sair da boate já eram mais de 3 da manhã. Fomos para casa e quando chegamos o Cássio convidou o Mauro e a Paula para tomarem a saideira em nosso apartamento. Assim que chegamos deixamos nossos convidados na sala e fomos para a cozinha para fazer uns tira-gostos e preparar mais uma caipirinha. Quando retornamos a sala estranhamos, pois havíamos deixado a lâmpada da sala acesa, e estava tudo na penumbra, o Mauro tinha colocado uma musica no aparelho de som e estava dançando bem sensualmente com a Paula. Eu e o Cássio ficamos assistindo aquilo calados, e o Mauro estava no maior amasso com a Paula. Ele dançava com ela, amassando a bunda dela e puxando sua saia pra cima, e às vezes colocava a mão dentro da blusa dela acariciando os seios, a Paula que também já estava bastante tonta, gemia e se esfregava no Mauro. Recuamos um pouco pra eles não perceberem que a gente tava olhando, ai o Mauro colocou o pau pra fora e a Paula segurou no pau dele, eu e o Cássio não agüentamos de tesão. Agarramos-nos e nos beijamos. Quando olhamos pra eles a Paula estava dançando só de sutiã e calcinha e o Mauro de cueca, nosso tesão foi aumentando ainda mais, eu sentia o coração acelerado. O Cássio me abraçou por trás e colou o pau duríssimo em minha bundinha, apertando meus peitos, tirei a mão direita dele do meu peito e coloquei dentro da minha calcinha (minha xoxota tava encharcara), na verdade estávamos todos meio bêbados e quando percebemos estávamos os quatro na sala dançando. Ai a Paulinha pegou a mão do Cássio e puxou ele pra dançar, mas antes disse que tínhamos que ficar todos iguais. Logo o Cássio ficou de cueca e eu fiquei só de calcinha, pois não estava de sutiã. Uma nova proposta foi feita pela Paulinha, que todos ficássemos nus. Eu e o Cássio ficamos um pouco sem graça e com vergonha, mas como eles já estavam se despindo, resolvemos tirar o restante das nossas roupas também. O Mauro veio dançar comigo e senti o pau dele endurecer entre minhas pernas. Fiquei com uma vergonha de morrer, mas logo vi que o Cássio já estava grudado nos seios da Paulinha, mamando como uma criancinha. Fiquei com tanto ciúmes que abri um pouco as pernas e o pau do Mauro deslizou até a entrada da minha xoxota. Deu-me um tesão tão grande que suspirei, me veio uma vontade de foder tão grande que eu sentia meu corpo inteiro queimar. O Mauro percebeu empurrou o corpo pra frente e a cabeça do pau dele entrou na minha buceta que já estava toda melada. Quando vi, a Paulinha estava de quatro no tapete, com o corpo apoiado no sofá e o Cássio com a pica totalmente enterrada na xoxota dela que já estava tão molhada quanto a minha. Meu tesão já era maior que meu ciúme, pedi ao Mauro pra deitar no tapete e sentei no caralho duro dele e cavalguei até ele encher minha xota de porra quentíssima. Deitei no peito dele e minha bunda ficou arrebitada. O Cássio veio por trás e senti a cabeça do pau dele entrando no meu cuzinho que latejou na hora (adoro sexo anal), eu nunca imaginava que uma pessoa normal pudesse agüentar uma dupla penetração, eu pensava que só era coisa pra profissionais, o Cássio foi enterrando a rola no meu cuzinho e eu gozava sem parar. Ai que loucura. Não sei quantas vezes gozei, eles tiraram as picas meladas dos meus buracos encharcados de porra. A Paulinha veio por cima de mim e começou a me lamber. A língua quente dela parecia um pincel pintando meu corpo, ela foi me chupando todinha, centímetro por centímetro, eu sentia descargas elétricas por todo o meu corpo, meu gozo parecia prolongar, foi uma coisa diferente, delicioso, ela foi subindo, subindo, e quando chegou frente a frente com meu rosto, pela primeira vez beijei outra mulher. Fizemos um 69 e gozei novamente na boca da Paulinha. Foi maravilhoso. Gozamos como loucas. Era a primeira vez da Paulinha também. O Mauro e o Cássio estavam em pé batendo uma punheta vendo a gente se chupar. Depois eles fizeram uma dupla penetração na Paulinha também, só que o Mauro comeu a bundinha dela, por que o Cássio tem o pau muito grosso, e eu já estou acostumada. Fomos os quatro para o banheiro e eu e a Paulinha demos um show especial pra eles enquanto os dois nos olhavam batendo uma punheta e gozando em nossas bocas. (detalhe, o Mauro gozou na minha boca, e o Cau na boca da Paulinha). Já faz mais de um ano que transamos assim pelo menos duas vezes no mês.